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Rogério Chequer afirma que ‘foco não é privatizar’ estrutura estadual


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

18/09/2018 | 07:00


Debutante em eleições, o candidato ao governo de São Paulo pelo Novo, Rogério Chequer, sustentou que, se eleito, o “foco não é privatizar” indiscriminadamente órgãos atrelados à estrutura estadual. São 20 empresas estatais, 16 fundações e 26 autarquias, além de 25 secretarias diretas.

Ex-líder do movimento Vem Pra Rua, o empresário falou, em entrevista ao Diário, que cada caso será analisado, mas que a proposta inicial é ter “serviço de qualidade”, ponderando que esse modelo pode acontecer em várias situações via concessão, quando “o bem permanece público”, só que, por período determinado, operado pela iniciativa privada.

Chequer criticou o que chamou de “politicagem” para acolher aliados na gestão, baseada em acordos que tiram a capacidade do mandato. Segundo ele, a maioria desses 87 órgãos “está hoje inchada”. “O que se via até agora era máquina gigantesca, inchada e politizada, utilizada, eleições após eleições, para manter o PSDB no poder. Não é por acaso que ficou 24 anos no comando”, cutucou o candidato. “Mas é a primeira vez que essa estrutura está sendo disputada por mais de um candidato. Isso abre enorme margem (para projetos alternativos)”, emendou Chequer.

O postulante do Novo relatou pretensão de reduzir “por volta de metade” o número de secretarias. Do ponto de vista de outros órgãos apontados pelo candidato, como Metrô e CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), para Chequer, teriam, por exemplo, que passar a fazer serviço de inteligência, “não necessariamente de execução”. “(Essas) Estruturas podem ser modificadas. Não gosto de generalizar privatizações. O trabalho em parceria com a iniciativa privada pode acontecer por meio do PPP (Parceria Público-Privada), concessões, modelos híbridos e até privatizações.”

Apesar da defesa por pautas ligadas ao liberalismo econômico, assim como o concorrente e ex-prefeito da Capital João Doria (PSDB), Chequer descartou semelhança de perfil com o tucano. “Na essência do Novo não fazemos coligações a não ser por alinhamento de princípios. Estamos em direção totalmente contrária à que o Doria está. Nos recusamos fazer coligação única e exclusivamente para ter tempo de TV ou com a desculpa que está montando base eleitoral.”

O candidato aposta nas redes sociais para guinada na reta final de campanha. Disse que o fato de o Novo não usar o Fundo Partidário “dificulta, mas não inviabiliza” a empreitada. 



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Rogério Chequer afirma que ‘foco não é privatizar’ estrutura estadual

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

18/09/2018 | 07:00


Debutante em eleições, o candidato ao governo de São Paulo pelo Novo, Rogério Chequer, sustentou que, se eleito, o “foco não é privatizar” indiscriminadamente órgãos atrelados à estrutura estadual. São 20 empresas estatais, 16 fundações e 26 autarquias, além de 25 secretarias diretas.

Ex-líder do movimento Vem Pra Rua, o empresário falou, em entrevista ao Diário, que cada caso será analisado, mas que a proposta inicial é ter “serviço de qualidade”, ponderando que esse modelo pode acontecer em várias situações via concessão, quando “o bem permanece público”, só que, por período determinado, operado pela iniciativa privada.

Chequer criticou o que chamou de “politicagem” para acolher aliados na gestão, baseada em acordos que tiram a capacidade do mandato. Segundo ele, a maioria desses 87 órgãos “está hoje inchada”. “O que se via até agora era máquina gigantesca, inchada e politizada, utilizada, eleições após eleições, para manter o PSDB no poder. Não é por acaso que ficou 24 anos no comando”, cutucou o candidato. “Mas é a primeira vez que essa estrutura está sendo disputada por mais de um candidato. Isso abre enorme margem (para projetos alternativos)”, emendou Chequer.

O postulante do Novo relatou pretensão de reduzir “por volta de metade” o número de secretarias. Do ponto de vista de outros órgãos apontados pelo candidato, como Metrô e CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), para Chequer, teriam, por exemplo, que passar a fazer serviço de inteligência, “não necessariamente de execução”. “(Essas) Estruturas podem ser modificadas. Não gosto de generalizar privatizações. O trabalho em parceria com a iniciativa privada pode acontecer por meio do PPP (Parceria Público-Privada), concessões, modelos híbridos e até privatizações.”

Apesar da defesa por pautas ligadas ao liberalismo econômico, assim como o concorrente e ex-prefeito da Capital João Doria (PSDB), Chequer descartou semelhança de perfil com o tucano. “Na essência do Novo não fazemos coligações a não ser por alinhamento de princípios. Estamos em direção totalmente contrária à que o Doria está. Nos recusamos fazer coligação única e exclusivamente para ter tempo de TV ou com a desculpa que está montando base eleitoral.”

O candidato aposta nas redes sociais para guinada na reta final de campanha. Disse que o fato de o Novo não usar o Fundo Partidário “dificulta, mas não inviabiliza” a empreitada. 

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