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PT pede afastamento do presidente da Nossa Caixa


Da AE

08/04/2006 | 00:03


A liderança do PT na Assembléia protocolou nesta sexta-feira representação na Procuradoria Geral do Estado pedindo o afastamento do presidente da Nossa Caixa, Carlos Eduardo Monteiro, por improbidade administrativa.

O líder do partido, Enio Tatto, autor da representação, utilizou como base do pedido o decreto de lei nº 43795/98, outorgada pelo então governador Mario Covas, que "requisita as autoridades competentes certidões, informações e diligências necessárias ao desempenho de suas funções". "Pedimos seu afastamento porque julgamos que ele não pode continuar desempenhando cargo público tendo seu nome ligado à denúncias graves", disse Tatto, justificando sua representação.

O documento aponta três fatos pelos quais Monteiro precisa ser investigado e prestar esclarecimentos. O presidente seria o responsável por um gasto de R$ 44,8 milhões em publicidade sem contratação favorecendo as empresas Colucci e Associados e Full Jazz Propaganda. Monteiro teria também beneficiado empresas de propaganda pertencentes a membros da base governista na Assembléia e participado da compra em duplicidade de 500 fornos a gás para doação ao programa das padarias artesanais do Fundo de Solidariedade do Estado de São Paulo.



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PT pede afastamento do presidente da Nossa Caixa

Da AE

08/04/2006 | 00:03


A liderança do PT na Assembléia protocolou nesta sexta-feira representação na Procuradoria Geral do Estado pedindo o afastamento do presidente da Nossa Caixa, Carlos Eduardo Monteiro, por improbidade administrativa.

O líder do partido, Enio Tatto, autor da representação, utilizou como base do pedido o decreto de lei nº 43795/98, outorgada pelo então governador Mario Covas, que "requisita as autoridades competentes certidões, informações e diligências necessárias ao desempenho de suas funções". "Pedimos seu afastamento porque julgamos que ele não pode continuar desempenhando cargo público tendo seu nome ligado à denúncias graves", disse Tatto, justificando sua representação.

O documento aponta três fatos pelos quais Monteiro precisa ser investigado e prestar esclarecimentos. O presidente seria o responsável por um gasto de R$ 44,8 milhões em publicidade sem contratação favorecendo as empresas Colucci e Associados e Full Jazz Propaganda. Monteiro teria também beneficiado empresas de propaganda pertencentes a membros da base governista na Assembléia e participado da compra em duplicidade de 500 fornos a gás para doação ao programa das padarias artesanais do Fundo de Solidariedade do Estado de São Paulo.

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