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Após ação do MP, oposição propõe CPI

Montagem/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Toninho e Bahia voltam a falar em investigação legislativa do contrato entre Silvério e Uniks


Caio dos Reis
Especial para o Diário

17/04/2015 | 07:00


Depois de o Ministério Público abrir inquérito para apurar os contratos da Prefeitura de Santo André com a Uniks Comercial Eireli, vereadores de oposição voltaram a falar sobre instauração de CPI. Toninho de Jesus (SD) e Evilasio Santana, o Bahia (DEM), recolheram mais três assinaturas e tornaram a pressionar por investigação legislativa dos acordos feitos pelo secretário de Educação, Gilmar Silvério (PT).

Além de Toninho e Bahia, Roberto Rautenberg (PTB), Sargento Lobo (SD) e o presidente da Câmara, bispo Ronaldo de Castro (PRB), rubricaram documento a favor da apuração dos convênios que, somados, são de R$ 14,9 milhões.

Um dos pontos contestados pela dupla oposicionista foi a ausência de resposta em tempo hábil por parte de Silvério sobre requerimento feito em fevereiro, questionando diversos itens dos contratos – dados do Paço foram fornecidos apenas ontem pela manhã, horas antes da sessão, de acordo com Toninho.

Nos trabalhos de ontem, Bahia usou a tribuna para comentar sobre cobranças que vem recebendo nas ruas pela investigação. “Sou a favor da abertura da CPI até porque o secretário (Gilmar Silvério) não enviou os documentos que ele prometeu”. Segundo Bahia, as reclamações dos munícipes aumentaram após a entrega do material escolar em São Caetano. “O custo lá foi de R$ 123 (cada kit). Como lá custa isso e aqui o preço é de R$ 250 (o unitário)? A população me cobrou”, frisou Bahia.

Toninho de Jesus e Bahia fizeram cálculos a partir da divisão simples da quantia total paga pela administração andreense pelo número de materiais efetivamente entregues.

O governo petista não reconhece os dados. Apesar disso, nenhum vereador da base de sustentação da gestão de Carlos Grana (PT) subiu à tribuna para contestar as falas de Bahia e Toninho.

Em nota, a Secretaria de Educação afirmou que já enviou os documentos solicitados e Gilmar Silvério voltará à Câmara para prestar novos esclarecimentos se necessário. “A Câmara tem total autonomia para instalação de CPI”, informou a Pasta.

PRIMEIRO PASSO
Toninho comentou que, por enquanto, vai se debruçar na resposta do requerimento oferecida pelo secretário de Educação. Segundo ele, o documento tem 181 páginas. “Bati o olho rapidamente na resposta e vi que não está incluso um item que eu pedi, que é o atestado de capacidade técnica. Vamos ter posicionamento depois de ler tudo”, explicou. 



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Após ação do MP, oposição propõe CPI

Toninho e Bahia voltam a falar em investigação legislativa do contrato entre Silvério e Uniks

Caio dos Reis
Especial para o Diário

17/04/2015 | 07:00


Depois de o Ministério Público abrir inquérito para apurar os contratos da Prefeitura de Santo André com a Uniks Comercial Eireli, vereadores de oposição voltaram a falar sobre instauração de CPI. Toninho de Jesus (SD) e Evilasio Santana, o Bahia (DEM), recolheram mais três assinaturas e tornaram a pressionar por investigação legislativa dos acordos feitos pelo secretário de Educação, Gilmar Silvério (PT).

Além de Toninho e Bahia, Roberto Rautenberg (PTB), Sargento Lobo (SD) e o presidente da Câmara, bispo Ronaldo de Castro (PRB), rubricaram documento a favor da apuração dos convênios que, somados, são de R$ 14,9 milhões.

Um dos pontos contestados pela dupla oposicionista foi a ausência de resposta em tempo hábil por parte de Silvério sobre requerimento feito em fevereiro, questionando diversos itens dos contratos – dados do Paço foram fornecidos apenas ontem pela manhã, horas antes da sessão, de acordo com Toninho.

Nos trabalhos de ontem, Bahia usou a tribuna para comentar sobre cobranças que vem recebendo nas ruas pela investigação. “Sou a favor da abertura da CPI até porque o secretário (Gilmar Silvério) não enviou os documentos que ele prometeu”. Segundo Bahia, as reclamações dos munícipes aumentaram após a entrega do material escolar em São Caetano. “O custo lá foi de R$ 123 (cada kit). Como lá custa isso e aqui o preço é de R$ 250 (o unitário)? A população me cobrou”, frisou Bahia.

Toninho de Jesus e Bahia fizeram cálculos a partir da divisão simples da quantia total paga pela administração andreense pelo número de materiais efetivamente entregues.

O governo petista não reconhece os dados. Apesar disso, nenhum vereador da base de sustentação da gestão de Carlos Grana (PT) subiu à tribuna para contestar as falas de Bahia e Toninho.

Em nota, a Secretaria de Educação afirmou que já enviou os documentos solicitados e Gilmar Silvério voltará à Câmara para prestar novos esclarecimentos se necessário. “A Câmara tem total autonomia para instalação de CPI”, informou a Pasta.

PRIMEIRO PASSO
Toninho comentou que, por enquanto, vai se debruçar na resposta do requerimento oferecida pelo secretário de Educação. Segundo ele, o documento tem 181 páginas. “Bati o olho rapidamente na resposta e vi que não está incluso um item que eu pedi, que é o atestado de capacidade técnica. Vamos ter posicionamento depois de ler tudo”, explicou. 

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