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Morador de São Caetano, Lucas Scheleger faz sua estreia em universo literário

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Fantasia e realidade se confundem na primeira obra do autor, ‘A Fronteira’


Vanessa Soares

10/02/2016 | 07:00


 A imaginação é um universo sem fim quando ganha liberdade. Aliada à literatura, se transforma em histórias capazes de prender a atenção dos mais dispersos leitores e transformá-los em devoradores compulsivos de páginas. A obra de estreia do escritor de São Caetano Lucas Scheleger, A Fronteira – Enigmas de Outrora
(Editora Novo Século, 384 págs., R$ 45, em média), é uma dessas histórias.

No livro, que acabou de chegar às lojas, Nicholas é um jovem príncipe que, impulsionado por forças desconhecidas, perturbado por sonhos enigmáticos e visões, parte de sua terra natal, Benedictio, para enfrentar perigos incontáveis de um continente amaldiçoado. Para isso, terá de atravessar imensurável fronteira no centro do oceano. Nesta aventura, amigos com características bem peculiares lhe fazem companhia. Juntos eles desvendarão mistérios do passado e diversos segredos que envolvem o lugar.

Segundo o autor, os personagens não foram inspirados em ninguém especificamente. “Eles são frutos da minha cabeça e, para dar um diferencial, adicionei algumas características do antropomorfismo (animais com características humanas) em alguns deles. Não há nenhuma história parecida na literatura”, explica o jovem.

A paixão por escrever é recente. Aos 21 anos, Scheleger começou na profissão há apenas dois anos, motivado por sua criatividade. “Quando tenho uma ideia não consigo pensar em outra coisa. Foi por isso que decidi colocar tudo no papel.” O novo hobby, contudo, foi mantido sob sigilo durante algum tempo. “Minha família só soube da existência do livro quando estava pronto. Para publicar recebi total apoio”, garante.

E a aventura deu tão certo que o jovem pretende continuar trilhando o universo literário. Além de A Fronteira, outra história está em andamento. “Se esse livro me der reconhecimento, pretendo publicar da próxima vez um romance que já comecei.”



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Morador de São Caetano, Lucas Scheleger faz sua estreia em universo literário

Fantasia e realidade se confundem na primeira obra do autor, ‘A Fronteira’

Vanessa Soares

10/02/2016 | 07:00


 A imaginação é um universo sem fim quando ganha liberdade. Aliada à literatura, se transforma em histórias capazes de prender a atenção dos mais dispersos leitores e transformá-los em devoradores compulsivos de páginas. A obra de estreia do escritor de São Caetano Lucas Scheleger, A Fronteira – Enigmas de Outrora
(Editora Novo Século, 384 págs., R$ 45, em média), é uma dessas histórias.

No livro, que acabou de chegar às lojas, Nicholas é um jovem príncipe que, impulsionado por forças desconhecidas, perturbado por sonhos enigmáticos e visões, parte de sua terra natal, Benedictio, para enfrentar perigos incontáveis de um continente amaldiçoado. Para isso, terá de atravessar imensurável fronteira no centro do oceano. Nesta aventura, amigos com características bem peculiares lhe fazem companhia. Juntos eles desvendarão mistérios do passado e diversos segredos que envolvem o lugar.

Segundo o autor, os personagens não foram inspirados em ninguém especificamente. “Eles são frutos da minha cabeça e, para dar um diferencial, adicionei algumas características do antropomorfismo (animais com características humanas) em alguns deles. Não há nenhuma história parecida na literatura”, explica o jovem.

A paixão por escrever é recente. Aos 21 anos, Scheleger começou na profissão há apenas dois anos, motivado por sua criatividade. “Quando tenho uma ideia não consigo pensar em outra coisa. Foi por isso que decidi colocar tudo no papel.” O novo hobby, contudo, foi mantido sob sigilo durante algum tempo. “Minha família só soube da existência do livro quando estava pronto. Para publicar recebi total apoio”, garante.

E a aventura deu tão certo que o jovem pretende continuar trilhando o universo literário. Além de A Fronteira, outra história está em andamento. “Se esse livro me der reconhecimento, pretendo publicar da próxima vez um romance que já comecei.”

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