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Após vitória de Atila, Admir adota discurso de candidato à presidência da Câmara de Mauá

Orlando Filho/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Vereador propõe apaziguar relação de governistas com independentes


Gustavo Pinchiaro
Do Diário do Grande ABC

14/10/2014 | 07:00


Depois da eleição de Atila Jacomussi (PCdoB) para deputado estadual, o vereador Admir (PRP) – pai do comunista – adotou discurso de candidato à presidência da Câmara. O parlamentar destaca ter experiência de três gestões no comando do Legislativo para “valorizar o vereador” e garantir “harmonia” entre as bancadas governista e independente.

“Estive três vezes na presidência, participei da construção da Lei Orgânica quando presidi a primeira sessão da Câmara de Mauá. (Na presidência) Vou procurar garantir relação harmônica, vou sempre valorizar o Legislativo e manter boa relação com o Executivo”, destacou Admir, que nega estar se colocando no páreo. “Quem coloca meu nome é grupo de parlamentares. Não estou dizendo que sou candidato. Também não tem relação com a vitória do Atila. Se houver entendimento da maioria para eu assumir a presidência, logicamente que não vou recusar”, disse.

A eleição de Atila reforçou posição do clã Jacomussi como terceira força política na cidade. Atrelado ao governo de Donisete Braga (PT), o grupo se fortaleceria com a chefia da Câmara para tentar faturar vaga de candidato a vice-prefeito na chapa do PT em 2016.

O enfrentamento pela presidência, entretanto, deve contar com pelo menos dois nomes. Edgard Grecco (Pros) é defendido pelo bloco independente, que tem 11 integrantes. O PT só tratará o tema após o encerramento do segundo turno da eleição presidencial, porém planeja lançar candidato com apoio dos governistas, que são 12 nomes.

Por conta de Helcio Silva (PT) ter renunciado ao posto de vice-prefeito para assumir mandato de deputado federal, o presidente do Legislativo passou a também exercer essa função de número dois do Paço. O desânimo eleitoral com as derrotas de Helcio a deputado federal e Paulo Eugenio Pereira Júnior (PT) a estadual embaralhou o cenário interno e não há cotados para a missão.

Donisete disse que não se envolverá na disputa. Atual presidente, Paulo Suares (PT) afirmou não ter ouvido nada sobre a concorrência. Parlamentar licenciado, o secretário de Serviços Urbanos, Rogério Santana (PT), afirmou que não descarta retornar à Câmara para tentar a presidência. “Não estamos fazendo esse debate, mas não vou me retirar se optarem pelo meu nome”, comentou Rogério. 



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Após vitória de Atila, Admir adota discurso de candidato à presidência da Câmara de Mauá

Vereador propõe apaziguar relação de governistas com independentes

Gustavo Pinchiaro
Do Diário do Grande ABC

14/10/2014 | 07:00


Depois da eleição de Atila Jacomussi (PCdoB) para deputado estadual, o vereador Admir (PRP) – pai do comunista – adotou discurso de candidato à presidência da Câmara. O parlamentar destaca ter experiência de três gestões no comando do Legislativo para “valorizar o vereador” e garantir “harmonia” entre as bancadas governista e independente.

“Estive três vezes na presidência, participei da construção da Lei Orgânica quando presidi a primeira sessão da Câmara de Mauá. (Na presidência) Vou procurar garantir relação harmônica, vou sempre valorizar o Legislativo e manter boa relação com o Executivo”, destacou Admir, que nega estar se colocando no páreo. “Quem coloca meu nome é grupo de parlamentares. Não estou dizendo que sou candidato. Também não tem relação com a vitória do Atila. Se houver entendimento da maioria para eu assumir a presidência, logicamente que não vou recusar”, disse.

A eleição de Atila reforçou posição do clã Jacomussi como terceira força política na cidade. Atrelado ao governo de Donisete Braga (PT), o grupo se fortaleceria com a chefia da Câmara para tentar faturar vaga de candidato a vice-prefeito na chapa do PT em 2016.

O enfrentamento pela presidência, entretanto, deve contar com pelo menos dois nomes. Edgard Grecco (Pros) é defendido pelo bloco independente, que tem 11 integrantes. O PT só tratará o tema após o encerramento do segundo turno da eleição presidencial, porém planeja lançar candidato com apoio dos governistas, que são 12 nomes.

Por conta de Helcio Silva (PT) ter renunciado ao posto de vice-prefeito para assumir mandato de deputado federal, o presidente do Legislativo passou a também exercer essa função de número dois do Paço. O desânimo eleitoral com as derrotas de Helcio a deputado federal e Paulo Eugenio Pereira Júnior (PT) a estadual embaralhou o cenário interno e não há cotados para a missão.

Donisete disse que não se envolverá na disputa. Atual presidente, Paulo Suares (PT) afirmou não ter ouvido nada sobre a concorrência. Parlamentar licenciado, o secretário de Serviços Urbanos, Rogério Santana (PT), afirmou que não descarta retornar à Câmara para tentar a presidência. “Não estamos fazendo esse debate, mas não vou me retirar se optarem pelo meu nome”, comentou Rogério. 

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