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Garoto ferido em explosão
tem estado de saúde estável

A vítima teve queimaduras de primeiro e segundo
graus na face e nos membros superiores e inferiores


Natalia Fernandjes
do Diário do Grande ABC

29/10/2011 | 07:03


O garoto Luiz Gustavo Minichelo, 11 anos, ferido anteontem após explosão de gás na Rua Tauá, Parque João Ramalho, em Santo André, segue internado na UTI pediátrica do Hospital Estadual Mário Covas e tem estado de saúde considerado estável pelos médicos. A vítima teve queimaduras de primeiro e segundo graus na face e nos membros superiores e inferiores.

Segundo informações do delegado do 2º Distrito Policial de Santo André, Roberto Von Haydin, que esteve com o menino no dia da explosão, Luiz Gustavo teria sentido cheiro forte de gás e desceu até a cozinha do sobrado onde morava com a avó, a dona de casa Tereza Minichelo, 67, para desligar a válvula do botijão. A explosão teria ocorrido no momento em que o garoto acendeu a luz.

Além da casa em que Tereza Minichelo morava havia mais de 30 anos, a residência de sua irmã, a dona de casa Helena Marabiza Espósito, 66, localizada ao lado, também precisou ser completamente demolida, segundo avaliação da Defesa Civil.

Outras quatro residências vizinhas foram parcialmente atingidas: tiveram vidros, telhas, janelas e portas quebradas, além de paredes rachadas pelo impacto da explosão.

A avó de Luiz Gustavo teve um pico hipertensivo e precisou ser levada ao Pronto Atendimento Bangu, onde foi medicada e liberada anteontem mesmo. Já Luiz Gustavo ficou no Centro Hospitalar de Santo André até as 15h30, quando foi transferido para o Hospital Mário Covas. Devido aos ferimentos, ele provavelmente será transferido para um hospital de referência em queimados em São Paulo nos próximos dias.

Auxílio

A Prefeitura de Santo André informou que a Secretaria de Inclusão Social ofereceu incluir as duas famílias que tiveram suas casas demolidas no programa de locação social, mas elas não aceitaram e preferiram ir para a casa de familiares. O programa consiste na transferência de recursos para pagamento de aluguel de imóvel às famílias que se enquadrem no projeto.

A secretaria auxiliou os moradores a transportar os bens, móveis, eletrodomésticos e roupas que puderam ser resgatados até a casa de familiares.



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Garoto ferido em explosão
tem estado de saúde estável

A vítima teve queimaduras de primeiro e segundo
graus na face e nos membros superiores e inferiores

Natalia Fernandjes
do Diário do Grande ABC

29/10/2011 | 07:03


O garoto Luiz Gustavo Minichelo, 11 anos, ferido anteontem após explosão de gás na Rua Tauá, Parque João Ramalho, em Santo André, segue internado na UTI pediátrica do Hospital Estadual Mário Covas e tem estado de saúde considerado estável pelos médicos. A vítima teve queimaduras de primeiro e segundo graus na face e nos membros superiores e inferiores.

Segundo informações do delegado do 2º Distrito Policial de Santo André, Roberto Von Haydin, que esteve com o menino no dia da explosão, Luiz Gustavo teria sentido cheiro forte de gás e desceu até a cozinha do sobrado onde morava com a avó, a dona de casa Tereza Minichelo, 67, para desligar a válvula do botijão. A explosão teria ocorrido no momento em que o garoto acendeu a luz.

Além da casa em que Tereza Minichelo morava havia mais de 30 anos, a residência de sua irmã, a dona de casa Helena Marabiza Espósito, 66, localizada ao lado, também precisou ser completamente demolida, segundo avaliação da Defesa Civil.

Outras quatro residências vizinhas foram parcialmente atingidas: tiveram vidros, telhas, janelas e portas quebradas, além de paredes rachadas pelo impacto da explosão.

A avó de Luiz Gustavo teve um pico hipertensivo e precisou ser levada ao Pronto Atendimento Bangu, onde foi medicada e liberada anteontem mesmo. Já Luiz Gustavo ficou no Centro Hospitalar de Santo André até as 15h30, quando foi transferido para o Hospital Mário Covas. Devido aos ferimentos, ele provavelmente será transferido para um hospital de referência em queimados em São Paulo nos próximos dias.

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A Prefeitura de Santo André informou que a Secretaria de Inclusão Social ofereceu incluir as duas famílias que tiveram suas casas demolidas no programa de locação social, mas elas não aceitaram e preferiram ir para a casa de familiares. O programa consiste na transferência de recursos para pagamento de aluguel de imóvel às famílias que se enquadrem no projeto.

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