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'Max Payne' sai do videogame para as telas dos cinemas


Carla Navarrete
Do Diário OnLine

21/11/2008 | 07:00


Lançado em 2001, "Max Payne" parecia uma adaptação das telas para o videogame. Além de um cenário noir, o jogo pegou emprestado de filmes efeitos como o ‘bullet time' - cenas em câmera lenta que se popularizaram com "Matrix". As referências fizeram do game um sucesso e, agora, Hollywood toma de volta o que é seu por direito com o lançamento de um longa-metragem homônimo, que estréia nesta sexta-feira nos cinemas do Grande ABC e de São Paulo (veja o trailer).

Astro de outros filmes de ação, Mark Wahlberg encarna a versão cinematográfica do personagem principal, um policial amargurado com o assassinato da mulher e do filho. Obcecado por encontrar um dos culpados que não foi preso, ele vai trabalhar no setor de ‘cold cases' (casos que não tiveram solução) da polícia de Nova York, e se infiltra no submundo.

Enquanto faz sua investigação particular, Payne conhece a ‘femme fatale' Natasha (Olga Kurylenko, a Bond Girl de "Quantum of Solace"), que morre prematuramente na história. Por acaso, o assassinato da bela está relacionado ao de sua família e a uma misteriosa droga que parece ter efeitos alucinógenos. Junta-se a ele na busca por vingança a irmã de Natasha, Mona (Mila Kunis, a Jackie da série "That 70's Show").

Assim como no game, os cenários e o clima noir foram feitos com capricho no longa. Para quem é fã do jogo, é provável que as diferenças em relação à história original incomodem, como é de praxe acontecer com esse tipo de adaptação. Já os leigos encontrarão apenas mais um filme de ação policial com cara de ter se baseado em alguma HQ.

Seja qual for o caso, "Max Payne" deixa a impressão de que poderia ter sido melhor. De qualquer forma, o game teve uma continuação, o que deixa a premissa para que Hollywood faça o mesmo - quem sabe com mais sucesso da próxima vez.



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'Max Payne' sai do videogame para as telas dos cinemas

Carla Navarrete
Do Diário OnLine

21/11/2008 | 07:00


Lançado em 2001, "Max Payne" parecia uma adaptação das telas para o videogame. Além de um cenário noir, o jogo pegou emprestado de filmes efeitos como o ‘bullet time' - cenas em câmera lenta que se popularizaram com "Matrix". As referências fizeram do game um sucesso e, agora, Hollywood toma de volta o que é seu por direito com o lançamento de um longa-metragem homônimo, que estréia nesta sexta-feira nos cinemas do Grande ABC e de São Paulo (veja o trailer).

Astro de outros filmes de ação, Mark Wahlberg encarna a versão cinematográfica do personagem principal, um policial amargurado com o assassinato da mulher e do filho. Obcecado por encontrar um dos culpados que não foi preso, ele vai trabalhar no setor de ‘cold cases' (casos que não tiveram solução) da polícia de Nova York, e se infiltra no submundo.

Enquanto faz sua investigação particular, Payne conhece a ‘femme fatale' Natasha (Olga Kurylenko, a Bond Girl de "Quantum of Solace"), que morre prematuramente na história. Por acaso, o assassinato da bela está relacionado ao de sua família e a uma misteriosa droga que parece ter efeitos alucinógenos. Junta-se a ele na busca por vingança a irmã de Natasha, Mona (Mila Kunis, a Jackie da série "That 70's Show").

Assim como no game, os cenários e o clima noir foram feitos com capricho no longa. Para quem é fã do jogo, é provável que as diferenças em relação à história original incomodem, como é de praxe acontecer com esse tipo de adaptação. Já os leigos encontrarão apenas mais um filme de ação policial com cara de ter se baseado em alguma HQ.

Seja qual for o caso, "Max Payne" deixa a impressão de que poderia ter sido melhor. De qualquer forma, o game teve uma continuação, o que deixa a premissa para que Hollywood faça o mesmo - quem sabe com mais sucesso da próxima vez.

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