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Presidente da FIA defende utilização de motores iguais


Do Diário do Grande ABC

18/09/2008 | 07:09


Max Mosley, presidente da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), revelou na quarta-feira que deseja um motor comum para todas as equipes da Fórmula 1, em mais uma medida para tentar reduzir os altos custos da categoria. Na GP2 e na Fórmula Superliga, as equipes disputam o campeonato com o mesmo propulsor.

"Sei que os grandes construtores vão dizer: se teremos um motor comum, quero que seja o meu. Mas, se a Fórmula 1 puder comprar motores mais baratos de outro, vão fazê-lo sem a menor dúvida", afirmou Mosley, em entrevista ao diário francês L'Equipe.

No entanto, Mosley se mostra contrário à idéia das equipes em partilharem o mesmo sistema de recuperação de energia cinética (KERS), tal como sugerido pelo chefe da Renault, Flavio Briatore, já que se trata de uma nova tecnologia que exige o desenvolvimento através da concorrência entre os construtores. "Isso mostra a total incapacidade das equipes em raciocinar logicamente", afirmou.

O atual regulamento da F-1 prevê o congelamento dos motores - as equipes não podem desenvolver as peças durante a temporada. Mas depois da vitória de Sebastian Vettel no GP da Itália, com uma Toro Rosso, as suspeitas sobre infrações à regra têm aumentado entre as demais equipes.



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Presidente da FIA defende utilização de motores iguais

Do Diário do Grande ABC

18/09/2008 | 07:09


Max Mosley, presidente da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), revelou na quarta-feira que deseja um motor comum para todas as equipes da Fórmula 1, em mais uma medida para tentar reduzir os altos custos da categoria. Na GP2 e na Fórmula Superliga, as equipes disputam o campeonato com o mesmo propulsor.

"Sei que os grandes construtores vão dizer: se teremos um motor comum, quero que seja o meu. Mas, se a Fórmula 1 puder comprar motores mais baratos de outro, vão fazê-lo sem a menor dúvida", afirmou Mosley, em entrevista ao diário francês L'Equipe.

No entanto, Mosley se mostra contrário à idéia das equipes em partilharem o mesmo sistema de recuperação de energia cinética (KERS), tal como sugerido pelo chefe da Renault, Flavio Briatore, já que se trata de uma nova tecnologia que exige o desenvolvimento através da concorrência entre os construtores. "Isso mostra a total incapacidade das equipes em raciocinar logicamente", afirmou.

O atual regulamento da F-1 prevê o congelamento dos motores - as equipes não podem desenvolver as peças durante a temporada. Mas depois da vitória de Sebastian Vettel no GP da Itália, com uma Toro Rosso, as suspeitas sobre infrações à regra têm aumentado entre as demais equipes.

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