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EUA vão fechar escritórios venezuelanos ligados à compra de armas


Da AFP

08/09/2006 | 20:17


O Departamento de Estado americano confirmou nesta sexta-feira a ordem de fechamento de um escritório de compra de armamento da Venezuela em Miami e também de uma dependência venezuelana na Base Aérea Wright Patterson, em Ohio (nordeste).

"Há um escritório de aquisições militares em Miami e enviamos uma nota diplomática em cinco de setembro à embaixada venezuelana (nos Estados Unidos) pedindo que seja fechado em 30 de setembro", confirmou o porta-voz do Departamento de Estado, Sean McCormack, em entrevista à imprensa.

"Há também outro escritório, o de contato venezuelano na Base Aérea Wright Patterson em Ohio, que será fechado neste mês", acrescentou o porta-voz.

McCormack destacou que o fechamento destes escritórios é uma "conseqüência prática" da decisão americana de "acabar com as vendas e licenças para exportação de artigos de defesa e serviços de defesa para a Venezuela".

A Venezuela rejeitou na quinta-feira uma nota verbal do governo dos Estados Unidos confirmando a revogação de venda de armas ao país sul-americano e ordenando o fechamento de seu escritório de aquisições em Miami ainda este mês.

Em comunicado da chancelaria, o governo de Hugo Chávez se recusou a aceitar a mensagem e advertiu que "adotará com responsabilidade as medidas que forem necessárias".

"É, sob todas as luzes, um novo ato de hostilidade destinado a exercer uma espécie de bloqueio no âmbito militar, que nosso país rejeita com a maior firmeza", frisou Caracas.

O presidente venezuelano destacou que seu país pretende modernizar seu equipamento militar.

A Venezuela vem negociando contratos no setor com fornecedores russos e espanhóis, em resposta à decisão americana de suspender a venda de armas e os serviços militares a Caracas.



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EUA vão fechar escritórios venezuelanos ligados à compra de armas

Da AFP

08/09/2006 | 20:17


O Departamento de Estado americano confirmou nesta sexta-feira a ordem de fechamento de um escritório de compra de armamento da Venezuela em Miami e também de uma dependência venezuelana na Base Aérea Wright Patterson, em Ohio (nordeste).

"Há um escritório de aquisições militares em Miami e enviamos uma nota diplomática em cinco de setembro à embaixada venezuelana (nos Estados Unidos) pedindo que seja fechado em 30 de setembro", confirmou o porta-voz do Departamento de Estado, Sean McCormack, em entrevista à imprensa.

"Há também outro escritório, o de contato venezuelano na Base Aérea Wright Patterson em Ohio, que será fechado neste mês", acrescentou o porta-voz.

McCormack destacou que o fechamento destes escritórios é uma "conseqüência prática" da decisão americana de "acabar com as vendas e licenças para exportação de artigos de defesa e serviços de defesa para a Venezuela".

A Venezuela rejeitou na quinta-feira uma nota verbal do governo dos Estados Unidos confirmando a revogação de venda de armas ao país sul-americano e ordenando o fechamento de seu escritório de aquisições em Miami ainda este mês.

Em comunicado da chancelaria, o governo de Hugo Chávez se recusou a aceitar a mensagem e advertiu que "adotará com responsabilidade as medidas que forem necessárias".

"É, sob todas as luzes, um novo ato de hostilidade destinado a exercer uma espécie de bloqueio no âmbito militar, que nosso país rejeita com a maior firmeza", frisou Caracas.

O presidente venezuelano destacou que seu país pretende modernizar seu equipamento militar.

A Venezuela vem negociando contratos no setor com fornecedores russos e espanhóis, em resposta à decisão americana de suspender a venda de armas e os serviços militares a Caracas.

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