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Robert Zoellick é eleito novo presidente do Bird


Do Diário OnLine
Com Agência Brasil

25/06/2007 | 17:11


Robert Zoellick, ex-representante de Comércio dos Estados Unidos, foi nomeado nesta segunda-feira o novo presidente do Banco Mundial. O nome de Zoellick foi indicado pelo presidente George W. Bush e aceito por unanimidade pelos diretores-executivos da instituição.

Zoellick tomará posse no dia 1º de julho no lugar de Paul Wolfowitz, que renunciou ao cargo após ter seu nome envolvido em um escândalo no Bird. Wolfowitz é acusado de ter empregado a sua namorada na instituição com um salário superior ao de Condoleezza Rice, atual chefe de Estado americana.

Em declaração divulgada logo após a eleição, o novo presidente disse estar ansioso para encontrar as pessoas que comandam a agenda de superação da pobreza em todas as regiões, com particular atenção à África. Zoellick também defendeu reformas na sexagenária instituição financeira, concebido pelos Estados Unidos e pela Inglaterra em 1944, simultaneamente à criação do FMI (Fundo Monetário Internacional) e da OMC (Organização Mundial do Comércio).

As chamadas instituições de Bretton Woods formariam o tripé do sistema econômico multilateral. “O mundo mudou enormemente desde a criação do banco, há cerca de 60 anos. Esta instituição não apenas precisa se adaptar: deve guiar o caminho para a globalização sustentável, fundamentada em crescimento inclusivo, oportunidades e respeito à dignidade pessoal”, afirmou Robert Zoellick..

Na última semana, ainda como candidato ao cargo, Zoellick esteve no Brasil e encontrou-se com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, Em separado, teve audiências com o assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, e com o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. Zoellick também conversou com dois ex-ministros do governo de Fernando Henrique Cardoso: o ex-chanceler Celso Lafer e o ex-ministro da Fazenda Pedro Malan.

O Brasil foi a última parada de uma viagem de duas semanas de Zoellick pela África, Europa e América Latina. O périplo visava promover a sua candidatura à frente do banco Mundial e buscar informações sobre os desafios e necessidades de diferentes regiões. Zoellick esteve em Gana, Etiópia, África do Sul, Grã-Bretanha, França, Bélgica, Alemanha, Noruega, México e Brasil. Em todos os países, reuniu-se com altos funcionários governamentais, especialistas em desenvolvimento e representantes de ONGs.


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Robert Zoellick é eleito novo presidente do Bird

Do Diário OnLine
Com Agência Brasil

25/06/2007 | 17:11


Robert Zoellick, ex-representante de Comércio dos Estados Unidos, foi nomeado nesta segunda-feira o novo presidente do Banco Mundial. O nome de Zoellick foi indicado pelo presidente George W. Bush e aceito por unanimidade pelos diretores-executivos da instituição.

Zoellick tomará posse no dia 1º de julho no lugar de Paul Wolfowitz, que renunciou ao cargo após ter seu nome envolvido em um escândalo no Bird. Wolfowitz é acusado de ter empregado a sua namorada na instituição com um salário superior ao de Condoleezza Rice, atual chefe de Estado americana.

Em declaração divulgada logo após a eleição, o novo presidente disse estar ansioso para encontrar as pessoas que comandam a agenda de superação da pobreza em todas as regiões, com particular atenção à África. Zoellick também defendeu reformas na sexagenária instituição financeira, concebido pelos Estados Unidos e pela Inglaterra em 1944, simultaneamente à criação do FMI (Fundo Monetário Internacional) e da OMC (Organização Mundial do Comércio).

As chamadas instituições de Bretton Woods formariam o tripé do sistema econômico multilateral. “O mundo mudou enormemente desde a criação do banco, há cerca de 60 anos. Esta instituição não apenas precisa se adaptar: deve guiar o caminho para a globalização sustentável, fundamentada em crescimento inclusivo, oportunidades e respeito à dignidade pessoal”, afirmou Robert Zoellick..

Na última semana, ainda como candidato ao cargo, Zoellick esteve no Brasil e encontrou-se com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, Em separado, teve audiências com o assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, e com o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. Zoellick também conversou com dois ex-ministros do governo de Fernando Henrique Cardoso: o ex-chanceler Celso Lafer e o ex-ministro da Fazenda Pedro Malan.

O Brasil foi a última parada de uma viagem de duas semanas de Zoellick pela África, Europa e América Latina. O périplo visava promover a sua candidatura à frente do banco Mundial e buscar informações sobre os desafios e necessidades de diferentes regiões. Zoellick esteve em Gana, Etiópia, África do Sul, Grã-Bretanha, França, Bélgica, Alemanha, Noruega, México e Brasil. Em todos os países, reuniu-se com altos funcionários governamentais, especialistas em desenvolvimento e representantes de ONGs.

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