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Oposição no Senado aponta elementos para impeachment



13/04/2006 | 00:10


Senadores do PSDB, PFL, PMDB e PDT apontaram nesta quarta-feira a existência de elementos para abertura de processo de impeachment do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Um dos mais enfáticos, o presidente nacional do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), disse que Lula é o responsável pela "quadrilha" montada para manter o PT no poder, conforme denúncia apresentada ao STF (Supremo Tribunal Federal) pelo procurador-geral da República, Antônio Fernando Souza.

Os parlamentares oposicionistas afirmaram, porém, que falta pressão da opinião pública para se pedir a abertura de processo de impedimento. "Não há condições políticas para o impeachment", admitiu o senador Jefferson Peres (PDT-AM), pedindo para que a população "acorde". "Eu não vou pedir o impeachment, mas já há motivos para isso. No tempo do Collor, não se identificou o comando da operação dentro do Palácio do Planalto. Agora, isso foi identificado", afirmou.

O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio(AM), subiu à tribuna para manifestar o espanto com a denúncia e com a falta de manifestações enfáticas do governo em defesa de Lula e do PT. "Eu fico impressionado porque nenhum frisson, nada de anormal, ninguém se choca mais com nada."

Em aparte ao discurso de Virgílio, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) disse que o procurador-geral da República não citou Lula porque "não quis". Segundo ele, há elementos para denunciar o presidente como sendo o responsável pela organização criminosa. "Eu não tenho dúvida: ele (Lula) é o grande responsável por ação."



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Oposição no Senado aponta elementos para impeachment


13/04/2006 | 00:10


Senadores do PSDB, PFL, PMDB e PDT apontaram nesta quarta-feira a existência de elementos para abertura de processo de impeachment do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Um dos mais enfáticos, o presidente nacional do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), disse que Lula é o responsável pela "quadrilha" montada para manter o PT no poder, conforme denúncia apresentada ao STF (Supremo Tribunal Federal) pelo procurador-geral da República, Antônio Fernando Souza.

Os parlamentares oposicionistas afirmaram, porém, que falta pressão da opinião pública para se pedir a abertura de processo de impedimento. "Não há condições políticas para o impeachment", admitiu o senador Jefferson Peres (PDT-AM), pedindo para que a população "acorde". "Eu não vou pedir o impeachment, mas já há motivos para isso. No tempo do Collor, não se identificou o comando da operação dentro do Palácio do Planalto. Agora, isso foi identificado", afirmou.

O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio(AM), subiu à tribuna para manifestar o espanto com a denúncia e com a falta de manifestações enfáticas do governo em defesa de Lula e do PT. "Eu fico impressionado porque nenhum frisson, nada de anormal, ninguém se choca mais com nada."

Em aparte ao discurso de Virgílio, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) disse que o procurador-geral da República não citou Lula porque "não quis". Segundo ele, há elementos para denunciar o presidente como sendo o responsável pela organização criminosa. "Eu não tenho dúvida: ele (Lula) é o grande responsável por ação."

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