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Cegonheiros param sem sindicato


Luciele Velluto
Do Diário do Grande ABC

10/04/2008 | 07:02


Alguns cegonheiros de São Bernardo decidiram nesta quarta-feira, em assembléia, fazer uma paralisação por tempo indeterminado para reivindicar trabalho, negado pelo Sindicato Nacional dos Cegonheiros, que representa as empresas de transporte. Os grevistas não têm o apoio do Simoc (Sindicato dos Motoristas Cegonheiros de São Bernardo), entidade que representa os trabalhadores, e resolveram fazer um protesto independente.

 Segundo o presidente da cooperativa Coopermocatter e um dos coordenadores do movimento, Rubens Severino Batista, o sindicato patronal está barrando o serviço desses profissionais.

 “As montadoras estão com novas vagas para o transporte de automóveis para atender o crescimento da demanda do setor. Estava tudo certo que isso seria passado direto para os motoristas, mas o sindicato das empresas não quer que isso aconteça e não permitiu que ficássemos com essas vagas.” Segundo o cegonheiro, há cerca de 400 pessoas que devem aderir ao movimento, iniciado na manhã desta quarta-feira. Batista calcula que pode haver atrasos nas entregas a partir desta quinta.

O presidente da cooperativa também explica que as vagas já estavam acertadas há seis meses, mas as micro e pequenas empresas do setor reivindicaram os serviços para eles. “Estamos com cerca de 40 caminhões parados por causa disso. Não queremos briga, só queremos resolver isso pacificamente, mas eles se recusam a negociar. Queremos a abertura do mercado.”

 Procurado pelo Diário, o presidente do Simoc não foi encontrado para comentar o assunto. A entidade apenas informou que a paralisação não é do sindicato – que conta com 3.000 motoristas – e sim de uma decisão de uma parcela de seus filiados. O sindicato patronal também preferiu não comentar o assunto.


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Cegonheiros param sem sindicato

Luciele Velluto
Do Diário do Grande ABC

10/04/2008 | 07:02


Alguns cegonheiros de São Bernardo decidiram nesta quarta-feira, em assembléia, fazer uma paralisação por tempo indeterminado para reivindicar trabalho, negado pelo Sindicato Nacional dos Cegonheiros, que representa as empresas de transporte. Os grevistas não têm o apoio do Simoc (Sindicato dos Motoristas Cegonheiros de São Bernardo), entidade que representa os trabalhadores, e resolveram fazer um protesto independente.

 Segundo o presidente da cooperativa Coopermocatter e um dos coordenadores do movimento, Rubens Severino Batista, o sindicato patronal está barrando o serviço desses profissionais.

 “As montadoras estão com novas vagas para o transporte de automóveis para atender o crescimento da demanda do setor. Estava tudo certo que isso seria passado direto para os motoristas, mas o sindicato das empresas não quer que isso aconteça e não permitiu que ficássemos com essas vagas.” Segundo o cegonheiro, há cerca de 400 pessoas que devem aderir ao movimento, iniciado na manhã desta quarta-feira. Batista calcula que pode haver atrasos nas entregas a partir desta quinta.

O presidente da cooperativa também explica que as vagas já estavam acertadas há seis meses, mas as micro e pequenas empresas do setor reivindicaram os serviços para eles. “Estamos com cerca de 40 caminhões parados por causa disso. Não queremos briga, só queremos resolver isso pacificamente, mas eles se recusam a negociar. Queremos a abertura do mercado.”

 Procurado pelo Diário, o presidente do Simoc não foi encontrado para comentar o assunto. A entidade apenas informou que a paralisação não é do sindicato – que conta com 3.000 motoristas – e sim de uma decisão de uma parcela de seus filiados. O sindicato patronal também preferiu não comentar o assunto.

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