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Paulistas têm piores públicos da Série B do Brasileiro


Divanei Guazzelli
Do Diário do Grande ABC

23/09/2006 | 00:04


Na primeira edição por pontos corridos da Série B do Campeonato Brasileiro, o futebol paulista patina na disputa pelo acesso, corre o risco de perder pelo menos dois times para a Série C e ainda decepciona na presença de público, segundo estatística mais recente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol).


A freqüência frustrante do torcedor de São Paulo na Série B não é novidade. Nas duas últimas temporadas, também foi baixa, e a exceção ocorreu em 2003, quando o Palmeiras disputou-a e foi campeão.


Em 2006, os dez piores públicos ocorreram em jogos disputados em estádios paulistas, cinco num só local – o estádio Novelli Júnior, em Itu, local dos jogos do Ituano. Os três piores foram do Ituano, mas em outros locais, pois o Novelli Júnior não estava liberado por problemas na iluminação: 80 torcedores contra o Brasiliense e 115 diante do Marília, em Ribeirão Preto, e 115 diante do Brasília.


O Ituano está ameaçado pelo descenso, da mesma forma que a Portuguesa, protagonista de dois dos piores públicos: 336 contra o Marília e 346 diante da Portuguesa, na derrota por 3 a 2, terça-feira, no Canindé.

Domínio atleticano – O oposto das arquibancadas, na comparação com os paulistas, é o Atlético-MG, que tenta retornar à Série A uma temporada após o rebaixamento, e tem média de 20.157 torcedores por partida. Sem contar os jogos de sexta-feira à noite, o Atlético tem as cinco principais presenças de público, a maior, contra o Ceará (30.909 pagantes).


Da sexta à oitava posições, aparecem três jogos do Remo e um do Ceará, que podem cair para a Série C. A 10ª volta a ser do Atlético. Para complicar, a 26ª rodada foi aberta sem que um só representante paulista esteja na zona de acesso para 2007, por enquanto composta por Atlético, Náutico, Sport e Coritiba.


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Paulistas têm piores públicos da Série B do Brasileiro

Divanei Guazzelli
Do Diário do Grande ABC

23/09/2006 | 00:04


Na primeira edição por pontos corridos da Série B do Campeonato Brasileiro, o futebol paulista patina na disputa pelo acesso, corre o risco de perder pelo menos dois times para a Série C e ainda decepciona na presença de público, segundo estatística mais recente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol).


A freqüência frustrante do torcedor de São Paulo na Série B não é novidade. Nas duas últimas temporadas, também foi baixa, e a exceção ocorreu em 2003, quando o Palmeiras disputou-a e foi campeão.


Em 2006, os dez piores públicos ocorreram em jogos disputados em estádios paulistas, cinco num só local – o estádio Novelli Júnior, em Itu, local dos jogos do Ituano. Os três piores foram do Ituano, mas em outros locais, pois o Novelli Júnior não estava liberado por problemas na iluminação: 80 torcedores contra o Brasiliense e 115 diante do Marília, em Ribeirão Preto, e 115 diante do Brasília.


O Ituano está ameaçado pelo descenso, da mesma forma que a Portuguesa, protagonista de dois dos piores públicos: 336 contra o Marília e 346 diante da Portuguesa, na derrota por 3 a 2, terça-feira, no Canindé.

Domínio atleticano – O oposto das arquibancadas, na comparação com os paulistas, é o Atlético-MG, que tenta retornar à Série A uma temporada após o rebaixamento, e tem média de 20.157 torcedores por partida. Sem contar os jogos de sexta-feira à noite, o Atlético tem as cinco principais presenças de público, a maior, contra o Ceará (30.909 pagantes).


Da sexta à oitava posições, aparecem três jogos do Remo e um do Ceará, que podem cair para a Série C. A 10ª volta a ser do Atlético. Para complicar, a 26ª rodada foi aberta sem que um só representante paulista esteja na zona de acesso para 2007, por enquanto composta por Atlético, Náutico, Sport e Coritiba.

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