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Jornalista Palmério Dória lança 'Evasão de Privacidade'


Mauro Fernando
Do Diário do Grande ABC

17/03/2001 | 15:29


Quem não gosta de algo picante entre quatro paredes que atire a primeira pedra. Com uma temática tão interessante como explosiva – famosas e curvilíneas mulheres expondo a libido –, o jornalista Palmério Dória está lançando o livro Evasão de Privacidade (Geração Editorial, 336 págs., R$ 24).

Ex-editor e diretor de redação da revista Sexy, Dória pinçou declarações bem suculentas, na maioria de modelos, dadas à publicação. Carolina Ferraz, Maria Paula, Bruna Lombardi, Luciana Gimenez, Luma de Oliveira e Rita Cadillac, entre outras deusas de onanistas, estão presentes na compilação.

Recheado de ilustrações à Carlos Zéfiro, catequisador das gerações pré-revistas dinamarquesas, o livro é dividido em temas. Infidelidade, a importância do tamanho da varinha mágica, sexo oral, posições prediletas, a estréia, a primeira vez que fulana viu estrelas, o bumbum, enfim, tudo o que se relaciona ao que se define como, a grosso modo, conjunção carnal, está lá.

A fogosa intimidade das moças – devassada por elas mesmas –, de fato, é o ápice (ôps!) do livro. Poucas linhas da, digamos, obra podem ser reproduzidas neste jornal. Mas seria injusto sonegar algumas palpitantes declarações de duas ou três musas inspiradoras.

Monique Evans explica como perdeu a virgindade: “Odiei. Eu transei quase que obrigada porque todas as minhas amigas já haviam transado e eu estava namorando havia um ano com o coitado do cara, mas eu nunca tinha visto nada, entendeu?”.

Virgínia Nowicki revela seu sonho de consumo: “Nunca tive um namorado negro, mas acho muito atraente. Acho muito legal o Jimmy Cliff, o Eddie Murphy e aqueles caras do basquete.” Já Luciana Gimenez dá a dica: “Gosto de homem forte que me atire no chão, que me segure com força.”

Indústria – Assim como determinados papéis em novelas globais, é certo que declarações picantes contribuem, e muito, para a construção de imagens públicas. Se uma heroína-água-com-açúcar da novela das seis pode ser muito útil para vender sabonete, um escandalozinho bem calculado que mexa com o imaginário masculino pode levar sua encantadora pivô à fama – que normalmente chega acompanhada de vil metal.

Há várias declarações provocativas, que envolvem terceiros. Caso de Núbia de Oliveira, que confessa ter trocado inocentes beijinhos com o ator Humberto Martins e também ter partilhado uma transa com o jogador Edmundo e o ator Eri Johnson.

E que ninguém diga que a mídia não se interessa por temas quentes. O conluio com a indústria do sexo floresce. As bancas de jornal estão cada vez mais cheias de títulos – revistas, vídeos, CD-ROMs – eróticos. A TV, com seus galãs de peito nu e modelos turbinadas pelos bisturis dos cirurgiões, não consegue disfarçar. Mas, evidentemente, Evasão de Privacidade não se propõe a análises sociológicas do tema.



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Jornalista Palmério Dória lança 'Evasão de Privacidade'

Mauro Fernando
Do Diário do Grande ABC

17/03/2001 | 15:29


Quem não gosta de algo picante entre quatro paredes que atire a primeira pedra. Com uma temática tão interessante como explosiva – famosas e curvilíneas mulheres expondo a libido –, o jornalista Palmério Dória está lançando o livro Evasão de Privacidade (Geração Editorial, 336 págs., R$ 24).

Ex-editor e diretor de redação da revista Sexy, Dória pinçou declarações bem suculentas, na maioria de modelos, dadas à publicação. Carolina Ferraz, Maria Paula, Bruna Lombardi, Luciana Gimenez, Luma de Oliveira e Rita Cadillac, entre outras deusas de onanistas, estão presentes na compilação.

Recheado de ilustrações à Carlos Zéfiro, catequisador das gerações pré-revistas dinamarquesas, o livro é dividido em temas. Infidelidade, a importância do tamanho da varinha mágica, sexo oral, posições prediletas, a estréia, a primeira vez que fulana viu estrelas, o bumbum, enfim, tudo o que se relaciona ao que se define como, a grosso modo, conjunção carnal, está lá.

A fogosa intimidade das moças – devassada por elas mesmas –, de fato, é o ápice (ôps!) do livro. Poucas linhas da, digamos, obra podem ser reproduzidas neste jornal. Mas seria injusto sonegar algumas palpitantes declarações de duas ou três musas inspiradoras.

Monique Evans explica como perdeu a virgindade: “Odiei. Eu transei quase que obrigada porque todas as minhas amigas já haviam transado e eu estava namorando havia um ano com o coitado do cara, mas eu nunca tinha visto nada, entendeu?”.

Virgínia Nowicki revela seu sonho de consumo: “Nunca tive um namorado negro, mas acho muito atraente. Acho muito legal o Jimmy Cliff, o Eddie Murphy e aqueles caras do basquete.” Já Luciana Gimenez dá a dica: “Gosto de homem forte que me atire no chão, que me segure com força.”

Indústria – Assim como determinados papéis em novelas globais, é certo que declarações picantes contribuem, e muito, para a construção de imagens públicas. Se uma heroína-água-com-açúcar da novela das seis pode ser muito útil para vender sabonete, um escandalozinho bem calculado que mexa com o imaginário masculino pode levar sua encantadora pivô à fama – que normalmente chega acompanhada de vil metal.

Há várias declarações provocativas, que envolvem terceiros. Caso de Núbia de Oliveira, que confessa ter trocado inocentes beijinhos com o ator Humberto Martins e também ter partilhado uma transa com o jogador Edmundo e o ator Eri Johnson.

E que ninguém diga que a mídia não se interessa por temas quentes. O conluio com a indústria do sexo floresce. As bancas de jornal estão cada vez mais cheias de títulos – revistas, vídeos, CD-ROMs – eróticos. A TV, com seus galãs de peito nu e modelos turbinadas pelos bisturis dos cirurgiões, não consegue disfarçar. Mas, evidentemente, Evasão de Privacidade não se propõe a análises sociológicas do tema.

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