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Preso um dos chefes do PCC suspeito de matar quatro rivais



06/04/2006 | 00:01


Investigadores do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) prenderam um acusado de ser um dos líderes do grupo que matou a machadadas quatro integrantes do CRBC (Comando Revolucionário Brasileiro da Criminalidade), assassinados na segunda-feira, na Serra da Cantareira, na zona Norte de São Paulo. Trata-se de um dos chefes do PCC (Primeiro Comando da Capital), facção responsável pela matança.

A prisão do acusado ocorreu quarta-feira à tarde, na zona Sul. O homem foi reconhecido por meio de fotografia por um dos sobreviventes do crime: Daniel Cesar Batista da Silva, 26 anos. A polícia não divulgou o nome do preso. No passado, ele já havia sido acusado de outra chacina.

Além de Silva, uma mulher sobreviveu e foi encontrada quarta-feira pela polícia, que pretende ouvi-la. Silva depôs na terça-feira e disse que ele e seus colegas de CRBC foram atraídos para uma armadilha por comparsa que os traiu, entregando-os para o PCC. As vítimas haviam se reunido em Guarulhos, na Grande São Paulo, quando foram cercadas por uns 15 homens do PCC e levadas a um cativeiro.

Era sexta-feira. As vítimas eram cinco homens e uma mulher. Na segunda-feira, todos foram levados para a mata da Serra da Cantareira, na região de Parada de Taipas, onde foram amarrados e golpeados. Silva sobreviveu porque se fingiu de morto, assim como a mulher. Trata-se de Maria Aparecida Barbosa, mulher de Marco Antonio da Silva, o Marquito, um dos quatro mortos. Ela estava com as mãos amarradas e com uma lesão na cabeça quando foi levada para um hospital.

Segundo a polícia, os criminosos pretendiam atear fogo nos corpos das vítimas, pois ao lado delas havia garrafas com gasolina.

Os outros mortos seriam de Marcelo Santos Araújo, Paulo Roberto de Carvalho e Robério Santos de Oliveira – as identidades ainda precisam ser confirmadas. A polícia investiga duas hipóteses para o crime. A primeira é de disputa ligada ao tráfico de drogas. A outra é que tudo começou por causa de duas mortes numa penitenciária em Guarulhos, em 2005.



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Preso um dos chefes do PCC suspeito de matar quatro rivais


06/04/2006 | 00:01


Investigadores do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) prenderam um acusado de ser um dos líderes do grupo que matou a machadadas quatro integrantes do CRBC (Comando Revolucionário Brasileiro da Criminalidade), assassinados na segunda-feira, na Serra da Cantareira, na zona Norte de São Paulo. Trata-se de um dos chefes do PCC (Primeiro Comando da Capital), facção responsável pela matança.

A prisão do acusado ocorreu quarta-feira à tarde, na zona Sul. O homem foi reconhecido por meio de fotografia por um dos sobreviventes do crime: Daniel Cesar Batista da Silva, 26 anos. A polícia não divulgou o nome do preso. No passado, ele já havia sido acusado de outra chacina.

Além de Silva, uma mulher sobreviveu e foi encontrada quarta-feira pela polícia, que pretende ouvi-la. Silva depôs na terça-feira e disse que ele e seus colegas de CRBC foram atraídos para uma armadilha por comparsa que os traiu, entregando-os para o PCC. As vítimas haviam se reunido em Guarulhos, na Grande São Paulo, quando foram cercadas por uns 15 homens do PCC e levadas a um cativeiro.

Era sexta-feira. As vítimas eram cinco homens e uma mulher. Na segunda-feira, todos foram levados para a mata da Serra da Cantareira, na região de Parada de Taipas, onde foram amarrados e golpeados. Silva sobreviveu porque se fingiu de morto, assim como a mulher. Trata-se de Maria Aparecida Barbosa, mulher de Marco Antonio da Silva, o Marquito, um dos quatro mortos. Ela estava com as mãos amarradas e com uma lesão na cabeça quando foi levada para um hospital.

Segundo a polícia, os criminosos pretendiam atear fogo nos corpos das vítimas, pois ao lado delas havia garrafas com gasolina.

Os outros mortos seriam de Marcelo Santos Araújo, Paulo Roberto de Carvalho e Robério Santos de Oliveira – as identidades ainda precisam ser confirmadas. A polícia investiga duas hipóteses para o crime. A primeira é de disputa ligada ao tráfico de drogas. A outra é que tudo começou por causa de duas mortes numa penitenciária em Guarulhos, em 2005.

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