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Santo André tem oportunidade de atuar completo após 50 dias


Analy Cristofani
Do Diário do Grande ABC

12/04/2005 | 11:35


Cinquenta dias. Este é o tempo que o Santo André entrou em campo sem poder contar com todos seus jogadores titulares. Neste domingo, no entanto, a promessa do departamento médico é deixar os atletas em condições de jogo para o técnico Sérgio Soares e, se isso acontecer, o treinador poderá encarar a Ponte Preta, em Campinas, preparando sua equipe para a partida da próxima terça-feira, contra o Palmeiras, pela Copa Libertadores. O número é válido, já que a Federação Paulista de Futebol não antecipou a partida, um pedido do Santo André que os próprios dirigentes reconheciam ser difícil de ser aceito.

“A única válvula que tínhamos era a antecipação a pedido da televisão. Mas como a Ponte Preta ainda corre risco de rebaixamento, fica complicado”, disse o diretor de Futebol, Sérgio do Prado.

A última vez que o time do Grande ABC entrou em campo completo foi diante do União Barbarense, em 26 de fevereiro. O técnico Luiz Carlos Ferreira ainda comandava a equipe, mas não suportou a pressão dos resultados negativos e saiu. Sérgio Soares assumiu diante do Palmeiras, pela competição sul-americana.

Na partida em Santa Bárbara, o Santo André venceu por 2 a 0. E sofreu ali seu primeiro desfalque: Fumagalli, que retornou contra o Ituano no decorrer da partida. Assim, a estréia do time na Libertadores foi sem seu meia de ligação. Fumagalli ainda não jogou a competição este ano.

Depois daquele jogo, uma seqüência de contusões. Juntaram-se ao meia os zagueiros Da Guia, Dedimar e Gabriel, os laterais Alexandre e Romerito, o volante Fernando e o atacante Sandro Gaúcho. Alguns deles chegaram a entrar neste período e, com a necessidade de escalar o time, o médico Rui de Oliveira liberou alguns deles, que acabaram retornando. Caso de Sandro Gaúcho e Da Guia. Contundido, o primeiro não enfrentou o Ituano, assim como o zagueiro Grabriel, suspenso.

Os problemas, no entanto, não tiraram o humor do grupo. Rui de Oliveira chega a brincar com a situação. “Tenho um grupo forte comigo”.

Neste período, o Santo André jogou 11 partidas, sendo oito pelo Campeonato Paulista. Venceu três, todas no Estadual, perdeu cinco (quatro no Paulista e um na Libertadores, para o Deportivo Táchira, e três empates, dois na Libertadores e um no Paulista).


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Santo André tem oportunidade de atuar completo após 50 dias

Analy Cristofani
Do Diário do Grande ABC

12/04/2005 | 11:35


Cinquenta dias. Este é o tempo que o Santo André entrou em campo sem poder contar com todos seus jogadores titulares. Neste domingo, no entanto, a promessa do departamento médico é deixar os atletas em condições de jogo para o técnico Sérgio Soares e, se isso acontecer, o treinador poderá encarar a Ponte Preta, em Campinas, preparando sua equipe para a partida da próxima terça-feira, contra o Palmeiras, pela Copa Libertadores. O número é válido, já que a Federação Paulista de Futebol não antecipou a partida, um pedido do Santo André que os próprios dirigentes reconheciam ser difícil de ser aceito.

“A única válvula que tínhamos era a antecipação a pedido da televisão. Mas como a Ponte Preta ainda corre risco de rebaixamento, fica complicado”, disse o diretor de Futebol, Sérgio do Prado.

A última vez que o time do Grande ABC entrou em campo completo foi diante do União Barbarense, em 26 de fevereiro. O técnico Luiz Carlos Ferreira ainda comandava a equipe, mas não suportou a pressão dos resultados negativos e saiu. Sérgio Soares assumiu diante do Palmeiras, pela competição sul-americana.

Na partida em Santa Bárbara, o Santo André venceu por 2 a 0. E sofreu ali seu primeiro desfalque: Fumagalli, que retornou contra o Ituano no decorrer da partida. Assim, a estréia do time na Libertadores foi sem seu meia de ligação. Fumagalli ainda não jogou a competição este ano.

Depois daquele jogo, uma seqüência de contusões. Juntaram-se ao meia os zagueiros Da Guia, Dedimar e Gabriel, os laterais Alexandre e Romerito, o volante Fernando e o atacante Sandro Gaúcho. Alguns deles chegaram a entrar neste período e, com a necessidade de escalar o time, o médico Rui de Oliveira liberou alguns deles, que acabaram retornando. Caso de Sandro Gaúcho e Da Guia. Contundido, o primeiro não enfrentou o Ituano, assim como o zagueiro Grabriel, suspenso.

Os problemas, no entanto, não tiraram o humor do grupo. Rui de Oliveira chega a brincar com a situação. “Tenho um grupo forte comigo”.

Neste período, o Santo André jogou 11 partidas, sendo oito pelo Campeonato Paulista. Venceu três, todas no Estadual, perdeu cinco (quatro no Paulista e um na Libertadores, para o Deportivo Táchira, e três empates, dois na Libertadores e um no Paulista).

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