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PTB e Solidariedade tentam aliança e descartam Aidan

Montagem/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Em Sto.André, partidos de Dinah Zekcer e Ailton Lima ‘namoram’ pela formação de chapa mista de oposição na eleição de 2016


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

14/12/2014 | 07:00


O PTB e o Solidariedade de Santo André articulam possível aliança oposicionista para a eleição municipal de 2016 na sucessão de Carlos Grana (PT). Lideranças dos partidos comandados na cidade pela ex-vice-prefeita Dinah Zekcer e pelo vereador Ailton Lima, respectivamente, ‘namoram’ por acordo de integrar chapa majoritária mista e contrapor ao projeto de reeleição petista. Nos termos da eventual coligação há consenso entre as partes políticas por descartar discussão de parceria com o ex-prefeito Aidan Ravin (PSB).

Na Câmara, as legendas fazem parte da bancada independente, que reiniciou período de obstruir projetos polêmicos do Executivo. Juntas, as siglas têm representatividade de seis parlamentares, integrando metade do G-12, ala neutra ao Paço. Os discursos aliados no Legislativo “auxiliam” na aproximação eleitoral. “Neste momento, ainda é prematuro. Nossa proposta é fazer composição, com vários partidos. Solidariedade e PSDB são ideias que estamos dispostos a discutir, visando amplo arco”, alegou o vereador Luiz Zacarias (PTB).

Histórico no município – governou a Prefeitura por três mandatos –, o PTB tenta acerto para resgatar a força depois do revés de 2012, quando Aidan perdeu o páreo de renovação de mandato, episódio inédito na esfera local. No ano seguinte, o ex-prefeito, derrotado no pleito de deputado em outubro, deixou as fileiras da sigla. A maneira da saída criou animosidade interna. “Pessoas de peso colocam restrições. Por isso, prejudica, ficou situação delicada. Há forte insatisfação contra Aidan”, disse Zacarias, ex-assessor do socialista.

O ex-prefeito buscou adesão petebista na campanha deste ano. A hipótese de apoio sofreu veto. O parlamentar Roberto Rautenberg (PTB) foi mais enfático ao rechaçar a ideia de aliança de oposição com Aidan. “Na política as coisas mudam muito, mas arrisco dizer que não existe 1% de possibilidade (de acordo), sem chance”, justificou, acrescentando, antes do questionamento, que a parceria com o Solidariedade seria “bem-vinda”. “Com o SD não vejo qualquer problema para compor. Existe interesse.”

Cotado para encabeçar a chapa majoritária, Ailton também defende aliança, inclusive, pela gratidão com o ex-partido. “Temos desejo de caminhar juntos”, sintetizou – parlamentar encampou candidatura a federal e obteve 20,6 mil votos. Colega de Câmara, Edson Sardano (PTB) sinalizou que a composição “tem que aproveitar oportunidade para captar nova visão política”. Segundo ele, a renovação “não é com ninguém que esteja hoje no cenário”. “Aidan não nos representa, nem (Raimundo) Salles (PPS) e nem PT. A ideia é candidatura própria ou somar com essa proposta nova.”

Procurados, Dinah e Aidan não foram localizados para comentar o assunto. 



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PTB e Solidariedade tentam aliança e descartam Aidan

Em Sto.André, partidos de Dinah Zekcer e Ailton Lima ‘namoram’ pela formação de chapa mista de oposição na eleição de 2016

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

14/12/2014 | 07:00


O PTB e o Solidariedade de Santo André articulam possível aliança oposicionista para a eleição municipal de 2016 na sucessão de Carlos Grana (PT). Lideranças dos partidos comandados na cidade pela ex-vice-prefeita Dinah Zekcer e pelo vereador Ailton Lima, respectivamente, ‘namoram’ por acordo de integrar chapa majoritária mista e contrapor ao projeto de reeleição petista. Nos termos da eventual coligação há consenso entre as partes políticas por descartar discussão de parceria com o ex-prefeito Aidan Ravin (PSB).

Na Câmara, as legendas fazem parte da bancada independente, que reiniciou período de obstruir projetos polêmicos do Executivo. Juntas, as siglas têm representatividade de seis parlamentares, integrando metade do G-12, ala neutra ao Paço. Os discursos aliados no Legislativo “auxiliam” na aproximação eleitoral. “Neste momento, ainda é prematuro. Nossa proposta é fazer composição, com vários partidos. Solidariedade e PSDB são ideias que estamos dispostos a discutir, visando amplo arco”, alegou o vereador Luiz Zacarias (PTB).

Histórico no município – governou a Prefeitura por três mandatos –, o PTB tenta acerto para resgatar a força depois do revés de 2012, quando Aidan perdeu o páreo de renovação de mandato, episódio inédito na esfera local. No ano seguinte, o ex-prefeito, derrotado no pleito de deputado em outubro, deixou as fileiras da sigla. A maneira da saída criou animosidade interna. “Pessoas de peso colocam restrições. Por isso, prejudica, ficou situação delicada. Há forte insatisfação contra Aidan”, disse Zacarias, ex-assessor do socialista.

O ex-prefeito buscou adesão petebista na campanha deste ano. A hipótese de apoio sofreu veto. O parlamentar Roberto Rautenberg (PTB) foi mais enfático ao rechaçar a ideia de aliança de oposição com Aidan. “Na política as coisas mudam muito, mas arrisco dizer que não existe 1% de possibilidade (de acordo), sem chance”, justificou, acrescentando, antes do questionamento, que a parceria com o Solidariedade seria “bem-vinda”. “Com o SD não vejo qualquer problema para compor. Existe interesse.”

Cotado para encabeçar a chapa majoritária, Ailton também defende aliança, inclusive, pela gratidão com o ex-partido. “Temos desejo de caminhar juntos”, sintetizou – parlamentar encampou candidatura a federal e obteve 20,6 mil votos. Colega de Câmara, Edson Sardano (PTB) sinalizou que a composição “tem que aproveitar oportunidade para captar nova visão política”. Segundo ele, a renovação “não é com ninguém que esteja hoje no cenário”. “Aidan não nos representa, nem (Raimundo) Salles (PPS) e nem PT. A ideia é candidatura própria ou somar com essa proposta nova.”

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