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Previdência privada: para compor renda mensal, VGBL


Fernando Bortolin
Do Diário do Grande ABC

22/01/2006 | 08:05


PGBL, VGBL. Parece sopra de letrinhas, mas por trás destas siglas há um negócio orçado em R$ 78 bilhões e um número superior a 7,2 milhões de planos individuais e 145 mil planos corporativos, envolvendo 264 mil brasileiros. Trata-se da previdência privada, que move a maior parte dos trabalhadores a buscar uma renda complementar significativamente melhor ao fim da vida, longe das amarras do INSS e da briga por um salário mínimo que não atende às expectativas na correção das aposentadorias.

PGBL é a denominação de Plano Gerador de Benefício Livre, responsável por 24% dos planos existentes hoje, o equivalente a R$ 18,7 bilhões. Já o VGBL significa Vida Gerador de Benefício Livre e detém a maior fatia desse mercado: 58%, ou R$ 45,3 bilhões. Cada um tem um fim específico, que varia desde o valor mensal de contribuição – ou em parcela única – aos prazos de resgate e usufruto de beneficiários, sem contar o tratamento fiscal.

VGBL – Pela participação de quase 60% das reservas técnicas, o Vida Gerador de Benefício Livre é o que mais se adapta à renda dos trabalhadores. Embora os resgates se dêem a partir de 12 meses, ante 60 dias dos PGBLs, é o que se encaixa na complementação mensal do orçamento. O PGBL, nesse aspecto, tem o papel clássico de um fundo a ser usado quando da aposentadoria, propriamente dito, garantindo pensão pelo número de anos estipulado em contrato. Já o VGBL tem a conotação de um fundo que complementa a renda, mesmo durante a atividade profissional.

Tributação – VGBL e PGBL pagam Imposto de Renda. A diferença é que durante o período de acumulação os recursos aplicados no VGBL são isentos. Só quando houver o recebimento da renda mensal ou o resgate único se abaterá o IR, mesmo assim, apenas sobre os rendimentos aferidos.

No PGBL, o IR recai sobre os valores mensais de contribuição e também no resgate ou usufruto da renda.


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Previdência privada: para compor renda mensal, VGBL

Fernando Bortolin
Do Diário do Grande ABC

22/01/2006 | 08:05


PGBL, VGBL. Parece sopra de letrinhas, mas por trás destas siglas há um negócio orçado em R$ 78 bilhões e um número superior a 7,2 milhões de planos individuais e 145 mil planos corporativos, envolvendo 264 mil brasileiros. Trata-se da previdência privada, que move a maior parte dos trabalhadores a buscar uma renda complementar significativamente melhor ao fim da vida, longe das amarras do INSS e da briga por um salário mínimo que não atende às expectativas na correção das aposentadorias.

PGBL é a denominação de Plano Gerador de Benefício Livre, responsável por 24% dos planos existentes hoje, o equivalente a R$ 18,7 bilhões. Já o VGBL significa Vida Gerador de Benefício Livre e detém a maior fatia desse mercado: 58%, ou R$ 45,3 bilhões. Cada um tem um fim específico, que varia desde o valor mensal de contribuição – ou em parcela única – aos prazos de resgate e usufruto de beneficiários, sem contar o tratamento fiscal.

VGBL – Pela participação de quase 60% das reservas técnicas, o Vida Gerador de Benefício Livre é o que mais se adapta à renda dos trabalhadores. Embora os resgates se dêem a partir de 12 meses, ante 60 dias dos PGBLs, é o que se encaixa na complementação mensal do orçamento. O PGBL, nesse aspecto, tem o papel clássico de um fundo a ser usado quando da aposentadoria, propriamente dito, garantindo pensão pelo número de anos estipulado em contrato. Já o VGBL tem a conotação de um fundo que complementa a renda, mesmo durante a atividade profissional.

Tributação – VGBL e PGBL pagam Imposto de Renda. A diferença é que durante o período de acumulação os recursos aplicados no VGBL são isentos. Só quando houver o recebimento da renda mensal ou o resgate único se abaterá o IR, mesmo assim, apenas sobre os rendimentos aferidos.

No PGBL, o IR recai sobre os valores mensais de contribuição e também no resgate ou usufruto da renda.

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