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Porsche Cayenne: a evolução da espécie

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Modelo chega à sua terceira geração sem perder a esportividade e cercado de luxo, conforto e tecnologia


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

22/02/2019 | 07:49


Quando a Porsche decidiu ingressar no mundo dos SUVs de luxo, em 2003, com o lançamento da primeira geração da Cayenne, os saudosistas torceram o nariz. Mas a verdade é que hoje devem dar a mão à palmatória: o modelo chegou para sua terceira geração como o segundo mais vendido da marca no mundo – atrás somente (e não surpreendentemente) do tradicional 911 –, ajudando na recuperação da empresa austríaca/alemã, que integra o grupo Volkswagen.
Sem perder sua essência esportiva, a Porsche conseguiu transformar e transportar para este grandalhão de quase cinco metros de comprimento – 4,918 m – e praticamente dois metros de largura – 1,983 m – uma experiência confortável para os cinco ocupantes.
Para quem vai ao volante, por conta do tamanho, uma das preocupações é superar ruas estreitas ou estacionar em vagas apertadas. Mas com sensores por todos os lados e câmeras (dianteira, traseira e laterais) que oferecem até uma visão 360 graus (em primeira instância, até parece que está sendo monitorado por um satélite!), basta ser cauteloso. Além disso, os quatro botões que permitem ajustar eletricamente os dois bancos dianteiros e o controle para posicionamento do volante (em altura e profundidade) dão ainda maior aconchego ao ato de dirigir.
A Porsche ofereceu ao Diário o modelo de entrada da Cayenne – que custa R$ 423 mil, contra R$ 523 mil da versão S; e R$ 733 mil da Turbo. Para o trânsito do dia a dia ou deslocamentos curtos, trata-se de uma experiência incrível. Apontar a imponente frente em uma estrada passa para uma oportunidade indescritível – e pode ser realizada no câmbio borboleta. A transmissão automática de oito marchas torna a chance de estar no comando de uma máquina de motor 3.0 V6, que gera 340 cv, cada vez mais surpreendente.
Aliás, esta Cayenne oferece uma surpresa atrás da outra. A tela de 12,3 polegadas que integra o painel central é um show de tecnologia. A leitura do manual se faz necessária para decifrar tudo, mas fuçar em cada função para descobrir as facilidades embutidas ali traz grande satisfação. Afinal, em poucos cliques você pode mudar a cor e a intensidade da iluminação interna (com uma paleta diversificada disponível), controlar o ar-condicionado individualmente e por setores, definir um destino no sistema de GPS, colocar em sua rádio de preferência, atender uma chamada e bem mais. E muitas das funções são espelhadas parcialmente no painel do motorista, que conta com um velocímetro analógico rodeado por duas tecnológicas telas full HD.
Outro show à parte que também é controlado por este sistema central – que, além da tela, ainda pode ser acionado por meio de teclas em uma superfície vitrificada entre o motorista e o passageiro – diz respeito ao sistema que permite ajustar o carro ao tipo de solo. A suspensão a ar permite ao condutor deixar a Cayenne em quatro diferentes alturas, entre a mais baixa (em uma estrada) ou mais alta (em um terreno irregular, como terra ou pedra). E tudo isso debaixo de um teto panorâmico que permite uma vista linda. Mas se o sol apertar, basta fechar a ‘cortina’ com simples toque no botão.
O porta-malas de 770 litros teve um aumento de 100 litros com relação à segunda geração. Já o tanque de combustível tem capacidade para 70 litros de gasolina (com um consumo de pouco mais de cinco quilômetros por litro).

Gigante alemão é ''''indiscreto'''' e bom de vendas no Brasil
É impossível ser discreto quando se está a bordo de uma Porsche. Se ela for a Cayenne 2019, isso fica ainda mais difícil. Quem vê de fora, seja diretamente ou pelo retrovisor, tem uma reação de impacto com o tamanho do carro de quase 5 m x 2 m. Mas a admiração pode se tornar paixão e transformar este SUV de luxo em objeto de desejo, que vem sendo realizado por quem pode investir quase meio milhão de reais em um carro.
Se levados em conta os números de vendas do modelo em janeiro de 2018 e no mesmo período deste ano, um dado impressionante: variação de 135%, a maior entre os 12 principais concorrentes na categoria SUV/crossovers premium III (a mais alta no levantamento da Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).
No primeiro mês de 2018 foram vendidas 20 unidades da Cayenne (ainda na segunda geração). Em janeiro de 2019 (já com o modelo atualizado) o número aumentou para 47, ficando na quinta colocação entre os mais vendidos no período, atrás da Land Rover Velar (70 unidades emplacadas), Land Rover Discovery (60), Land Rover Range Rover Sport (56) e Volvo XC90 (52).

MISSÃO IMPOSSÍVEL
Dificilmente será possível alguém no Brasil alcançar os 245 km/h com o modelo de entrada da Cayenne – velocidade máxima que a Porsche indica que o carro pode chegar. Em uma simulação mais possível, para quem queira tentar, a fabricante indica que são necessários 6,2 segundos para se alcançar os 100 km/h – tempo que cai pela metade na versão Turbo, que é alimentada por propulsor 4.0 V8. 



