Fechar
Publicidade

Sábado, 25 de Janeiro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Internacional

internacional@dgabc.com.br | 4435-8301

Execução por injeção mortal é suspensa pela terceira vez nos EUA


Da AFP

02/02/2006 | 15:59


A Corte Suprema americana suspendeu na noite desta quarta-feira, pela terceira vez em oito dias, uma execução por injeção mortal no Estado do Missouri (centro), permitindo um recurso a um condenado que denunciou o método como cruel.

Numa decisão aprovada por seis juízes (entre eles Samuel Alito, cuja nomeação por George W. Bush foi confirmada na terça-feira pelo Senado) contra três, a mais alta instância judiciária dos Estados Unidos ratificou a decisão de uma corte de apelação.

A corte de apelação havia bloqueado a sentença para poder examinar o recurso de Michael Taylor, de 38 anos, condenado à morte por roubo e homicídio, ajudado por um cúmplice, de uma jovem de 15 anos, em 1989.

No recurso impetrado, Taylor contesta o método de execução por injeção mortal de três substâncias químicas: como vários outros condenados antes dele, estima que os sofrimentos causados revelam um tratamento desumano e cruel, proscrito pela Constituição americana.

Seu advogado John Simon disse à AFP que as substâncias empregadas no Estado do Missouri não garantem a sedação do condenado durante o processo, podendo até levá-lo a acordar e a experimentar uma sensação de "queimação intensa".

"Não sou um abolicionista. Não contestamos a injeção mortal", precisou. No dia 24 de janeiro, e depois no dia 31, a Corte Suprema aprovou suspensões em dois casos similares no Estado da Flórida.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Execução por injeção mortal é suspensa pela terceira vez nos EUA

Da AFP

02/02/2006 | 15:59


A Corte Suprema americana suspendeu na noite desta quarta-feira, pela terceira vez em oito dias, uma execução por injeção mortal no Estado do Missouri (centro), permitindo um recurso a um condenado que denunciou o método como cruel.

Numa decisão aprovada por seis juízes (entre eles Samuel Alito, cuja nomeação por George W. Bush foi confirmada na terça-feira pelo Senado) contra três, a mais alta instância judiciária dos Estados Unidos ratificou a decisão de uma corte de apelação.

A corte de apelação havia bloqueado a sentença para poder examinar o recurso de Michael Taylor, de 38 anos, condenado à morte por roubo e homicídio, ajudado por um cúmplice, de uma jovem de 15 anos, em 1989.

No recurso impetrado, Taylor contesta o método de execução por injeção mortal de três substâncias químicas: como vários outros condenados antes dele, estima que os sofrimentos causados revelam um tratamento desumano e cruel, proscrito pela Constituição americana.

Seu advogado John Simon disse à AFP que as substâncias empregadas no Estado do Missouri não garantem a sedação do condenado durante o processo, podendo até levá-lo a acordar e a experimentar uma sensação de "queimação intensa".

"Não sou um abolicionista. Não contestamos a injeção mortal", precisou. No dia 24 de janeiro, e depois no dia 31, a Corte Suprema aprovou suspensões em dois casos similares no Estado da Flórida.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;