Fechar
Publicidade

Quinta-Feira, 5 de Dezembro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Nacional

nacional@dgabc.com.br | 4435-8301

Mãe joga filha de 11 meses no rio Piracicaba; criança não resiste



18/04/2006 | 00:02


A dona de casa Fabiene Cristina Campos de Barros, 31 anos, foi presa em flagrante na noite de domingo, acusada de jogar a própria filha, de 11 meses, no rio Piracicaba, que corta a cidade de João Monlevade, a 108 quilômetros de Belo Horizonte. Lara Cristina Campos Rodrigues foi retirada da água por um grupo de resgate voluntário da cidade. Ela chegou a ser socorrida, mas, de acordo com a Polícia Civil, morreu ao dar entrada no hospital municipal Nossa Senhora Margarida.

A própria mãe da criança acionou, às 19h40, a PM e tentou simular um seqüestro. Ela disse aos policiais militares que tinha sido agredida por dois homens, um deles armado, que levaram a criança. No entanto, ao ser interrogada, a mulher confessou que jogou a menina no rio. A vítima foi retirada das águas por volta da 1h de segunda-feira,

No depoimento na delegacia regional, Fabiene disse que estava "cansada de olhar a criança". De acordo com o delegado Antônio Inácio Ferreira, ela foi colocada em uma cela separada. "As pessoas estão revoltadas", disse o delegado.

Homicídio qualificado – Fabiene afirmou aos policiais que é solteira e mãe de outros dois filhos. Um de seis anos, fruto de um primeiro relacionamento, e outro de três, filho do suposto pai do bebê que foi atirado no rio. Conforme Ferreira, a residência da acusada fica próxima ao local do crime, na região industrial de João Monlevade. "Ela entrou debaixo da ponte e jogou a criança", disse.

O delegado instaurou um inquérito e terá dez dias para concluí-lo. Fabiene, adiantou, será indiciada por homicídio qualificado. "Ela aparenta um certo distúrbio, inclusive fazia uso de remédios controlados", observou Ferreira.

Um laudo de necropsia irá apontar a causa da morte da criança. O delegado regional Edmar Paula da Silva, disse, em entrevista à Rádio Itatiaia, que as hipóteses são hipotermia ou afogamento. De acordo com ele, Fabiene alegou que a menina estava "dando muito trabalho". "Ela jogou (a criança no rio) simplesmente por isso."


Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Mãe joga filha de 11 meses no rio Piracicaba; criança não resiste


18/04/2006 | 00:02


A dona de casa Fabiene Cristina Campos de Barros, 31 anos, foi presa em flagrante na noite de domingo, acusada de jogar a própria filha, de 11 meses, no rio Piracicaba, que corta a cidade de João Monlevade, a 108 quilômetros de Belo Horizonte. Lara Cristina Campos Rodrigues foi retirada da água por um grupo de resgate voluntário da cidade. Ela chegou a ser socorrida, mas, de acordo com a Polícia Civil, morreu ao dar entrada no hospital municipal Nossa Senhora Margarida.

A própria mãe da criança acionou, às 19h40, a PM e tentou simular um seqüestro. Ela disse aos policiais militares que tinha sido agredida por dois homens, um deles armado, que levaram a criança. No entanto, ao ser interrogada, a mulher confessou que jogou a menina no rio. A vítima foi retirada das águas por volta da 1h de segunda-feira,

No depoimento na delegacia regional, Fabiene disse que estava "cansada de olhar a criança". De acordo com o delegado Antônio Inácio Ferreira, ela foi colocada em uma cela separada. "As pessoas estão revoltadas", disse o delegado.

Homicídio qualificado – Fabiene afirmou aos policiais que é solteira e mãe de outros dois filhos. Um de seis anos, fruto de um primeiro relacionamento, e outro de três, filho do suposto pai do bebê que foi atirado no rio. Conforme Ferreira, a residência da acusada fica próxima ao local do crime, na região industrial de João Monlevade. "Ela entrou debaixo da ponte e jogou a criança", disse.

O delegado instaurou um inquérito e terá dez dias para concluí-lo. Fabiene, adiantou, será indiciada por homicídio qualificado. "Ela aparenta um certo distúrbio, inclusive fazia uso de remédios controlados", observou Ferreira.

Um laudo de necropsia irá apontar a causa da morte da criança. O delegado regional Edmar Paula da Silva, disse, em entrevista à Rádio Itatiaia, que as hipóteses são hipotermia ou afogamento. De acordo com ele, Fabiene alegou que a menina estava "dando muito trabalho". "Ela jogou (a criança no rio) simplesmente por isso."

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;