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Cury se preocupa com clima entre França e Doria

Secretário de Educação pede criação de ambiente saudável na corrida estadual para ajudar Alckmin


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

25/05/2018 | 07:00


Secretário de Educação no Estado, João Cury (sem partido) diz não ver “ambiente saudável” na corrida pelo comando do Palácio dos Bandeirantes, em especial entre as candidaturas do atual governador, Márcio França (PSB), e do ex-prefeito paulistano João Doria (PSDB).

Em visita ao Diário, Cury declarou que “ideal seria ter ambiente bastante tranquilo” para ajudar a candidatura do ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) na corrida presidencial. Tanto França quanto Doria defendem o nome do tucano para presidente da República na eleição de outubro.

“A situação está muito delicada, muito sensível. Imagino que estejam dialogando para tentar achar uma solução para esse impasse”, discorreu o secretário.

Cury estava filiado no PSDB, mas foi expulso do partido após aceitar convite de França para ser secretário de Educação. Segundo o político, não há movimentação para ele ir ao PSB neste momento. “Terei um período sabático porque foi tudo muito traumático (risos)”, considerou.

O titular da Pasta de Educação também fez projeção de redução no número de deputados estaduais do PSDB. Em 2014, o tucanato emplacou 22 filiados na Assembleia Legislativa. Ele se baseou na vitória eleitoral de parlamentares nas eleições municipais de 2016, entre eles Orlando Morando (PSDB), hoje prefeito de São Bernardo (em 2014, Morando obteve 237 mil votos), e Luiz Fernando Machado, atual prefeito de Jundiaí (em 2014, 148 mil votos), além de desistência de outros nomes.

“Se você fizer a conta de quem saiu do partido e de quem está no partido e não será candidato, temos 2 milhões de votos (a menos). Se não tiver um repositório de votos, o PSDB corre o risco de desidratar. Não de sumir, é óbvio. Mas sair de 20 cadeiras na assembleia para 15, 14 cadeiras”, projetou. O PSDB na eleição proporcional pode ter dificuldade. Já vejo o PSB, se fizer esse bloco que eles estão montando, podem aumentar o número de cadeiras”, emendou. Em 2014, o PSB elegeu cinco deputados, entre eles Caio França, filho do governador. (Colaborou Natália Fernandjes) 



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Cury se preocupa com clima entre França e Doria

Secretário de Educação pede criação de ambiente saudável na corrida estadual para ajudar Alckmin

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

25/05/2018 | 07:00


Secretário de Educação no Estado, João Cury (sem partido) diz não ver “ambiente saudável” na corrida pelo comando do Palácio dos Bandeirantes, em especial entre as candidaturas do atual governador, Márcio França (PSB), e do ex-prefeito paulistano João Doria (PSDB).

Em visita ao Diário, Cury declarou que “ideal seria ter ambiente bastante tranquilo” para ajudar a candidatura do ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) na corrida presidencial. Tanto França quanto Doria defendem o nome do tucano para presidente da República na eleição de outubro.

“A situação está muito delicada, muito sensível. Imagino que estejam dialogando para tentar achar uma solução para esse impasse”, discorreu o secretário.

Cury estava filiado no PSDB, mas foi expulso do partido após aceitar convite de França para ser secretário de Educação. Segundo o político, não há movimentação para ele ir ao PSB neste momento. “Terei um período sabático porque foi tudo muito traumático (risos)”, considerou.

O titular da Pasta de Educação também fez projeção de redução no número de deputados estaduais do PSDB. Em 2014, o tucanato emplacou 22 filiados na Assembleia Legislativa. Ele se baseou na vitória eleitoral de parlamentares nas eleições municipais de 2016, entre eles Orlando Morando (PSDB), hoje prefeito de São Bernardo (em 2014, Morando obteve 237 mil votos), e Luiz Fernando Machado, atual prefeito de Jundiaí (em 2014, 148 mil votos), além de desistência de outros nomes.

“Se você fizer a conta de quem saiu do partido e de quem está no partido e não será candidato, temos 2 milhões de votos (a menos). Se não tiver um repositório de votos, o PSDB corre o risco de desidratar. Não de sumir, é óbvio. Mas sair de 20 cadeiras na assembleia para 15, 14 cadeiras”, projetou. O PSDB na eleição proporcional pode ter dificuldade. Já vejo o PSB, se fizer esse bloco que eles estão montando, podem aumentar o número de cadeiras”, emendou. Em 2014, o PSB elegeu cinco deputados, entre eles Caio França, filho do governador. (Colaborou Natália Fernandjes) 

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