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Holanda massacra a Espanha com shows de Robben e Van Persie

Claudinei Plaza Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Reedição da decisão de 2010 termina com fim diferente
e goleada na Arena Fonte Nova, em Salvador


Dérek Bittencourt
Enviado a Salvador

14/06/2014 | 07:00


Faixa carimbada e com direito a revanche. Adversárias na final de 2010, Espanha e Holanda se encontraram pela abertura do Grupo B da Copa do Mundo, na Arena Fonte Nova, em Salvador. E, se na África do Sul os espanhóis venceram por 1 a 0, ontem os holandeses se redimiram em grande estilo, com direito a goleada por 5 a 1.

A Espanha impôs seu estilo de jogo desde o princípio, com o famoso toque de bola que busca espaços na defesa adversária. Já os holandeses sempre procuravam o trio Robben, Sneijder e Van Persie para desenvolver as jogadas. E foi justamente a partir de um deles que aconteceu o primeiro lance de perigo. Aos sete, Sneijder recebeu em profundidade, invadiu a área e bateu cruzado, mas Casillas fez grande defesa.

A resposta espanhola veio em tentativa de Iniesta, que assustou o goleiro Cillessen. No entanto, na segunda boa aparição do camisa 8, aos 26, serviu Diego Costa, que fintou o zagueiro e acabou tocado por baixo na área: pênalti. Xabi Alonso cobrou e abriu o placar. Em lance similar ao que originou a penalidade, Iniesta lançou David Silva, que tentou encobrir Cillessen, mas o goleiro pôs a escanteio. Como quem não faz, toma, a Holanda aproveitou e igualou antes do intervalo. Aos 43, após grande lançamento de Blind, Van Persie avançou livre e com grande categoria cabeceou por sobre Casillas: 1 a 1.

O gol holandês foi um ducha de água fria maior do que a chuva no início do segundo tempo. E pareceu ter esfriado mesmo os espanhóis. Tanto que, aos sete, após mais um belo lançamento de Blind, Robben dominou, fintou Piqué e bateu forte para virar a partida. O técnico Vicente Del Bosque até tentou mexer no time espanhol colocando Fernando Torres e Pedro, mas pouco depois a Holanda aumentou. Aos 19, Sneijder cobrou falta fechada, Van Persie se chocou com Casillas e De Vrij apareceu na segunda trave para fazer 3 a 1.

Aos 26, a Laranja Mecânica marcou o quarto. Após recuo, Casillas dominou mal e permitiu que Van Persie se aproveitasse, roubasse a bola e empurrasse para o gol vazio. Mas ainda cabia mais e, aos 34, a Holanda marcou o quinto. Robben ganhou de Sergio Ramos na corrida e teve calma para deixar Casillas no chão e decretar a vitória.

Dupla de ataque holandesa quebrou tática espanhola - A forma de jogar da Espanha e a maneira como seus jogadores conseguem envolver os adversários já são conhecidas, ao menos, desde 2008, mas ainda assim se apresentam bastante funcionais. Ontem, no entanto, o técnico holandês Louis Van Gaal e seus atletas impediram o toque de bola dos espanhóis, tiveram tranquilidade para alcançar a virada e qualidade para encontrar espaços e marcar cinco gols. E a dupla Robben e Van Persie foi responsável por quatro deles.
O gol de empate marcado por Van Persie e o da virada, de Robben, foram belos, ambos partindo de lançamentos em profundidade do lateral Blind. De Vrij fez o terceiro, mas a dupla novamente entrou em ação e balançou as redes mais uma vez cada.

Depois do jogo, Van Persie foi eleito o melhor em campo por uma das patrocinadoras e, ao falar sobre seus gols, elegeu o primeiro como o mais belo e contou de que forma conseguiu encobrir o goleiro espanhol mesmo de cabeça. “Foi um gol brilhante, preciso ser justo. Foi uma aposta, mas pouco antes de receber vi que o Casillas estava fora do gol, então arrisquei essa cabeçada meio voadora, como se fosse no estilo de um voleio”, disse.



