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Visco/BCE: impasse da Grécia pode estar desestabilizar zona do euro



26/05/2015 | 06:01


O membro do conselho diretor do Banco Central Europeu (BCE), Ignazio Visco, afirmou hoje que incertezas em relação à renegociação do resgate financeiro da Grécia estão alimentando "sérias tensões" que podem se mostrar "desestabilizadoras" para a zona do euro.

Em seu comunicado ao final da assembleia anual do Banco da Itália, Visco disse que o impasse grego teve pouca repercussão sobre o rendimento dos bônus soberanos até o momento. No entanto, prosseguiu, a dificuldade em propor e implementar reformas, assim como a incerteza sobre o futuro das "negociações prolongadas" com os credores pode desestabilizar a zona do euro.

Nos últimos dias, Atenas tem dado sinais de que não terá dinheiro para pagar a próxima parcela do empréstimo junto ao Fundo Monetário Internacional (FMI). O Syriza, partido do primeiro-ministro Alexis Tsipras, também discute se deve aceitar as duras condições dos credores internacionais ou partir para o calote. Fonte: Dow Jones Newswires.



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Visco/BCE: impasse da Grécia pode estar desestabilizar zona do euro


26/05/2015 | 06:01


O membro do conselho diretor do Banco Central Europeu (BCE), Ignazio Visco, afirmou hoje que incertezas em relação à renegociação do resgate financeiro da Grécia estão alimentando "sérias tensões" que podem se mostrar "desestabilizadoras" para a zona do euro.

Em seu comunicado ao final da assembleia anual do Banco da Itália, Visco disse que o impasse grego teve pouca repercussão sobre o rendimento dos bônus soberanos até o momento. No entanto, prosseguiu, a dificuldade em propor e implementar reformas, assim como a incerteza sobre o futuro das "negociações prolongadas" com os credores pode desestabilizar a zona do euro.

Nos últimos dias, Atenas tem dado sinais de que não terá dinheiro para pagar a próxima parcela do empréstimo junto ao Fundo Monetário Internacional (FMI). O Syriza, partido do primeiro-ministro Alexis Tsipras, também discute se deve aceitar as duras condições dos credores internacionais ou partir para o calote. Fonte: Dow Jones Newswires.

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