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País tem geração recorde de empregos


Leone Farias
Do Diário do Grande ABC

26/04/2007 | 07:01


O Brasil acaba de obter duas marcas históricas em geração de empregos com carteira assinada. Uma delas foi o saldo (contratações menos demissões) de 146.141 empregos formais em março em relação a fevereiro. É o melhor resultado para o mês na série histórica do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho – iniciada em 1992.

Também houve o maior número de postos de trabalho com carteira criados (399.628) para os primeiros três meses do ano, alta de 1,44% em relação ao total de vagas existentes no final de 2006. O melhor resultado anterior era do primeiro trimestre de 2004, quando foram gerados 347.393 postos.

Ainda em relação ao mês passado, o resultado foi 91% maior do que o registrado em março de 2006 (76.455 vagas abertas) e 35% maior do que o verificado em março de 2004 (108.212). Nos últimos 12 meses, a variação acumulada atingiu 4,81%, que corresponde a 1,29 milhão de novos empregos.

Os números positivos refletem entre outros fatores a oferta de crédito e a política de redução de juros, segundo especialistas. A performance foi boa em todos os setores e subsetores da atividade econômica. Os que mais contribuíram para o indicador mensal foram serviços (56.527 vagas criadas) e a indústria (40.538). Comércio gerou 12.868 vagas e o agricultura 11.346.

No Grande ABC - Outro indicador, a taxa de desemprego da PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego), do Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados) e do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) ficou estável em março no Grande ABC.

Nesse mês, a região registrou o índice de 15,2% da população economicamente ativa (de desempregados em relação ao total dos que estão empregados ou a procura de emprego). Foi ligeiramente menos do que os 15,3% de fevereiro e igual aos 15,2% de março de 2006.

Atualmente há 200 mil pessoas sem ocupação nos sete municípios. Segundo o coordenador de análise da pesquisa do Seade, Alexandre Loloian, o desemprego poderia ter caído, já que houve a abertura de 13 mil vagas neste mês. No entanto, seu efeito favorável foi anulado pela entrada de 14 mil pessoas no mercado de trabalho (que começaram ou voltaram a procurar emprego).



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País tem geração recorde de empregos

Leone Farias
Do Diário do Grande ABC

26/04/2007 | 07:01


O Brasil acaba de obter duas marcas históricas em geração de empregos com carteira assinada. Uma delas foi o saldo (contratações menos demissões) de 146.141 empregos formais em março em relação a fevereiro. É o melhor resultado para o mês na série histórica do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho – iniciada em 1992.

Também houve o maior número de postos de trabalho com carteira criados (399.628) para os primeiros três meses do ano, alta de 1,44% em relação ao total de vagas existentes no final de 2006. O melhor resultado anterior era do primeiro trimestre de 2004, quando foram gerados 347.393 postos.

Ainda em relação ao mês passado, o resultado foi 91% maior do que o registrado em março de 2006 (76.455 vagas abertas) e 35% maior do que o verificado em março de 2004 (108.212). Nos últimos 12 meses, a variação acumulada atingiu 4,81%, que corresponde a 1,29 milhão de novos empregos.

Os números positivos refletem entre outros fatores a oferta de crédito e a política de redução de juros, segundo especialistas. A performance foi boa em todos os setores e subsetores da atividade econômica. Os que mais contribuíram para o indicador mensal foram serviços (56.527 vagas criadas) e a indústria (40.538). Comércio gerou 12.868 vagas e o agricultura 11.346.

No Grande ABC - Outro indicador, a taxa de desemprego da PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego), do Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados) e do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) ficou estável em março no Grande ABC.

Nesse mês, a região registrou o índice de 15,2% da população economicamente ativa (de desempregados em relação ao total dos que estão empregados ou a procura de emprego). Foi ligeiramente menos do que os 15,3% de fevereiro e igual aos 15,2% de março de 2006.

Atualmente há 200 mil pessoas sem ocupação nos sete municípios. Segundo o coordenador de análise da pesquisa do Seade, Alexandre Loloian, o desemprego poderia ter caído, já que houve a abertura de 13 mil vagas neste mês. No entanto, seu efeito favorável foi anulado pela entrada de 14 mil pessoas no mercado de trabalho (que começaram ou voltaram a procurar emprego).

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