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Demanda por emissão do Brasil superou Chile e Turquia



31/07/2010 | 07:21


Os bônus soberanos do Chile e da Turquia atraíram forte demanda nas respectivas operações de captação realizadas no Exterior anteontem, mas inferior à demanda obtida pelos bônus soberanos brasileiros emitidos também nesta semana. Brasil e Chile são classificados com grau de investimento pelas três principais agências de rating, enquanto a Turquia ainda tem grau especulativo.

O Chile, melhor classificado entre os países latino-americanos pelas agências de rating, recebeu uma demanda 5,7 vezes maior à oferta de US$ 1 bilhão em bônus de dez anos em dólares, "significando que a demanda atingiu US$ 5,7 bilhões", disse o ministro das Finanças, Felipe Larrain.

A operação contava ainda com uma tranche em pesos, equivalente a US$ 520 milhões, em bônus de dez anos, que teve demanda 7,3 vezes superior à oferta, de quase US$ 3,8 bilhões.

A Turquia atraiu anteontem mais de cinco vezes os US$ 1 bilhão em eurobônus com vencimento em 2021 ofertados, disse o Tesouro do país, segundo informação da agência de notícias local Ihlas.

A operação recebeu oferta de compra de investidores de 23 países, resultando na distribuição de 33% dos papéis para investidores norte-americanos, 20% para investidores do Reino Unido, 14% para investidores de países europeus e 30% para investidores turcos.

Na quarta-feira, o Tesouro Nacional concluiu a operação de reabertura do bônus globais com vencimento em 2021, colocando US$ 825 milhões desses papéis no mercado. Desse total, US$ 750 milhões foram distribuídos nos mercados europeu e norte-americano e US$ 75 milhões no mercado asiático. A demanda pelo Global 2021 chegou perto de US$ 6 bilhões, 12 vezes maior que a oferta inicial feita pelo governo brasileiro de US$ 500 milhões.



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