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Herói relembra primeiro gol do Azulão

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Ex-atacante Taloni entrou para a história do clube após tento marcado diante do Comercial de Registro há 24 anos


Thiago Bassan
Do Diário do Grande ABC

15/12/2014 | 07:00


O dia 18 de março de 1990 ficará para sempre marcado na memória dos torcedores do São Caetano. Afinal, foi nessa data que o Azulão, ainda um ilustre desconhecido, fazia sua primeira partida como time profissional. O clube do Grande ABC, estreante na então Terceira Divisão do Campeonato Paulista (atual Série A-3), empatou por 1 a 1 com o Comercial de Registro, que anos depois foi extinto, no Interior. E coube ao ex-atacante Taloni a façanha de ter marcado o primeiro gol da história do time da região.

Mais de 24 anos se passaram desde aquele dia e muita coisa mudou na vida de ambos. Após deslanchar no futebol nacional, o São Caetano hoje amarga uma de suas piores fases. Já Taloni deixou os campos e atualmente é consultor de Recursos Humanos em uma empresa na região. Mas ele ainda guarda lembranças do dia histórico. “Foi um momento marcante. Estávamos perdendo por 1 a 0, iríamos estrear com derrota, quando no fim do jogo, o (Paulinho) Kobayashi (ex-atacante) cruzou e eu me antecipei à zaga para marcar. Fui saber que eu era o autor do primeiro gol do São Caetano apenas 11 anos depois, pela imprensa. Não tínhamos informação na época. Nunca ganhei dinheiro no futebol, mas entrei para a história”, recorda Taloni.

O ex-jogador atuou por três anos no São Caetano, quando em 1993 teve que encerrar precocemente a carreira por causa de uma contusão. Apesar disso, ele guarda boas lembranças do período de Azulão, mesmo com as dificuldades enfrentadas à época.

“A gente treinava pela manhã e esperava secar a roupa para treinar a tarde. Se não secasse, éramos dispensados do treino. Mesmo assim, era prazeroso jogar no São Caetano. A nossa geração não visava tanto o dinheiro. E, nos jogos, a arquibancada sempre estava lotada. Tive o prazer de jogar ao lado de craques como Luís Pereira, Wladimir e Serginho Chulapa, que até conversou com o (Luiz Olinto) Tortorello (ex-prefeito de São Caetano, morto em 2004), para conseguir uma casa em que eu pudesse morar na cidade. Enfim, só tenho boas lembranças”, destacou Taloni.



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Herói relembra primeiro gol do Azulão

Ex-atacante Taloni entrou para a história do clube após tento marcado diante do Comercial de Registro há 24 anos

Thiago Bassan
Do Diário do Grande ABC

15/12/2014 | 07:00


O dia 18 de março de 1990 ficará para sempre marcado na memória dos torcedores do São Caetano. Afinal, foi nessa data que o Azulão, ainda um ilustre desconhecido, fazia sua primeira partida como time profissional. O clube do Grande ABC, estreante na então Terceira Divisão do Campeonato Paulista (atual Série A-3), empatou por 1 a 1 com o Comercial de Registro, que anos depois foi extinto, no Interior. E coube ao ex-atacante Taloni a façanha de ter marcado o primeiro gol da história do time da região.

Mais de 24 anos se passaram desde aquele dia e muita coisa mudou na vida de ambos. Após deslanchar no futebol nacional, o São Caetano hoje amarga uma de suas piores fases. Já Taloni deixou os campos e atualmente é consultor de Recursos Humanos em uma empresa na região. Mas ele ainda guarda lembranças do dia histórico. “Foi um momento marcante. Estávamos perdendo por 1 a 0, iríamos estrear com derrota, quando no fim do jogo, o (Paulinho) Kobayashi (ex-atacante) cruzou e eu me antecipei à zaga para marcar. Fui saber que eu era o autor do primeiro gol do São Caetano apenas 11 anos depois, pela imprensa. Não tínhamos informação na época. Nunca ganhei dinheiro no futebol, mas entrei para a história”, recorda Taloni.

O ex-jogador atuou por três anos no São Caetano, quando em 1993 teve que encerrar precocemente a carreira por causa de uma contusão. Apesar disso, ele guarda boas lembranças do período de Azulão, mesmo com as dificuldades enfrentadas à época.

“A gente treinava pela manhã e esperava secar a roupa para treinar a tarde. Se não secasse, éramos dispensados do treino. Mesmo assim, era prazeroso jogar no São Caetano. A nossa geração não visava tanto o dinheiro. E, nos jogos, a arquibancada sempre estava lotada. Tive o prazer de jogar ao lado de craques como Luís Pereira, Wladimir e Serginho Chulapa, que até conversou com o (Luiz Olinto) Tortorello (ex-prefeito de São Caetano, morto em 2004), para conseguir uma casa em que eu pudesse morar na cidade. Enfim, só tenho boas lembranças”, destacou Taloni.

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