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Região quer reduzir taxas de mortalidade materna e neonatal


Rodrigo Cipriano
Do Diário do Grande ABC

18/04/2006 | 08:01


O Grande ABC deve ser a primeira região do Estado de São Paulo a firmar o pacto para redução da mortalidade materna e neonatal. O projeto é do Ministério da Saúde e tem como meta baixar em 15% o número de ocorrências. No Grande ABC, o objetivo será mais modesto: 5% de redução. Isso porque a região vai aderir com dois anos de atraso ao pacto, anunciado em 2004.

O projeto foi apresentado na manhã de segunda-feira aos prefeitos da região no Consórcio Intermunicipal pelo Sindicato dos Médicos do Grande ABC. A entidade é vinculada à Fenam (Federação Nacional dos Médicos), órgão designado pelo governo para articular novas adesões ao pacto. As medidas necessárias para atingir a meta serão definidas no dia 24 de maio, num seminário no Consórcio.

No encontro, os municípios terão que apresentar propostas para o projeto e suas taxas atuais de mortalidade materna e neonatal. A expectativa é de que a adesão ao pacto viabilize a inclusão da região em programas do governo Federal na área da Saúde, como a criação de novas unidades de saúde, reforma de UTIs e ampliação de bancos de leite, disponíveis hoje somente em Santo André e São Bernardo.

Procurado pela reportagem, o Ministério da Saúde não se pronunciou sobre o assunto até o fechamento dessa edição.


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Região quer reduzir taxas de mortalidade materna e neonatal

Rodrigo Cipriano
Do Diário do Grande ABC

18/04/2006 | 08:01


O Grande ABC deve ser a primeira região do Estado de São Paulo a firmar o pacto para redução da mortalidade materna e neonatal. O projeto é do Ministério da Saúde e tem como meta baixar em 15% o número de ocorrências. No Grande ABC, o objetivo será mais modesto: 5% de redução. Isso porque a região vai aderir com dois anos de atraso ao pacto, anunciado em 2004.

O projeto foi apresentado na manhã de segunda-feira aos prefeitos da região no Consórcio Intermunicipal pelo Sindicato dos Médicos do Grande ABC. A entidade é vinculada à Fenam (Federação Nacional dos Médicos), órgão designado pelo governo para articular novas adesões ao pacto. As medidas necessárias para atingir a meta serão definidas no dia 24 de maio, num seminário no Consórcio.

No encontro, os municípios terão que apresentar propostas para o projeto e suas taxas atuais de mortalidade materna e neonatal. A expectativa é de que a adesão ao pacto viabilize a inclusão da região em programas do governo Federal na área da Saúde, como a criação de novas unidades de saúde, reforma de UTIs e ampliação de bancos de leite, disponíveis hoje somente em Santo André e São Bernardo.

Procurado pela reportagem, o Ministério da Saúde não se pronunciou sobre o assunto até o fechamento dessa edição.

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