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Mauá fica sem vacina de catapora


Fabiana Chiachiri
Do Diário do Grande ABC

19/09/2003 | 20:55


Por problemas no sistema de informática da Prefeitura, Mauá não notificou a DIR-2 (Direção Regional de Saúde) sobre os 123 casos de catapora que surgiram na cidade entre os dias 24 de agosto e a última terça-feira. Por causa disso, a cidade não recebeu da Secretaria Estadual de Saúde nenhuma dose da vacina contra a doença – o preço médio de cada dose, em clínica particular, é de R$ 120. A assessoria de imprensa da Prefeitura de Mauá informou que os dados serão enviados, no máximo, até segunda-feira. Caso isso acontece, a secretaria estadual enviará doses ao município entre quatro ou cinco dias.

Na primeira semana do mês, Mauá havia registrado somente cinco casos da doença e, segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura, tratavam-se de casos isolados. No entanto, o Diário visitou quatro USFs (Unidades de Saúde da Família) na segunda-feira, dia 15, e verificou que somente naquelas unidades haviam sido registrados 60 casos na última semana.

O Grande ABC registrou mais nove casos de catapora entre segunda e quinta-feira desta semana. Agora, a região soma 583 notificações, de acordo com informações da assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Saúde. No último levantamento, até sexta-feira, 574 pessoas haviam contraído catapora na região.

Contágio – A catapora é causada por um vírus, cujo contágio ocorre principalmente pelo contato direto com a saliva ou com o líquido do interior das vesículas de quem tem a doença. É possível também pegar catapora de forma indireta, por meio de objetos contaminados recentemente por secreções das mucosas de pessoas infectadas.

Luiz Guilherme Pereira, 8 anos, de Santo André, contraiu a doença há dez dias. Segundo sua mãe, a dona de casa Vânia Cristina dos Santos, 35, ele não tomou a vacina e deve ter contraído a doença na escola. “Disseram para o meu marido que tem muita criança com catapora no colégio”, afirmou a mãe.



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Mauá fica sem vacina de catapora

Fabiana Chiachiri
Do Diário do Grande ABC

19/09/2003 | 20:55


Por problemas no sistema de informática da Prefeitura, Mauá não notificou a DIR-2 (Direção Regional de Saúde) sobre os 123 casos de catapora que surgiram na cidade entre os dias 24 de agosto e a última terça-feira. Por causa disso, a cidade não recebeu da Secretaria Estadual de Saúde nenhuma dose da vacina contra a doença – o preço médio de cada dose, em clínica particular, é de R$ 120. A assessoria de imprensa da Prefeitura de Mauá informou que os dados serão enviados, no máximo, até segunda-feira. Caso isso acontece, a secretaria estadual enviará doses ao município entre quatro ou cinco dias.

Na primeira semana do mês, Mauá havia registrado somente cinco casos da doença e, segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura, tratavam-se de casos isolados. No entanto, o Diário visitou quatro USFs (Unidades de Saúde da Família) na segunda-feira, dia 15, e verificou que somente naquelas unidades haviam sido registrados 60 casos na última semana.

O Grande ABC registrou mais nove casos de catapora entre segunda e quinta-feira desta semana. Agora, a região soma 583 notificações, de acordo com informações da assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Saúde. No último levantamento, até sexta-feira, 574 pessoas haviam contraído catapora na região.

Contágio – A catapora é causada por um vírus, cujo contágio ocorre principalmente pelo contato direto com a saliva ou com o líquido do interior das vesículas de quem tem a doença. É possível também pegar catapora de forma indireta, por meio de objetos contaminados recentemente por secreções das mucosas de pessoas infectadas.

Luiz Guilherme Pereira, 8 anos, de Santo André, contraiu a doença há dez dias. Segundo sua mãe, a dona de casa Vânia Cristina dos Santos, 35, ele não tomou a vacina e deve ter contraído a doença na escola. “Disseram para o meu marido que tem muita criança com catapora no colégio”, afirmou a mãe.

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