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Sebrae busca consultores para atuar na agroindústria regional


Leone Farias
Do Diário do Grande ABC

18/09/2008 | 07:01


O escritório regional do Sebrae-SP (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) no Grande ABC realiza nesta quinta-feira um evento destinado a atrair profissionais de nível superior, de diversas áreas, para atuar como consultores do SAI (Sistema Agroindustrial Integrado) na região.

O SAI é um programa que visa oferecer assessoria técnica, financeira e administrativa a grupos de pequenas empresas e cooperativas ligadas à cadeia produtiva do agronegócio. O objetivo é aumentar a produtividade e a rentabilidade desses empreendimentos.

Na região, a entidade dá apoio para uma cooperativa de produtores de cambuci e outra de shiitake, ambas de Rio Grande da Serra, e chocolateiras de Ribeirão Pires.

Segundo a analista da regional do Sebrae-SP, Irina Freire, a idéia é arregimentar profissionais para auxiliar nesse processo de capacitação dos empreendedores locais.

Para se habilitar a ser um consultor, é preciso que a pessoa tenha formação superior em administração de empresas, biologia, direito, ecologia, economia, engenharia (agronômica, agrícola e ambiental, por exemplo), medicina veterinária ou zootecnia ou ainda ter pós-graduação nessas áreas. Também é necessário conhecimento de administração rural e experiência comprovada em atividades relacionadas ao agronegócio.

Os candidatos devem ainda conhecer a região, já que entre suas atividades haverá o mapeamento das necessidades do setor de alimentação e da cadeia produtiva, para a sugestão de soluções e projetos.

Os profissionais que forem credenciados receberão R$ 32 por hora de consultoria, para até 120 horas por mês - ou seja, até R$ 3.800 mensalmente.

A intenção é captar cerca de 250 consultores. "Temos hoje cerca de 180 cadastrados e precisamos de bem mais para atender à demanda", afirma o gerente da unidade de Desenvolvimento Territorial, Joaquim Xavier Filho. Atualmente, há 636 grupos de produtores e empresários do setor alimentício participando do sistema.

Irina afirma que o evento de hoje, além de ter como foco a captação de consultores, destina-se também a mostrar a nova metodologia do SAI, que passou a ter como meta a estruturação e fortalecimento de grupos, para valorizar a vocação de cada região.

COOPERATIVA - Criada em 2005, a Cooper Cambucy, de Rio Grande da Serra, que reúne atualmente 30 cooperados e produz cambuci e derivados (polpas, sucos, licor e a fruta curtida na cachaça), buscou o Sebrae para ter mais informações sobre a organização de um empreendimento cooperativista. O presidente da cooperativa, Flávio Lemos, afirma que o SAI tem dado o apoio também para a exposição em feiras e visitas técnicas. "Buscamos agora o registro no Ministério da Agricultura, para vender para o comércio. Até agora, fazemos de forma artesanal", disse.

Serviço - Apresentação da metodologia do SAI. Data: hoje, às 9h. Local: Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC (Avenida Ramiro Colleoni, 5).



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Sebrae busca consultores para atuar na agroindústria regional

Leone Farias
Do Diário do Grande ABC

18/09/2008 | 07:01


O escritório regional do Sebrae-SP (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) no Grande ABC realiza nesta quinta-feira um evento destinado a atrair profissionais de nível superior, de diversas áreas, para atuar como consultores do SAI (Sistema Agroindustrial Integrado) na região.

O SAI é um programa que visa oferecer assessoria técnica, financeira e administrativa a grupos de pequenas empresas e cooperativas ligadas à cadeia produtiva do agronegócio. O objetivo é aumentar a produtividade e a rentabilidade desses empreendimentos.

Na região, a entidade dá apoio para uma cooperativa de produtores de cambuci e outra de shiitake, ambas de Rio Grande da Serra, e chocolateiras de Ribeirão Pires.

Segundo a analista da regional do Sebrae-SP, Irina Freire, a idéia é arregimentar profissionais para auxiliar nesse processo de capacitação dos empreendedores locais.

Para se habilitar a ser um consultor, é preciso que a pessoa tenha formação superior em administração de empresas, biologia, direito, ecologia, economia, engenharia (agronômica, agrícola e ambiental, por exemplo), medicina veterinária ou zootecnia ou ainda ter pós-graduação nessas áreas. Também é necessário conhecimento de administração rural e experiência comprovada em atividades relacionadas ao agronegócio.

Os candidatos devem ainda conhecer a região, já que entre suas atividades haverá o mapeamento das necessidades do setor de alimentação e da cadeia produtiva, para a sugestão de soluções e projetos.

Os profissionais que forem credenciados receberão R$ 32 por hora de consultoria, para até 120 horas por mês - ou seja, até R$ 3.800 mensalmente.

A intenção é captar cerca de 250 consultores. "Temos hoje cerca de 180 cadastrados e precisamos de bem mais para atender à demanda", afirma o gerente da unidade de Desenvolvimento Territorial, Joaquim Xavier Filho. Atualmente, há 636 grupos de produtores e empresários do setor alimentício participando do sistema.

Irina afirma que o evento de hoje, além de ter como foco a captação de consultores, destina-se também a mostrar a nova metodologia do SAI, que passou a ter como meta a estruturação e fortalecimento de grupos, para valorizar a vocação de cada região.

COOPERATIVA - Criada em 2005, a Cooper Cambucy, de Rio Grande da Serra, que reúne atualmente 30 cooperados e produz cambuci e derivados (polpas, sucos, licor e a fruta curtida na cachaça), buscou o Sebrae para ter mais informações sobre a organização de um empreendimento cooperativista. O presidente da cooperativa, Flávio Lemos, afirma que o SAI tem dado o apoio também para a exposição em feiras e visitas técnicas. "Buscamos agora o registro no Ministério da Agricultura, para vender para o comércio. Até agora, fazemos de forma artesanal", disse.

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