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Porsche Cayenne: a evolução da espécie

Modelo chega à sua terceira geração sem perder a esportividade e cercado de luxo, conforto e tecnologia

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

22/02/2019 | 07:49


Quando a Porsche decidiu ingressar no mundo dos SUVs de luxo, em 2003, com o lançamento da primeira geração da Cayenne, os saudosistas torceram o nariz. Mas a verdade é que hoje devem dar a mão à palmatória: o modelo chegou para sua terceira geração como o segundo mais vendido da marca no mundo – atrás somente (e não surpreendentemente) do tradicional 911 –, ajudando na recuperação da empresa austríaca/alemã, que integra o grupo Volkswagen.
Sem perder sua essência esportiva, a Porsche conseguiu transformar e transportar para este grandalhão de quase cinco metros de comprimento – 4,918 m – e praticamente dois metros de largura – 1,983 m – uma experiência confortável para os cinco ocupantes.
Para quem vai ao volante, por conta do tamanho, uma das preocupações é superar ruas estreitas ou estacionar em vagas apertadas. Mas com sensores por todos os lados e câmeras (dianteira, traseira e laterais) que oferecem até uma visão 360 graus (em primeira instância, até parece que está sendo monitorado por um satélite!), basta ser cauteloso. Além disso, os quatro botões que permitem ajustar eletricamente os dois bancos dianteiros e o controle para posicionamento do volante (em altura e profundidade) dão ainda maior aconchego ao ato de dirigir.
A Porsche ofereceu ao Diário o modelo de entrada da Cayenne – que custa R$ 423 mil, contra R$ 523 mil da versão S; e R$ 733 mil da Turbo. Para o trânsito do dia a dia ou deslocamentos curtos, trata-se de uma experiência incrível. Apontar a imponente frente em uma estrada passa para uma oportunidade indescritível – e pode ser realizada no câmbio borboleta. A transmissão automática de oito marchas torna a chance de estar no comando de uma máquina de motor 3.0 V6, que gera 340 cv, cada vez mais surpreendente.
Aliás, esta Cayenne oferece uma surpresa atrás da outra. A tela de 12,3 polegadas que integra o painel central é um show de tecnologia. A leitura do manual se faz necessária para decifrar tudo, mas fuçar em cada função para descobrir as facilidades embutidas ali traz grande satisfação. Afinal, em poucos cliques você pode mudar a cor e a intensidade da iluminação interna (com uma paleta diversificada disponível), controlar o ar-condicionado individualmente e por setores, definir um destino no sistema de GPS, colocar em sua rádio de preferência, atender uma chamada e bem mais. E muitas das funções são espelhadas parcialmente no painel do motorista, que conta com um velocímetro analógico rodeado por duas tecnológicas telas full HD.
Outro show à parte que também é controlado por este sistema central – que, além da tela, ainda pode ser acionado por meio de teclas em uma superfície vitrificada entre o motorista e o passageiro – diz respeito ao sistema que permite ajustar o carro ao tipo de solo. A suspensão a ar permite ao condutor deixar a Cayenne em quatro diferentes alturas, entre a mais baixa (em uma estrada) ou mais alta (em um terreno irregular, como terra ou pedra). E tudo isso debaixo de um teto panorâmico que permite uma vista linda. Mas se o sol apertar, basta fechar a ‘cortina’ com simples toque no botão.
O porta-malas de 770 litros teve um aumento de 100 litros com relação à segunda geração. Já o tanque de combustível tem capacidade para 70 litros de gasolina (com um consumo de pouco mais de cinco quilômetros por litro).

Gigante alemão é ''''indiscreto'''' e bom de vendas no Brasil
É impossível ser discreto quando se está a bordo de uma Porsche. Se ela for a Cayenne 2019, isso fica ainda mais difícil. Quem vê de fora, seja diretamente ou pelo retrovisor, tem uma reação de impacto com o tamanho do carro de quase 5 m x 2 m. Mas a admiração pode se tornar paixão e transformar este SUV de luxo em objeto de desejo, que vem sendo realizado por quem pode investir quase meio milhão de reais em um carro.
Se levados em conta os números de vendas do modelo em janeiro de 2018 e no mesmo período deste ano, um dado impressionante: variação de 135%, a maior entre os 12 principais concorrentes na categoria SUV/crossovers premium III (a mais alta no levantamento da Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).
No primeiro mês de 2018 foram vendidas 20 unidades da Cayenne (ainda na segunda geração). Em janeiro de 2019 (já com o modelo atualizado) o número aumentou para 47, ficando na quinta colocação entre os mais vendidos no período, atrás da Land Rover Velar (70 unidades emplacadas), Land Rover Discovery (60), Land Rover Range Rover Sport (56) e Volvo XC90 (52).

MISSÃO IMPOSSÍVEL
Dificilmente será possível alguém no Brasil alcançar os 245 km/h com o modelo de entrada da Cayenne – velocidade máxima que a Porsche indica que o carro pode chegar. Em uma simulação mais possível, para quem queira tentar, a fabricante indica que são necessários 6,2 segundos para se alcançar os 100 km/h – tempo que cai pela metade na versão Turbo, que é alimentada por propulsor 4.0 V8. 

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