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Córrego na V.Bocaina, em Mauá, vira lixão e provoca enchentes


Angela Martins
Especial para o Diário

26/04/2006 | 08:27


Muito lixo acumulado, conseqüente mau cheio e ratos. Esse é o cenário que os moradores da rua Élio Gabionetta, na Vila Bocaina, em Mauá, tem de encarar todos os dias. O problema começa e termina no córrego que margeia a rua. Sem receber serviços de limpeza e capinagem há mais de seis meses, segundo a comunidade, o córrego se transformou em pesadelo coletivo.

O mau cheiro exalado pela água poluída do córrego piora durante a tarde. “Conforme o sol fica mais forte, o cheiro se torna insuportável”, conta o aposentado Estevão Bezerra de Araújo, 84 anos, 50 deles vividos no bairro. Nas margens do córrego, o mato alto é esconderijo de ratos. À noite, os roedores invadem as casas.

“São ratos enormes. Um vizinho até já foi mordido por um deles. Isso é muito perigoso”, completa a mulher do aposentado, Maria de Oliveira Araújo, 71 anos. Mas nem tudo seria culpa da Prefeitura da cidade. Segundo Estevão Araújo, o lixo acumulado é também responsabilidade da população, que joga colchões velhos e sacos de lixo no córrego.

A conseqüência da sujeira acumulada mais temida pelos moradores é a enchente. Quando chove, é comum o córrego transbordar e levar a água suja para dentro das casas. Muitas vezes, os moradores da rua arregaçam as mangas e retiram os detritos acumulados no córrego, impedindo a obstrução. “Nós brigamos há mais de 20 anos pela canalização do córrego, mas nossos pedidos nunca foram atendidos. Agora, quando ligamos para a Prefeitura, dizem que o córrego já consta como canalizado”, relata Araújo.

Contatada, a Prefeitura de Mauá não se manifestou sobre o assunto até o fechamento desta edição. (Supervisão de Adriana Gomes)



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Córrego na V.Bocaina, em Mauá, vira lixão e provoca enchentes

Angela Martins
Especial para o Diário

26/04/2006 | 08:27


Muito lixo acumulado, conseqüente mau cheio e ratos. Esse é o cenário que os moradores da rua Élio Gabionetta, na Vila Bocaina, em Mauá, tem de encarar todos os dias. O problema começa e termina no córrego que margeia a rua. Sem receber serviços de limpeza e capinagem há mais de seis meses, segundo a comunidade, o córrego se transformou em pesadelo coletivo.

O mau cheiro exalado pela água poluída do córrego piora durante a tarde. “Conforme o sol fica mais forte, o cheiro se torna insuportável”, conta o aposentado Estevão Bezerra de Araújo, 84 anos, 50 deles vividos no bairro. Nas margens do córrego, o mato alto é esconderijo de ratos. À noite, os roedores invadem as casas.

“São ratos enormes. Um vizinho até já foi mordido por um deles. Isso é muito perigoso”, completa a mulher do aposentado, Maria de Oliveira Araújo, 71 anos. Mas nem tudo seria culpa da Prefeitura da cidade. Segundo Estevão Araújo, o lixo acumulado é também responsabilidade da população, que joga colchões velhos e sacos de lixo no córrego.

A conseqüência da sujeira acumulada mais temida pelos moradores é a enchente. Quando chove, é comum o córrego transbordar e levar a água suja para dentro das casas. Muitas vezes, os moradores da rua arregaçam as mangas e retiram os detritos acumulados no córrego, impedindo a obstrução. “Nós brigamos há mais de 20 anos pela canalização do córrego, mas nossos pedidos nunca foram atendidos. Agora, quando ligamos para a Prefeitura, dizem que o córrego já consta como canalizado”, relata Araújo.

Contatada, a Prefeitura de Mauá não se manifestou sobre o assunto até o fechamento desta edição. (Supervisão de Adriana Gomes)

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