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Brasileiras 'dão lucro' na piscina do Pan



14/08/2003 | 00:13


As meninas do conjunto do nado sincronizado do Brasil fizeram nesta quarta uma rotina técnica que agradou ao público no parque aquático do Centro Olímpico Juan Pablo Duarte. Deixaram a piscina aplaudidas, apesar da torcida contra das mexicanas, que chegaram a gritar estimulando as canadenses. "Isso é normal porque a nossa briga direta é com o México. Estamos acostumadas", disse Camile de Oliveira, que está no grupo desde 1995. Também a única nota abaixo de 9, um 8.8, as meninas levaram de um juiz mexicano.

O conjunto terminou em terceiro, atrás dos Estados Unidos e Canadá. A decisão das medalhas será na sexta, após a apresentação da rotina livre. Nesta quinta, será definido o pódio do dueto - Carolina de Moraes, com o pé quebrado, volta a nadar com a irmã Isabela, usando botinha da cor da pele.

De maiô preto, com desenho bordado em lantejoula, na altura do colo, imitando paletó, camisa e gravata (vermelha) - para "lembrar o escritório", explica Camile - as meninas executaram a rotina de exercícios obrigatórios com uma trilha sonora gravada em estúdio, que reproduz sons de um dia agitado na cidade (buzina, batida de carro, telefone e de conexão com a internet misturada a ritmos brasileiros).

Gláucia Heier de Souza, que era reserva e teve de substituir Carolina de Moraes no conjunto, ficou feliz por ter conseguido executar bem os exercícios. Foi muito abraçada pelas companheiras após as notas anunciadas pelo placar, dadas por cinco juízes, em execução e impressão geral (96.500 para Estados Unidos, 96.333 para Canadá, 90.833 para o Brasil e 88.333 para o México).

"Eu sabia que, tecnicamente, elas eram superiores ao México, mas não sabia se seria uma nadada boa, sem erros. Nosso programa longo é criativo e vamos tentar manter a posição", afirmou a técnica Mônica de Abreu Rosas, feliz com a evolução do grupo. "Hoje o degrau para os Estados Unidos e o Canadá já não é tão alto como antigamente. Notas na casa dos 9 são muito boas", afirmou a treinadora.



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Brasileiras 'dão lucro' na piscina do Pan


14/08/2003 | 00:13


As meninas do conjunto do nado sincronizado do Brasil fizeram nesta quarta uma rotina técnica que agradou ao público no parque aquático do Centro Olímpico Juan Pablo Duarte. Deixaram a piscina aplaudidas, apesar da torcida contra das mexicanas, que chegaram a gritar estimulando as canadenses. "Isso é normal porque a nossa briga direta é com o México. Estamos acostumadas", disse Camile de Oliveira, que está no grupo desde 1995. Também a única nota abaixo de 9, um 8.8, as meninas levaram de um juiz mexicano.

O conjunto terminou em terceiro, atrás dos Estados Unidos e Canadá. A decisão das medalhas será na sexta, após a apresentação da rotina livre. Nesta quinta, será definido o pódio do dueto - Carolina de Moraes, com o pé quebrado, volta a nadar com a irmã Isabela, usando botinha da cor da pele.

De maiô preto, com desenho bordado em lantejoula, na altura do colo, imitando paletó, camisa e gravata (vermelha) - para "lembrar o escritório", explica Camile - as meninas executaram a rotina de exercícios obrigatórios com uma trilha sonora gravada em estúdio, que reproduz sons de um dia agitado na cidade (buzina, batida de carro, telefone e de conexão com a internet misturada a ritmos brasileiros).

Gláucia Heier de Souza, que era reserva e teve de substituir Carolina de Moraes no conjunto, ficou feliz por ter conseguido executar bem os exercícios. Foi muito abraçada pelas companheiras após as notas anunciadas pelo placar, dadas por cinco juízes, em execução e impressão geral (96.500 para Estados Unidos, 96.333 para Canadá, 90.833 para o Brasil e 88.333 para o México).

"Eu sabia que, tecnicamente, elas eram superiores ao México, mas não sabia se seria uma nadada boa, sem erros. Nosso programa longo é criativo e vamos tentar manter a posição", afirmou a técnica Mônica de Abreu Rosas, feliz com a evolução do grupo. "Hoje o degrau para os Estados Unidos e o Canadá já não é tão alto como antigamente. Notas na casa dos 9 são muito boas", afirmou a treinadora.

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