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Tradição da Ponte é a campeã de São Caetano


Bruno Ribeiro
Especial para o Diário

01/03/2006 | 08:36


Falar sobre a magia do circo para uma platéia repleta de crianças foi a receita para a vitória da Tradição da Ponte no Carnaval de São Caetano. A apuração das notas dos jurados ocorreu na manhã de terça-feira no ginásio Milton Feijão, e a escola saiu vitoriosa com 95 pontos, um ponto atrás da Império da Vila Paula, campeã do ano passado. Componentes da Tradição, e também da Império da Vila Paula e Acadêmicos da Vila Gerti não lotaram as arquibancadas, mas vibraram a cada nota dez anunciada pelo locutor da Lies (Liga Independente das Escolas de Samba). Havia apenas um jurado por quesito, que davam notas inteiras. A Acadêmicos da Vila Gerti ficou em terceiro e a União da Ilha da Prosperidade acabou em quarto. A Imperatriz do Bairro Nova Gerty, estreante no Carnaval, só precisava provar ser capaz de desfilar – o que conseguiu – para ano que vem concorrer junto com as outras agremiações.

A Tradição tem muito o que comemorar. Nota dez em Enredo, Letra do Samba, Alegoria, Harmonia, Bateria, Melodia e Mestre-Sala e Porta Bandeira, a agremiação não teve a consagração questionada por nenhum dos presidentes das outras escolas, que consideraram o resultado justo. O presidente da Tradição, Mário Pastel, deu declarações eufóricas após o anúncio do resultado. “Amo vocês, amo todos vocês!”, disse ao microfone, dirigindo-se à torcida. Na seqüência, deu o troféu para o público nas arquibancadas. A galera quase partiu a taça em vários pedaços enquanto comemorava.

A agremiação soube aproveitar bem todos os aspectos do circo, trazendo na comissão de frente um mágico que encaixotava uma moça, palhaços, trapezistas e malabaristas. A ala que seguiu o primeiro carro foi um dos pontos altos em São Caetano. Só o fato de as fantasias serem personagens de desenhos animados já seria o suficiente para empolgar as crianças que assistiam ao desfile, mas esses componentes ainda jogavam balas e pirulitos para as arquibancadas.

A penalização da União da Ilha da Prosperidade foi confirmada na apuração de terça-feira. Além de ter perdido cinco pontos pelo atraso no desfile (a bateria não chegou a tempo da entrada da agremiação), que obrigou a inversão da ordem dos desfiles, a União perdeu outros dez pontos por ter desfilado com um número inferior ao mínimo exigido pela Liga.



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Tradição da Ponte é a campeã de São Caetano

Bruno Ribeiro
Especial para o Diário

01/03/2006 | 08:36


Falar sobre a magia do circo para uma platéia repleta de crianças foi a receita para a vitória da Tradição da Ponte no Carnaval de São Caetano. A apuração das notas dos jurados ocorreu na manhã de terça-feira no ginásio Milton Feijão, e a escola saiu vitoriosa com 95 pontos, um ponto atrás da Império da Vila Paula, campeã do ano passado. Componentes da Tradição, e também da Império da Vila Paula e Acadêmicos da Vila Gerti não lotaram as arquibancadas, mas vibraram a cada nota dez anunciada pelo locutor da Lies (Liga Independente das Escolas de Samba). Havia apenas um jurado por quesito, que davam notas inteiras. A Acadêmicos da Vila Gerti ficou em terceiro e a União da Ilha da Prosperidade acabou em quarto. A Imperatriz do Bairro Nova Gerty, estreante no Carnaval, só precisava provar ser capaz de desfilar – o que conseguiu – para ano que vem concorrer junto com as outras agremiações.

A Tradição tem muito o que comemorar. Nota dez em Enredo, Letra do Samba, Alegoria, Harmonia, Bateria, Melodia e Mestre-Sala e Porta Bandeira, a agremiação não teve a consagração questionada por nenhum dos presidentes das outras escolas, que consideraram o resultado justo. O presidente da Tradição, Mário Pastel, deu declarações eufóricas após o anúncio do resultado. “Amo vocês, amo todos vocês!”, disse ao microfone, dirigindo-se à torcida. Na seqüência, deu o troféu para o público nas arquibancadas. A galera quase partiu a taça em vários pedaços enquanto comemorava.

A agremiação soube aproveitar bem todos os aspectos do circo, trazendo na comissão de frente um mágico que encaixotava uma moça, palhaços, trapezistas e malabaristas. A ala que seguiu o primeiro carro foi um dos pontos altos em São Caetano. Só o fato de as fantasias serem personagens de desenhos animados já seria o suficiente para empolgar as crianças que assistiam ao desfile, mas esses componentes ainda jogavam balas e pirulitos para as arquibancadas.

A penalização da União da Ilha da Prosperidade foi confirmada na apuração de terça-feira. Além de ter perdido cinco pontos pelo atraso no desfile (a bateria não chegou a tempo da entrada da agremiação), que obrigou a inversão da ordem dos desfiles, a União perdeu outros dez pontos por ter desfilado com um número inferior ao mínimo exigido pela Liga.

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