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Freelander tem o DNA da Land Rover


Percy Faro
Da Agência Hp Press

21/04/2004 | 12:05


A versão 2004 do Freelander, o utilitário esportivo compacto da marca Land Rover, reserva diferentes surpresas a cada movimento porque é agradável de dirigir, tem excelente desempenho no asfalto e enfrenta o fora-de-estrada com todas as virtudes que identificam os robustos e raçudos 4x4 da marca inglesa em todo o mundo. Além disso, esbanja luxo, sofisticação e carrega boa dose de tecnologia, ingredientes suficientes para agradar a gregos e troianos. Avaliado pelo Jornal Veículos no sul do País, o Freelander mostrou que tem muitos atributos para agitar o segmento onde estão concorrentes como Mitsubishi Pajero Sport, Toyota Rav-4, Nissan X-Terra, entre outros.

Lançado em 1997 na Inglaterra, hoje ele é líder de vendas da Land Rover no exterior e no Brasil, segundo projeta a empresa, será responsável por 35% das vendas da marca. Até chegar ao modelo 2004, o Freelander passou por muitas mudanças, ganhou design mais arrojado e recebeu novos equipamentos, como piloto automático, teto solar elétrico, rodas de liga leve de aros 16, 17 e 18" e faróis dianteiros com lentes duplas e antineblina, entre outros.

O Freelander é equipado com motor V6 de 2.5 litros e quatro válvulas por cilindro (24V) todo fundido em alumínio. Movido a gasolina, gera 177 cv de potência a 6.250 rpm e torque de 24,8 mkgf a 4.000 rpm. Esse engenho leva os 1.620 quilos do modelo aos 100 km/h em notáveis 10 segundos, segundo o fabricante.

As boas soluções tecnológicas é outro ponto forte no Freelander. A começar pelo câmbio automático de cinco velocidades Command Shift. Desenvolvido com o mesmo princípio do sistema utilizado na Fórmula 1, ele permite também a troca de marcha manual sem uso da embreagem e possui duas funções: normal e esporte. Já o freio ABS de quatro canais é original de linha e age automaticamente com auxílio do EBD, equipamento que faz a distribuição eletrônica da força de frenagem.

Outra boa característica técnica é o HDC, um sistema de controle de descida de ladeiras, que monitora automaticamente a velocidade em descidas íngremes – o carro freia sozinho em qualquer marcha, evitando que o motorista aplique muita força no pedal e provoque o travamento das rodas e a conseqüente perda de aderência.

O sistema 4x4 do Freelander é do tipo permanente, ou seja, não existem alavancas ou interuptores para acionamento da tração e nem sistema de reduzida. Tudo acontece de forma automática através de sistemas viscosos. Em condição normal, a tração atua nas rodas dianteiras e, em caso de alteração de aderência, ocorre a transferência para as rodas traseiras.

O nível de sofisticação também é alto. O modelo oferece itens como bolsa inflável para motorista e passageiro, ar-condicionado, bancos e volante revestidos em couro e teto solar elétrico. O pára-brisas aquecidos e acionamento elétrico para todos os vidros, inclusive do porta-malas, estão entre os de conforto e conveniência disponíveis no Freelander.

Nosso primeiro contato com essa nova geração do Freelander aconteceu no autódromo de Tarumã, no Rio Grande do Sul. As primeiras impressões, tanto no circuito, como na pista off road construída especialmente para os exercícios com modelo, foram positivas. No asfalto, o que mais chamou a atenção foi a estabilidade. Mesmo nas curvas mais acentuadas, a carroceria monobloco e o sistema de suspensão independente nas quatro rodas mostraram bom equilíbrio, proporcionando dirigibilidade agradável.

Já na pista off-road, o Freelander revelou que possui o DNA da marca Land Rover. O modelo possui recursos para enfrentar um fora-de-estrada mais forte, inclusive trilhas. Particularmente nesta condição, um ponto altamente positivo é o sistema de distribuição automática da força motriz sempre que uma ou mais rodas começam a patinar, para as demais que estejam com maior aderência ao solo.



