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França: polícia mantém sete pessoas em custódia após ataque a faca em Paris



26/09/2020 | 11:42


Sete pessoas foram mantidas sob custódia neste sábado, após um esfaqueamento próximo dos antigos escritórios do jornal satírico Charlie Hebdo em Paris, incluindo o suspeito da agressão, disseram as autoridades francesas.

As autoridades de contraterrorismo estão investigando o que chamaram de ataque extremista islâmico vinculado ao Charlie Hebdo, que perdeu 12 funcionários em um ataque da Al-Qaeda em 2015. O semanário, que costuma zombar de figuras religiosas e proeminentes, recentemente republicou caricaturas do profeta Maomé que indignaram muitos muçulmanos.

O suposto agressor havia sido preso há um mês por transportar uma chave de fenda, mas não estava no radar da polícia por radicalização islâmica, disse o ministro do Interior, Gerald Darmanin. O ministro disse que a chave de fenda era considerada uma arma, mas não explicou o motivo. O suspeito chegou à França há três anos como menor desacompanhado, aparentemente vindo do Paquistão, mas sua identidade ainda está sendo verificada, disse o ministro.

Outras sete pessoas foram detidas após o ataque de sexta-feira, mas uma delas foi liberada, segundo autoridades judiciais. Cinco foram detidos no subúrbio parisiense de Pantin, em uma residência onde o suspeito supostamente morou, disse um policial.

Duas pessoas ficaram feridas no ataque de sexta-feira, uma mulher e um homem que trabalhavam em uma produtora de documentários e haviam saído para fumar um cigarro.

O ministro do interior admitiu que falta segurança na rua onde ficava a sede do Charlie Hebdo e ordenou proteção especial para todos os "locais simbólicos", observando em particular os locais judaicos perto do feriado de Yom Kippur neste fim de semana. Uma mercearia judaica foi alvo de ataques dias após o massacre na redação do Charlie Hebdo, no que as autoridades dizem ter sido ataques coordenados. Fonte: Associated Press.



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França: polícia mantém sete pessoas em custódia após ataque a faca em Paris


26/09/2020 | 11:42


Sete pessoas foram mantidas sob custódia neste sábado, após um esfaqueamento próximo dos antigos escritórios do jornal satírico Charlie Hebdo em Paris, incluindo o suspeito da agressão, disseram as autoridades francesas.

As autoridades de contraterrorismo estão investigando o que chamaram de ataque extremista islâmico vinculado ao Charlie Hebdo, que perdeu 12 funcionários em um ataque da Al-Qaeda em 2015. O semanário, que costuma zombar de figuras religiosas e proeminentes, recentemente republicou caricaturas do profeta Maomé que indignaram muitos muçulmanos.

O suposto agressor havia sido preso há um mês por transportar uma chave de fenda, mas não estava no radar da polícia por radicalização islâmica, disse o ministro do Interior, Gerald Darmanin. O ministro disse que a chave de fenda era considerada uma arma, mas não explicou o motivo. O suspeito chegou à França há três anos como menor desacompanhado, aparentemente vindo do Paquistão, mas sua identidade ainda está sendo verificada, disse o ministro.

Outras sete pessoas foram detidas após o ataque de sexta-feira, mas uma delas foi liberada, segundo autoridades judiciais. Cinco foram detidos no subúrbio parisiense de Pantin, em uma residência onde o suspeito supostamente morou, disse um policial.

Duas pessoas ficaram feridas no ataque de sexta-feira, uma mulher e um homem que trabalhavam em uma produtora de documentários e haviam saído para fumar um cigarro.

O ministro do interior admitiu que falta segurança na rua onde ficava a sede do Charlie Hebdo e ordenou proteção especial para todos os "locais simbólicos", observando em particular os locais judaicos perto do feriado de Yom Kippur neste fim de semana. Uma mercearia judaica foi alvo de ataques dias após o massacre na redação do Charlie Hebdo, no que as autoridades dizem ter sido ataques coordenados. Fonte: Associated Press.

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