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Justiça manda soltar 11 envolvidos no caso Schincariol


Da Agência Brasil

26/06/2005 | 15:19


A juíza de plantão da Justiça Federal, Maria de Lourdes Coutinho, concedeu habeas-corpus a 11 pessoas que haviam sido detidas pela PF (Polícia Federal) durante a ‘Operação Cevada’, no último dia 15, sob suspeita de envolvimento com sonegação de impostos pela empresa Schincariol. Os suspeitos foram liberados na madrugada deste domingo, no Rio de Janeiro.

O advogado Felipe Amodeo, que representa um dos presos, o gerente da Schincariol Robson de Almeida Pinto, afirmou que seu cliente "vai prestar agora um bom e claro depoimento à autoridade policial, esclarecendo o que puder ser esclarecido, contribuindo para as investigações, na medida do possível".

Amodeo condenou o clima de tensão que vigorou nos dez dias em que o gerente da Schincariol esteve preso, "sem sequer saber se é acusado ou não é, vendo sua casa invadida à cata de papéis que não existem". Ele disse, entretanto, que, ainda, não há data prevista para o depoimento de Robson. Indicou que a iniciativa de procurar a polícia partirá de seu cliente. "Tão logo possamos sentar diante das acusações, esclarecer fatos, alinhar respostas, colecionar esclarecimentos em favor da verdade, ele mesmo vai recorrer à autoridade policial para prestar esclarecimentos, um depoimento que não pôde prestar nessa circunstância turbulenta dessa prisão apoteótica", declarou.

O advogado assegurou que seu cliente é inocente das acusações de sonegação de divisas, evasão fiscal, corrupção e lavagem de dinheiro imputadas à Schincariol pela Polícia Federal. "Dentro do que eu pude muito rapidamente conhecer e do que eu pude muito rapidamente falar com ele, enquanto se priorizava sua libertação, ele não tem nenhuma atitude que mereça reprovação penal", explicou.

Os demais suspeitos libertados no Rio de Janeiro são ligados a distribuidoras de bebidas. A ‘Operação Cevada’ foi iniciada há dois anos pela Polícia Federal, a partir de denúncias anônimas recebidas pela Receita Federal, além de operações efetuadas em postos fiscais.



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Justiça manda soltar 11 envolvidos no caso Schincariol

Da Agência Brasil

26/06/2005 | 15:19


A juíza de plantão da Justiça Federal, Maria de Lourdes Coutinho, concedeu habeas-corpus a 11 pessoas que haviam sido detidas pela PF (Polícia Federal) durante a ‘Operação Cevada’, no último dia 15, sob suspeita de envolvimento com sonegação de impostos pela empresa Schincariol. Os suspeitos foram liberados na madrugada deste domingo, no Rio de Janeiro.

O advogado Felipe Amodeo, que representa um dos presos, o gerente da Schincariol Robson de Almeida Pinto, afirmou que seu cliente "vai prestar agora um bom e claro depoimento à autoridade policial, esclarecendo o que puder ser esclarecido, contribuindo para as investigações, na medida do possível".

Amodeo condenou o clima de tensão que vigorou nos dez dias em que o gerente da Schincariol esteve preso, "sem sequer saber se é acusado ou não é, vendo sua casa invadida à cata de papéis que não existem". Ele disse, entretanto, que, ainda, não há data prevista para o depoimento de Robson. Indicou que a iniciativa de procurar a polícia partirá de seu cliente. "Tão logo possamos sentar diante das acusações, esclarecer fatos, alinhar respostas, colecionar esclarecimentos em favor da verdade, ele mesmo vai recorrer à autoridade policial para prestar esclarecimentos, um depoimento que não pôde prestar nessa circunstância turbulenta dessa prisão apoteótica", declarou.

O advogado assegurou que seu cliente é inocente das acusações de sonegação de divisas, evasão fiscal, corrupção e lavagem de dinheiro imputadas à Schincariol pela Polícia Federal. "Dentro do que eu pude muito rapidamente conhecer e do que eu pude muito rapidamente falar com ele, enquanto se priorizava sua libertação, ele não tem nenhuma atitude que mereça reprovação penal", explicou.

Os demais suspeitos libertados no Rio de Janeiro são ligados a distribuidoras de bebidas. A ‘Operação Cevada’ foi iniciada há dois anos pela Polícia Federal, a partir de denúncias anônimas recebidas pela Receita Federal, além de operações efetuadas em postos fiscais.

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