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Holanda massacra a Espanha com shows de Robben e Van Persie

Reedição da decisão de 2010 termina com fim diferente
e goleada na Arena Fonte Nova, em Salvador

Dérek Bittencourt
Enviado a Salvador

14/06/2014 | 07:00


Faixa carimbada e com direito a revanche. Adversárias na final de 2010, Espanha e Holanda se encontraram pela abertura do Grupo B da Copa do Mundo, na Arena Fonte Nova, em Salvador. E, se na África do Sul os espanhóis venceram por 1 a 0, ontem os holandeses se redimiram em grande estilo, com direito a goleada por 5 a 1.

A Espanha impôs seu estilo de jogo desde o princípio, com o famoso toque de bola que busca espaços na defesa adversária. Já os holandeses sempre procuravam o trio Robben, Sneijder e Van Persie para desenvolver as jogadas. E foi justamente a partir de um deles que aconteceu o primeiro lance de perigo. Aos sete, Sneijder recebeu em profundidade, invadiu a área e bateu cruzado, mas Casillas fez grande defesa.

A resposta espanhola veio em tentativa de Iniesta, que assustou o goleiro Cillessen. No entanto, na segunda boa aparição do camisa 8, aos 26, serviu Diego Costa, que fintou o zagueiro e acabou tocado por baixo na área: pênalti. Xabi Alonso cobrou e abriu o placar. Em lance similar ao que originou a penalidade, Iniesta lançou David Silva, que tentou encobrir Cillessen, mas o goleiro pôs a escanteio. Como quem não faz, toma, a Holanda aproveitou e igualou antes do intervalo. Aos 43, após grande lançamento de Blind, Van Persie avançou livre e com grande categoria cabeceou por sobre Casillas: 1 a 1.

O gol holandês foi um ducha de água fria maior do que a chuva no início do segundo tempo. E pareceu ter esfriado mesmo os espanhóis. Tanto que, aos sete, após mais um belo lançamento de Blind, Robben dominou, fintou Piqué e bateu forte para virar a partida. O técnico Vicente Del Bosque até tentou mexer no time espanhol colocando Fernando Torres e Pedro, mas pouco depois a Holanda aumentou. Aos 19, Sneijder cobrou falta fechada, Van Persie se chocou com Casillas e De Vrij apareceu na segunda trave para fazer 3 a 1.

Aos 26, a Laranja Mecânica marcou o quarto. Após recuo, Casillas dominou mal e permitiu que Van Persie se aproveitasse, roubasse a bola e empurrasse para o gol vazio. Mas ainda cabia mais e, aos 34, a Holanda marcou o quinto. Robben ganhou de Sergio Ramos na corrida e teve calma para deixar Casillas no chão e decretar a vitória.

Dupla de ataque holandesa quebrou tática espanhola - A forma de jogar da Espanha e a maneira como seus jogadores conseguem envolver os adversários já são conhecidas, ao menos, desde 2008, mas ainda assim se apresentam bastante funcionais. Ontem, no entanto, o técnico holandês Louis Van Gaal e seus atletas impediram o toque de bola dos espanhóis, tiveram tranquilidade para alcançar a virada e qualidade para encontrar espaços e marcar cinco gols. E a dupla Robben e Van Persie foi responsável por quatro deles.
O gol de empate marcado por Van Persie e o da virada, de Robben, foram belos, ambos partindo de lançamentos em profundidade do lateral Blind. De Vrij fez o terceiro, mas a dupla novamente entrou em ação e balançou as redes mais uma vez cada.

Depois do jogo, Van Persie foi eleito o melhor em campo por uma das patrocinadoras e, ao falar sobre seus gols, elegeu o primeiro como o mais belo e contou de que forma conseguiu encobrir o goleiro espanhol mesmo de cabeça. “Foi um gol brilhante, preciso ser justo. Foi uma aposta, mas pouco antes de receber vi que o Casillas estava fora do gol, então arrisquei essa cabeçada meio voadora, como se fosse no estilo de um voleio”, disse.

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