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Ninguém se lembrava do futebol no clássico


Analy Cristofani
Do Diário do Grande ABC

28/04/2006 | 08:41


Se o futebol não foi dos melhores no clássico da Libertadores, na quarta-feira, no Palestra Itália, a violência fora do estádio foi bem pior. Fui ao Palestra e saí do estádio a pé. Caminhei até o shopping West Plaza em rua escura. O pânico de quem é do bem é difícil até mesmo de descrever. De repente, andando rápido, encontrei com um grupo de mais de 50 torcedores, que pareciam retornar ao portão principal do Palestra. Um único policial, não sei exatamente o motivo, abordou um deles. A cena assustou pelo fato de o policial estar sozinho diante daquela multidão. Qualquer reação dos torcedores acabaria em tragédia. Se estivessem com a intenção de agredir o policial, ele não teria como reagir. Poderia, até, ser massacrado.

O shopping, que fechou suas portas e ficou com seguranças e cachorros em cada entrada, não permitia a entrada de ninguém após as 21h. E os seguranças estavam atentos a tudo. Do lado de dentro, o estado de pânico prevalecia, principalmente no rosto das mulheres. O segurança alertava para que as pessoas não ficassem olhando para a rua. Motivo: poderia ser perigoso no caso de alguma bala perdida. E do futebol ninguém se lembrava.



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Ninguém se lembrava do futebol no clássico

Analy Cristofani
Do Diário do Grande ABC

28/04/2006 | 08:41


Se o futebol não foi dos melhores no clássico da Libertadores, na quarta-feira, no Palestra Itália, a violência fora do estádio foi bem pior. Fui ao Palestra e saí do estádio a pé. Caminhei até o shopping West Plaza em rua escura. O pânico de quem é do bem é difícil até mesmo de descrever. De repente, andando rápido, encontrei com um grupo de mais de 50 torcedores, que pareciam retornar ao portão principal do Palestra. Um único policial, não sei exatamente o motivo, abordou um deles. A cena assustou pelo fato de o policial estar sozinho diante daquela multidão. Qualquer reação dos torcedores acabaria em tragédia. Se estivessem com a intenção de agredir o policial, ele não teria como reagir. Poderia, até, ser massacrado.

O shopping, que fechou suas portas e ficou com seguranças e cachorros em cada entrada, não permitia a entrada de ninguém após as 21h. E os seguranças estavam atentos a tudo. Do lado de dentro, o estado de pânico prevalecia, principalmente no rosto das mulheres. O segurança alertava para que as pessoas não ficassem olhando para a rua. Motivo: poderia ser perigoso no caso de alguma bala perdida. E do futebol ninguém se lembrava.

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