Fechar
Publicidade

Quarta-Feira, 11 de Dezembro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Setecidades

setecidades@dgabc.com.br | 4435-8319

Entre uma estação e outra, dupla faz arrastão


Marco Borba
Do Diário do Grande ABC

08/04/2006 | 09:26


Arrastão ocorrido quinta-feira à noite em trem que faz a linha D – que liga a estação da Luz a Rio Grande da Serra – da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) pôs à prova o sistema de segurança da empresa. Pelo menos cinco pessoas foram vítimas da ousadia de dois assaltantes. Armada, a dupla entrou em um dos vagões na estação Utinga, por volta das 23h. No trajeto até São Caetano, levou pelo menos R$ 900 em dinheiro, além de cartões de crédito e bancário, celulares e documentos, conforme ocorrências registradas na Delegacia Sede de São Caetano.

No entanto, o número de vítimas pode sair maior, segundo relato de um estudante que preferiu não se identificar. "Foi muito rápido. Pelo menos dez pessoas entregaram objetos aos assaltantes." O estudante mora em São Paulo e garante não ter visto seguranças nas plataformas. "Segui até o Brás e não vi nenhum segurança nas estações, muito menos nos vagões."

Dois rapazes, um negro e outro branco aparentando ter entre 16 e 18 anos, entraram no vagão e sentaram-se um de frente para o outro. "Ficaram me olhando e um deles veio em minha direção. Levantou a camisa, mostrou a arma e mandou que entregasse o toca CD, a mochila, o celular e a carteira com meus documentos."

O gerente de segurança da CPTM, Leopoldo Augusto Corrêa Filho, disse que numa situação como essa nem sempre o passageiro percebe a presença dos seguranças. "Pode ser que naquele momento não tivesse ninguém. Eles (seguranças) têm uma série de atribuições, como ajudar a transportar deficientes, idosos e coibir a ação de ambulantes."

De acordo com Corrêa Filho, 830 seguranças desarmados prestam serviços à CPTM. A companhia tem outros 437 agentes de operacionais, que andam armados e atuam apenas nas estações mais críticas para inibir assalto em bilheterias. O gerente considerou o número ideal para as 83 estações da rede ferroviária distribuídas em 22 municípios.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Entre uma estação e outra, dupla faz arrastão

Marco Borba
Do Diário do Grande ABC

08/04/2006 | 09:26


Arrastão ocorrido quinta-feira à noite em trem que faz a linha D – que liga a estação da Luz a Rio Grande da Serra – da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) pôs à prova o sistema de segurança da empresa. Pelo menos cinco pessoas foram vítimas da ousadia de dois assaltantes. Armada, a dupla entrou em um dos vagões na estação Utinga, por volta das 23h. No trajeto até São Caetano, levou pelo menos R$ 900 em dinheiro, além de cartões de crédito e bancário, celulares e documentos, conforme ocorrências registradas na Delegacia Sede de São Caetano.

No entanto, o número de vítimas pode sair maior, segundo relato de um estudante que preferiu não se identificar. "Foi muito rápido. Pelo menos dez pessoas entregaram objetos aos assaltantes." O estudante mora em São Paulo e garante não ter visto seguranças nas plataformas. "Segui até o Brás e não vi nenhum segurança nas estações, muito menos nos vagões."

Dois rapazes, um negro e outro branco aparentando ter entre 16 e 18 anos, entraram no vagão e sentaram-se um de frente para o outro. "Ficaram me olhando e um deles veio em minha direção. Levantou a camisa, mostrou a arma e mandou que entregasse o toca CD, a mochila, o celular e a carteira com meus documentos."

O gerente de segurança da CPTM, Leopoldo Augusto Corrêa Filho, disse que numa situação como essa nem sempre o passageiro percebe a presença dos seguranças. "Pode ser que naquele momento não tivesse ninguém. Eles (seguranças) têm uma série de atribuições, como ajudar a transportar deficientes, idosos e coibir a ação de ambulantes."

De acordo com Corrêa Filho, 830 seguranças desarmados prestam serviços à CPTM. A companhia tem outros 437 agentes de operacionais, que andam armados e atuam apenas nas estações mais críticas para inibir assalto em bilheterias. O gerente considerou o número ideal para as 83 estações da rede ferroviária distribuídas em 22 municípios.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;