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Grupo de 150 paramilitares entregarão armas na Colômbia


Da AFP

06/12/2003 | 16:54


Cerca de 150 paramilitares da extrema-direita da Colômbia vão entregar suas armas neste domingo, no departamento de Cauca (sudoeste). A ação faz parte de um processo de desarmamento que deve tirar da guerra 20 mil combatentes nos próximos dois anos.

Trata-se da segunda desmobilização em massa de paramilitares depois da que foi realizada no dia 25 de novembro por 855 homens do Bloco Cacique Nutibara, das Autodefesas Unidas da Colômbia (AUC), dirigidos por Salvatore Mancuso e Carlos Castaño, chefes militar e político da organização armada ilegal.

Conhecidos como as Autodefesas Camponesas de Ortega, os 150 integrantes desse esquadrão, em maioria camponeses e indígenas entre 35 e 60 anos, entregarão suas armas em ato público no município de Cajibío (625 km a sudoeste de Bogotá), nas montanhas de Cauca.

As Autodefesas Camponesas de Ortega, organizadas em cinco grupos de 30 homens, se instalaram em Cajibío e nas localidades vizinhas de El Tambo, Morales e Suárez, onde operam à frente 8 da guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e colunas rebeldes do Exército da Libertação Nacional (ELN).

O grupo nasceu nos anos 60 e tem uma história tão longa quanta o do chefe e fundador das Farc, o septuagenário Pedro Antonio Marín (ou 'Manuel Marulanda' ou 'Tirofijo'), segundo o alto comissariado da ONU para a paz.



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