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Bem comum

cartas


Dgabc

15/04/2011 | 00:00


Estive internada no fim de semana em hospital na Capital. Parecia hotel, tudo do bom e do melhor, especialmente o médico, atencioso e dedicado. Não tenho queixa nenhuma nem do atendimento médico e muito menos do hospital, tudo perfeito. Passando por tudo isso fico a imaginar que todo cidadão brasileiro deveria ter direitos a Saúde de qualidade, poder desfrutar de hospital limpo, sem ferrugens nas camas, boa alimentação e, principalmente, profissionais responsáveis. Entendo que esse é o bem comum mais importante para o ser humano, pois quando precisamos nos entregar aos cuidados dos profissionais da Saúde, somos todos iguais, aliás, somos nada, bem isso, somos nada. Quero chamar atenção mais uma vez de nossos governantes para que olhem para a Saúde tão precária de todos nós como se fosse a qual eles desfrutam. Afinal de contas o artigo 5º da Constituição Federal nos outorga esse direito.

Rosangela Caris

Mauá

Fazer BO

A situação é de abandono. Todos nós somos vítimas! Eu diria que os funcionários que atuam nas polícias Civil e Militar são vítimas em dobro. Vítimas como cidadãos comuns, e também como profissionais de política de Segurança Pública ultrapassada. De que lado está o governo? Enquanto os bandidos se organizam cada vez melhor, resta-nos, apenas, conviver com o crescimento da guerra urbana e assistir na TV à guerra política que acontece na Secretaria de Segurança Pública. A população precisa unir-se para fazer prevalecer o seu direito de ir e vir. As polícias necessitam urgentemente reorganizar-se em torno do mesmo objetivo. Só assim nós vamos conseguir amenizar o problema. A Polícia Militar var registrar BO? E quem vai investigar? É chegada hora de parar de jogar o lixo embaixo do tapete.

Antonia Liberalino Bitú

São Bernardo

Só para alguns

Onde andam aqueles seres desagradáveis que, volta e meia, aparecem na televisão para defender bandidos? Não vi nenhum dos defensores dos direitos humanos na TV, para dar uma palavra de conforto para familiares das meninas de Cunha, mortas barbaramente por bandido, que saiu da cadeia para matar e ficar impune. Só não ficou devido à força da imprensa.Também não vi nenhum deles confortando os familiares das crianças mortas no Realengo, no Rio de Janeiro. Mais uma vez fica claro que esses tais defensores só existem para defender bandidos. Deveriam ser banidos da face da Terra, pois não prestam nenhum serviço aos que realmente precisam. Aqueles que realmente cumprem a missão são poucos e não se preocupam em ocupar manchetes na mídia.

Sebastião Carlos de Oliveira

Santo André

Tragédia

A tragédia que ocorreu em Realengo, Rio de Janeiro, foi sinal de alerta contra o preconceito que assola nossa sociedade, onde o desamor impera. O tal bullying nada mais é do que a prática de pessoas desprovidas de amor ao próximo, cuja educação em suas casas deixa muito a desejar. O papa João Paulo II disse uma vez em suas palavras que o homem tinha perdido o sentido do pecado. Hoje tudo é válido, sendo que nós confundimos liberdade com libertinagem. Vamos pensar muito no que aconteceu, principalmente nas escolas de todos os níveis, a fim de que a Lei de Murf não aconteça novamente.

Antonio Fausto P. Guedes Lopes

Santo André



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Dgabc

15/04/2011 | 00:00


Estive internada no fim de semana em hospital na Capital. Parecia hotel, tudo do bom e do melhor, especialmente o médico, atencioso e dedicado. Não tenho queixa nenhuma nem do atendimento médico e muito menos do hospital, tudo perfeito. Passando por tudo isso fico a imaginar que todo cidadão brasileiro deveria ter direitos a Saúde de qualidade, poder desfrutar de hospital limpo, sem ferrugens nas camas, boa alimentação e, principalmente, profissionais responsáveis. Entendo que esse é o bem comum mais importante para o ser humano, pois quando precisamos nos entregar aos cuidados dos profissionais da Saúde, somos todos iguais, aliás, somos nada, bem isso, somos nada. Quero chamar atenção mais uma vez de nossos governantes para que olhem para a Saúde tão precária de todos nós como se fosse a qual eles desfrutam. Afinal de contas o artigo 5º da Constituição Federal nos outorga esse direito.

Rosangela Caris

Mauá

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A situação é de abandono. Todos nós somos vítimas! Eu diria que os funcionários que atuam nas polícias Civil e Militar são vítimas em dobro. Vítimas como cidadãos comuns, e também como profissionais de política de Segurança Pública ultrapassada. De que lado está o governo? Enquanto os bandidos se organizam cada vez melhor, resta-nos, apenas, conviver com o crescimento da guerra urbana e assistir na TV à guerra política que acontece na Secretaria de Segurança Pública. A população precisa unir-se para fazer prevalecer o seu direito de ir e vir. As polícias necessitam urgentemente reorganizar-se em torno do mesmo objetivo. Só assim nós vamos conseguir amenizar o problema. A Polícia Militar var registrar BO? E quem vai investigar? É chegada hora de parar de jogar o lixo embaixo do tapete.

Antonia Liberalino Bitú

São Bernardo

Só para alguns

Onde andam aqueles seres desagradáveis que, volta e meia, aparecem na televisão para defender bandidos? Não vi nenhum dos defensores dos direitos humanos na TV, para dar uma palavra de conforto para familiares das meninas de Cunha, mortas barbaramente por bandido, que saiu da cadeia para matar e ficar impune. Só não ficou devido à força da imprensa.Também não vi nenhum deles confortando os familiares das crianças mortas no Realengo, no Rio de Janeiro. Mais uma vez fica claro que esses tais defensores só existem para defender bandidos. Deveriam ser banidos da face da Terra, pois não prestam nenhum serviço aos que realmente precisam. Aqueles que realmente cumprem a missão são poucos e não se preocupam em ocupar manchetes na mídia.

Sebastião Carlos de Oliveira

Santo André

Tragédia

A tragédia que ocorreu em Realengo, Rio de Janeiro, foi sinal de alerta contra o preconceito que assola nossa sociedade, onde o desamor impera. O tal bullying nada mais é do que a prática de pessoas desprovidas de amor ao próximo, cuja educação em suas casas deixa muito a desejar. O papa João Paulo II disse uma vez em suas palavras que o homem tinha perdido o sentido do pecado. Hoje tudo é válido, sendo que nós confundimos liberdade com libertinagem. Vamos pensar muito no que aconteceu, principalmente nas escolas de todos os níveis, a fim de que a Lei de Murf não aconteça novamente.

Antonio Fausto P. Guedes Lopes

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