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Flávio Bolsonaro e Queiroz são denunciados pelo Ministério Público

Reprodução/Instagram Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Filho do presidente é acusado de peculato, lavagem de dinheiro e de liderar organização criminosa


Do Diário do Grande ABC
Com Agências

28/09/2020 | 18:56


Nesta segunda-feira (28), o MP (Ministério Público) denunciou Flávio Bolsonaro (Republicanos) e Queiroz por “rachadinha” na Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro). O senador, e filho do presidente Jair Bolsonaro, é acusado de peculato, lavagem de dinheiro e de liderar organização criminosa.

A quebra dos sigilos bancário e fiscal apontou que Flávio usou, pelo menos, R$ 2,7 milhões em dinheiro vivo do esquema chamado de rachadinhas. A investigação começou em 2018 depois que um relatório da Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) identificou movimentação atípica de R$ 1,2 milhões na conta do Queiroz, que foi assessor do senador e amigo da família Bolsonaro.

Queiroz foi preso na casa do advogado Frederick Wassef, advogado do Flávio até aquele momento e cumpre prisão domiciliar. O documento aponta que oito assessores de Flávio faziam repasses a Queiroz, além de integrantes da família do ex-assessor.



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Flávio Bolsonaro e Queiroz são denunciados pelo Ministério Público

Filho do presidente é acusado de peculato, lavagem de dinheiro e de liderar organização criminosa

Do Diário do Grande ABC
Com Agências

28/09/2020 | 18:56


Nesta segunda-feira (28), o MP (Ministério Público) denunciou Flávio Bolsonaro (Republicanos) e Queiroz por “rachadinha” na Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro). O senador, e filho do presidente Jair Bolsonaro, é acusado de peculato, lavagem de dinheiro e de liderar organização criminosa.

A quebra dos sigilos bancário e fiscal apontou que Flávio usou, pelo menos, R$ 2,7 milhões em dinheiro vivo do esquema chamado de rachadinhas. A investigação começou em 2018 depois que um relatório da Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) identificou movimentação atípica de R$ 1,2 milhões na conta do Queiroz, que foi assessor do senador e amigo da família Bolsonaro.

Queiroz foi preso na casa do advogado Frederick Wassef, advogado do Flávio até aquele momento e cumpre prisão domiciliar. O documento aponta que oito assessores de Flávio faziam repasses a Queiroz, além de integrantes da família do ex-assessor.

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