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Alemanha expulsa dois diplomatas da Rússia após investigar morte de rebelde



04/12/2019 | 13:45


A Alemanha expulsou dois diplomatas russos, em retaliação ao que o governo alemão viu como a recusa de Moscou em cooperar em uma investigação de homicídio, após promotores vincularem o Kremlin ao assassinato de um rebelde checheno em Berlim. Os dois diplomatas que atuavam na embaixada russa na capital alemã foram declarados persona non grata nesta quarta-feira, com isso precisarão sair imediatamente do país. Os dois trabalhavam para o serviço secreto russo, segundo uma graduada autoridade alemã.

A Alemanha, porém, busca preservar as relações econômicas com Moscou, a fim de salvaguardar seus estoques de energia. A Rússia havia dito que retaliaria após as expulsões.

O caso envolve Zelimkhan Khangoshvili, ex-rebelde checheno com nacionalidade da Geórgia que foi morto à luz do dia em 23 de agosto num parque em Berlim. Khangoshvili havia pedido asilo em Berlim, mas tido a solicitação negada. O suspeito foi preso pouco depois do crime e tinha um passaporte com o nome de Vakim Sokolov, que segundo investigadores era uma identidade falsa. O Kremlin negou qualquer envolvimento no crime. Fonte: Dow Jones Newswires.



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Alemanha expulsa dois diplomatas da Rússia após investigar morte de rebelde


04/12/2019 | 13:45


A Alemanha expulsou dois diplomatas russos, em retaliação ao que o governo alemão viu como a recusa de Moscou em cooperar em uma investigação de homicídio, após promotores vincularem o Kremlin ao assassinato de um rebelde checheno em Berlim. Os dois diplomatas que atuavam na embaixada russa na capital alemã foram declarados persona non grata nesta quarta-feira, com isso precisarão sair imediatamente do país. Os dois trabalhavam para o serviço secreto russo, segundo uma graduada autoridade alemã.

A Alemanha, porém, busca preservar as relações econômicas com Moscou, a fim de salvaguardar seus estoques de energia. A Rússia havia dito que retaliaria após as expulsões.

O caso envolve Zelimkhan Khangoshvili, ex-rebelde checheno com nacionalidade da Geórgia que foi morto à luz do dia em 23 de agosto num parque em Berlim. Khangoshvili havia pedido asilo em Berlim, mas tido a solicitação negada. O suspeito foi preso pouco depois do crime e tinha um passaporte com o nome de Vakim Sokolov, que segundo investigadores era uma identidade falsa. O Kremlin negou qualquer envolvimento no crime. Fonte: Dow Jones Newswires.

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