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Incubadora de Sto.André foca empresas ligadas à educação


Daniel Trielli
Do Diário do Grande ABC

27/04/2006 | 08:05


“O conhecimento criado nas universidades deve ser trazido para a sociedade. E é isso que pretendemos fazer.” Com esse mote, Luís Roberto Batista, gerente da Incubadora Educacional de Santo André – a primeira especializada nessa área no Brasil –, define seu objetivo. O motivo de existência da Incubadora é acolher micro e pequenas empresas que trabalham ligadas à área da educação e ajudar a transpor projetos acadêmicos para a iniciativa privada.

Os resultados da incubadora vão começar a aparecer em maio, quando as quatro empresas englobadas ocuparão o espaço físico, ainda em reforma, localizado na avenida Arthur de Queiróz, em Santo André. O projeto é financiado pela Prefeitura. “O apoio dado é de infra-estrutura – água, luz, telefone, ponto de internet – e assessoria jurídica, técnica etc. As empresas ainda não tomaram posse do espaço físico, mas já funcionam as assessorias e a captação de verbas”, conta Batista.

“O que a gente pretende é colocar na prática as idéias que surgem na área acadêmica. As instituições de ensino criam muito conhecimento, por teses de mestrado, doutorado e pós-graduação em geral. Esses trabalhos podem ter idéias boas para se transformar em realidade, mas eles acabam nas prateleiras das universidades, sem uso”, explica o gerente.

Organização – Anibal Fonseca Figueiredo, da Ciência Prima – uma das empresas beneficiadas – destaca mais uma qualidade da organização. “É de se notar que as quatro empresas oferecem serviços e produtos relacionados, que se completam. Com essa organização, nós podemos entrar em contato sobre a necessidade de cada uma. Este é o grande mérito da incubadora: criar um diálogo entre as empresas, em busca de um objetivo comum”, diz.

A parte que cabe à empresa de Figueiredo é assessoria a projetos de exposição científica. “A gente desenvolve equipamentos para museus de ciência e exposições científicas em geral. Nós já existíamos como nome fantasia, mas era uma operação muito amadora, com uma série de falhas”, conta.

Figueiredo diz que esses defeitos serão superados com a ajuda da organização de Santo André. “O que a gente pretende fazer, com a ajuda da incubadora, é se especializar cada vez mais, abranger mais áreas de atuação e, principalmente, organizar a empresa profissionalmente. Temos começado a conversar sobre essa sistemática, esquematizar um plano de metas e objetivos. Estamos montando um organograma e estamos fazendo isso com a incubadora”, acrescenta Figueiredo.


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Incubadora de Sto.André foca empresas ligadas à educação

Daniel Trielli
Do Diário do Grande ABC

27/04/2006 | 08:05


“O conhecimento criado nas universidades deve ser trazido para a sociedade. E é isso que pretendemos fazer.” Com esse mote, Luís Roberto Batista, gerente da Incubadora Educacional de Santo André – a primeira especializada nessa área no Brasil –, define seu objetivo. O motivo de existência da Incubadora é acolher micro e pequenas empresas que trabalham ligadas à área da educação e ajudar a transpor projetos acadêmicos para a iniciativa privada.

Os resultados da incubadora vão começar a aparecer em maio, quando as quatro empresas englobadas ocuparão o espaço físico, ainda em reforma, localizado na avenida Arthur de Queiróz, em Santo André. O projeto é financiado pela Prefeitura. “O apoio dado é de infra-estrutura – água, luz, telefone, ponto de internet – e assessoria jurídica, técnica etc. As empresas ainda não tomaram posse do espaço físico, mas já funcionam as assessorias e a captação de verbas”, conta Batista.

“O que a gente pretende é colocar na prática as idéias que surgem na área acadêmica. As instituições de ensino criam muito conhecimento, por teses de mestrado, doutorado e pós-graduação em geral. Esses trabalhos podem ter idéias boas para se transformar em realidade, mas eles acabam nas prateleiras das universidades, sem uso”, explica o gerente.

Organização – Anibal Fonseca Figueiredo, da Ciência Prima – uma das empresas beneficiadas – destaca mais uma qualidade da organização. “É de se notar que as quatro empresas oferecem serviços e produtos relacionados, que se completam. Com essa organização, nós podemos entrar em contato sobre a necessidade de cada uma. Este é o grande mérito da incubadora: criar um diálogo entre as empresas, em busca de um objetivo comum”, diz.

A parte que cabe à empresa de Figueiredo é assessoria a projetos de exposição científica. “A gente desenvolve equipamentos para museus de ciência e exposições científicas em geral. Nós já existíamos como nome fantasia, mas era uma operação muito amadora, com uma série de falhas”, conta.

Figueiredo diz que esses defeitos serão superados com a ajuda da organização de Santo André. “O que a gente pretende fazer, com a ajuda da incubadora, é se especializar cada vez mais, abranger mais áreas de atuação e, principalmente, organizar a empresa profissionalmente. Temos começado a conversar sobre essa sistemática, esquematizar um plano de metas e objetivos. Estamos montando um organograma e estamos fazendo isso com a incubadora”, acrescenta Figueiredo.

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