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ONU condena 'assassinatos em massa' de palestinos


Das Agências

15/04/2002 | 11:37


A Comissão de Direitos Humanos (CDH) da ONU, reunida em Genebra, condenou nesta segunda-feira, com grande maioria, os "assassinatos em massa" realizados pelas forças israelenses contra o povo palestino. Quarenta países votaram pela resolução apresentada pelos países árabes e islâmicos, inclusive China e Cuba.

Cinco países votaram contra e sete se abstiveram. Os países da União Européia não apresentaram uma frente unida, a França, a Espanha, a Suécia, Portugal, Aústria e Bélgica decidiram apoiar a resolução. A Alemanha e Reino Unido votaram contra e a Itália se absteve.

Nesta resolução, a Comissão da ONU exprime sua viva preocupação "em particular com os assassinatos em massa realizados pelas autoridades de ocupação israelenses contra o povo palestino".

Os países europeus negociaram com os países da Conferência Islâmica a alteração de alguns trechos condenando Israel, julgados excessivos e inaceitáveis, mas para Londres e Berlim estas modificações não foram suficientes.

A versão finalmente adotada reafirma "a legitimidade da luta dos povos contra a ocupação estrangeira", mas não incluem o trecho que falava no uso de "todos os meios a disposição, inclusive a luta armada".

A primeira versão referia-se à ação de Israel nos territórios palestinos como "terrorismo de Estado". Também foi trocado o termo "mártir" para os mortos palestinos, substituído por simplesmente "mortos".

O Canadá, a República Tcheca e a Guatemala estão do lado da Alemanha e do Reino Unido, entre os países que votaram contra a resolução, julgando que não estava equilibrada e não condenou suficientemente o terrorismo palestino.

A Itália, o Japão, a Croácia, a Polônia, o Uruguai e os Camarões se abstiveram. A Rússia votou pela resolução.



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ONU condena 'assassinatos em massa' de palestinos

Das Agências

15/04/2002 | 11:37


A Comissão de Direitos Humanos (CDH) da ONU, reunida em Genebra, condenou nesta segunda-feira, com grande maioria, os "assassinatos em massa" realizados pelas forças israelenses contra o povo palestino. Quarenta países votaram pela resolução apresentada pelos países árabes e islâmicos, inclusive China e Cuba.

Cinco países votaram contra e sete se abstiveram. Os países da União Européia não apresentaram uma frente unida, a França, a Espanha, a Suécia, Portugal, Aústria e Bélgica decidiram apoiar a resolução. A Alemanha e Reino Unido votaram contra e a Itália se absteve.

Nesta resolução, a Comissão da ONU exprime sua viva preocupação "em particular com os assassinatos em massa realizados pelas autoridades de ocupação israelenses contra o povo palestino".

Os países europeus negociaram com os países da Conferência Islâmica a alteração de alguns trechos condenando Israel, julgados excessivos e inaceitáveis, mas para Londres e Berlim estas modificações não foram suficientes.

A versão finalmente adotada reafirma "a legitimidade da luta dos povos contra a ocupação estrangeira", mas não incluem o trecho que falava no uso de "todos os meios a disposição, inclusive a luta armada".

A primeira versão referia-se à ação de Israel nos territórios palestinos como "terrorismo de Estado". Também foi trocado o termo "mártir" para os mortos palestinos, substituído por simplesmente "mortos".

O Canadá, a República Tcheca e a Guatemala estão do lado da Alemanha e do Reino Unido, entre os países que votaram contra a resolução, julgando que não estava equilibrada e não condenou suficientemente o terrorismo palestino.

A Itália, o Japão, a Croácia, a Polônia, o Uruguai e os Camarões se abstiveram. A Rússia votou pela resolução.

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