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Freelander tem o DNA da Land Rover

Percy Faro
Da Agência Hp Press

21/04/2004 | 12:05


A versão 2004 do Freelander, o utilitário esportivo compacto da marca Land Rover, reserva diferentes surpresas a cada movimento porque é agradável de dirigir, tem excelente desempenho no asfalto e enfrenta o fora-de-estrada com todas as virtudes que identificam os robustos e raçudos 4x4 da marca inglesa em todo o mundo. Além disso, esbanja luxo, sofisticação e carrega boa dose de tecnologia, ingredientes suficientes para agradar a gregos e troianos. Avaliado pelo Jornal Veículos no sul do País, o Freelander mostrou que tem muitos atributos para agitar o segmento onde estão concorrentes como Mitsubishi Pajero Sport, Toyota Rav-4, Nissan X-Terra, entre outros.

Lançado em 1997 na Inglaterra, hoje ele é líder de vendas da Land Rover no exterior e no Brasil, segundo projeta a empresa, será responsável por 35% das vendas da marca. Até chegar ao modelo 2004, o Freelander passou por muitas mudanças, ganhou design mais arrojado e recebeu novos equipamentos, como piloto automático, teto solar elétrico, rodas de liga leve de aros 16, 17 e 18" e faróis dianteiros com lentes duplas e antineblina, entre outros.

O Freelander é equipado com motor V6 de 2.5 litros e quatro válvulas por cilindro (24V) todo fundido em alumínio. Movido a gasolina, gera 177 cv de potência a 6.250 rpm e torque de 24,8 mkgf a 4.000 rpm. Esse engenho leva os 1.620 quilos do modelo aos 100 km/h em notáveis 10 segundos, segundo o fabricante.

As boas soluções tecnológicas é outro ponto forte no Freelander. A começar pelo câmbio automático de cinco velocidades Command Shift. Desenvolvido com o mesmo princípio do sistema utilizado na Fórmula 1, ele permite também a troca de marcha manual sem uso da embreagem e possui duas funções: normal e esporte. Já o freio ABS de quatro canais é original de linha e age automaticamente com auxílio do EBD, equipamento que faz a distribuição eletrônica da força de frenagem.

Outra boa característica técnica é o HDC, um sistema de controle de descida de ladeiras, que monitora automaticamente a velocidade em descidas íngremes – o carro freia sozinho em qualquer marcha, evitando que o motorista aplique muita força no pedal e provoque o travamento das rodas e a conseqüente perda de aderência.

O sistema 4x4 do Freelander é do tipo permanente, ou seja, não existem alavancas ou interuptores para acionamento da tração e nem sistema de reduzida. Tudo acontece de forma automática através de sistemas viscosos. Em condição normal, a tração atua nas rodas dianteiras e, em caso de alteração de aderência, ocorre a transferência para as rodas traseiras.

O nível de sofisticação também é alto. O modelo oferece itens como bolsa inflável para motorista e passageiro, ar-condicionado, bancos e volante revestidos em couro e teto solar elétrico. O pára-brisas aquecidos e acionamento elétrico para todos os vidros, inclusive do porta-malas, estão entre os de conforto e conveniência disponíveis no Freelander.

Nosso primeiro contato com essa nova geração do Freelander aconteceu no autódromo de Tarumã, no Rio Grande do Sul. As primeiras impressões, tanto no circuito, como na pista off road construída especialmente para os exercícios com modelo, foram positivas. No asfalto, o que mais chamou a atenção foi a estabilidade. Mesmo nas curvas mais acentuadas, a carroceria monobloco e o sistema de suspensão independente nas quatro rodas mostraram bom equilíbrio, proporcionando dirigibilidade agradável.

Já na pista off-road, o Freelander revelou que possui o DNA da marca Land Rover. O modelo possui recursos para enfrentar um fora-de-estrada mais forte, inclusive trilhas. Particularmente nesta condição, um ponto altamente positivo é o sistema de distribuição automática da força motriz sempre que uma ou mais rodas começam a patinar, para as demais que estejam com maior aderência ao solo.

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