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Com ajuda de veteranos, Santos vence e assume a ponta do grupo

Estadão Conteúdo  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Ricardo Oliveira e Renato marcam nos 2 a 0
do Peixe sobre o The Strongest pela Libertadores


Felipe Simões
Do Diário do Grande ABC

17/03/2017 | 07:00


Costuma-se dizer que para disputar a Libertadores é preciso ser cascudo e inteligente – qualidades geralmente atribuídas a veteranos. E foram os vovôs que resolveram para o Santos ontem na vitória por 2 a 0 sobre o The Strongest, da Bolívia, pela segunda rodada do Grupo 2. Com gols de Ricardo Oliveira e Renato, o Peixe chegou aos quatro pontos, na liderança da chave. O próximo jogo é dia 19 de abril, contra o Independiente Santa Fe – que ontem bateu o Sporting Cristal, por 3 a 0 –, na Colômbia.

Mal o confronto havia começado e a espinha do santista gelou. Seria mais uma noite sofrida para o torcedor que se acostumou a ver o time atropelar adversários? A bola de Pablo Escobar, ex-Santo André, viajou alto e caiu, carimbando o travessão e a trave direita de Vladimir, aos quatro minutos. Um susto logo no início.

O Peixe se situou: estava na Vila Belmiro e era preciso atacar. Bruno Henrique, pela esquerda do ataque, criava as melhores chances, bagunçando a zaga boliviana. Em uma das chegadas, com 32, ele cruzou, Marteli desviou e Vaca, no susto, impediu a abertura do placar.

O The Strongest não aliviava e acabou com dez jogadores ainda na primeira etapa. Veizaga chegou forte duas vezes e recebeu o cartão vermelho. A segunda das faltas, perto do semicírculo da área boliviana, era daquelas que, se passasse pela barreira, era gol. Dito e feito: Ricardo Oliveira cobrou com categoria e Vaca só olhou – não chegaria nem que jogasse a luva. O santista respirou mais aliviado.

No segundo tempo, o torcedor ficou maluco com o time. Não pela queda de rendimento, mas pelo festival de chances desperdiçadas. Houve de tudo: erro de finalização na pequena área, furadas, drible no goleiro com permissão de recuperação da zaga e cabeceadas para fora.

A pontaria só foi calibrada por outro veterano. Com 39 minutos, Renato se antecipou à zaga e desviou de forma certeira para o fundo da rede para garantir a vitória.



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Com ajuda de veteranos, Santos vence e assume a ponta do grupo

Ricardo Oliveira e Renato marcam nos 2 a 0
do Peixe sobre o The Strongest pela Libertadores

Felipe Simões
Do Diário do Grande ABC

17/03/2017 | 07:00


Costuma-se dizer que para disputar a Libertadores é preciso ser cascudo e inteligente – qualidades geralmente atribuídas a veteranos. E foram os vovôs que resolveram para o Santos ontem na vitória por 2 a 0 sobre o The Strongest, da Bolívia, pela segunda rodada do Grupo 2. Com gols de Ricardo Oliveira e Renato, o Peixe chegou aos quatro pontos, na liderança da chave. O próximo jogo é dia 19 de abril, contra o Independiente Santa Fe – que ontem bateu o Sporting Cristal, por 3 a 0 –, na Colômbia.

Mal o confronto havia começado e a espinha do santista gelou. Seria mais uma noite sofrida para o torcedor que se acostumou a ver o time atropelar adversários? A bola de Pablo Escobar, ex-Santo André, viajou alto e caiu, carimbando o travessão e a trave direita de Vladimir, aos quatro minutos. Um susto logo no início.

O Peixe se situou: estava na Vila Belmiro e era preciso atacar. Bruno Henrique, pela esquerda do ataque, criava as melhores chances, bagunçando a zaga boliviana. Em uma das chegadas, com 32, ele cruzou, Marteli desviou e Vaca, no susto, impediu a abertura do placar.

O The Strongest não aliviava e acabou com dez jogadores ainda na primeira etapa. Veizaga chegou forte duas vezes e recebeu o cartão vermelho. A segunda das faltas, perto do semicírculo da área boliviana, era daquelas que, se passasse pela barreira, era gol. Dito e feito: Ricardo Oliveira cobrou com categoria e Vaca só olhou – não chegaria nem que jogasse a luva. O santista respirou mais aliviado.

No segundo tempo, o torcedor ficou maluco com o time. Não pela queda de rendimento, mas pelo festival de chances desperdiçadas. Houve de tudo: erro de finalização na pequena área, furadas, drible no goleiro com permissão de recuperação da zaga e cabeceadas para fora.

A pontaria só foi calibrada por outro veterano. Com 39 minutos, Renato se antecipou à zaga e desviou de forma certeira para o fundo da rede para garantir a vitória.

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