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Justiça autoriza despejo de dois imóveis por calote em Diadema

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeitura deixou de pagar aluguéis de restaurante popular no Serraria e universidade no Centro


Raphael Rocha
Do dgabc.com.br

02/02/2019 | 07:00


A Justiça de Diadema autorizou despejo de dois imóveis da cidade que abrigavam equipamentos públicos por falta de pagamento por parte da Prefeitura: o restaurante popular no bairro Serraria e a Universidade Aberta do Brasil, localizada no Centro.

A Braido Dario Administração e Participações, proprietária do local que acolhe o restaurante popular, acusou o governo Lauro Michels de dar calote de R$ 111,3 mil nos aluguéis – a reclamação é que não houve quitação dos boletos de junho a dezembro de 2017. Além de reclamar os valores, a empresa solicitou rescisão do contrato.

O juiz André Mattos Soares, da Vara da Fazenda Pública de Diadema, condenou o Paço a pagar os aluguéis atrasados e também depositar na conta da empresa a diferença de alguns meses em que a administração municipal depositou valores abaixo do acordado. Também deu aval ao rompimento contratual.

Por nota, o governo Lauro informou que, “em relação ao restaurante popular, foi realizado acordo com o proprietário do imóvel para a continuidade da locação, mantendo os serviços funcionando normalmente no espaço”.

A Universidade Aberta do Brasil estava situada em imóvel na Avenida Nossa Senhora das Vitórias, no Centro, local pertencente a Jucenir Belino Zanatta. O proprietário argumentou que a administração municipal não pagou o que devia desde janeiro de 2017, calote que resulta em dívida de R$ 366,6 mil.

O mesmo juiz André Mattos Soares deferiu o pedido de Zanatta, autorizou o despejo e condenou a Prefeitura a pagar a pendência devida.

Na mesma nota, o governo Lauro justificou que “a Universidade Aberta do Brasil passará a funcionar, em espaço já adequado às necessidades, na EM Francisco Daniel Trivinho (no Centro), que oferece estrutura compatível com a demanda de atendimento e localização privilegiada na região central da cidade com fácil acesso”. “A administração reforça que o serviço não será comprometido.” 



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Justiça autoriza despejo de dois imóveis por calote em Diadema

Prefeitura deixou de pagar aluguéis de restaurante popular no Serraria e universidade no Centro

Raphael Rocha
Do dgabc.com.br

02/02/2019 | 07:00


A Justiça de Diadema autorizou despejo de dois imóveis da cidade que abrigavam equipamentos públicos por falta de pagamento por parte da Prefeitura: o restaurante popular no bairro Serraria e a Universidade Aberta do Brasil, localizada no Centro.

A Braido Dario Administração e Participações, proprietária do local que acolhe o restaurante popular, acusou o governo Lauro Michels de dar calote de R$ 111,3 mil nos aluguéis – a reclamação é que não houve quitação dos boletos de junho a dezembro de 2017. Além de reclamar os valores, a empresa solicitou rescisão do contrato.

O juiz André Mattos Soares, da Vara da Fazenda Pública de Diadema, condenou o Paço a pagar os aluguéis atrasados e também depositar na conta da empresa a diferença de alguns meses em que a administração municipal depositou valores abaixo do acordado. Também deu aval ao rompimento contratual.

Por nota, o governo Lauro informou que, “em relação ao restaurante popular, foi realizado acordo com o proprietário do imóvel para a continuidade da locação, mantendo os serviços funcionando normalmente no espaço”.

A Universidade Aberta do Brasil estava situada em imóvel na Avenida Nossa Senhora das Vitórias, no Centro, local pertencente a Jucenir Belino Zanatta. O proprietário argumentou que a administração municipal não pagou o que devia desde janeiro de 2017, calote que resulta em dívida de R$ 366,6 mil.

O mesmo juiz André Mattos Soares deferiu o pedido de Zanatta, autorizou o despejo e condenou a Prefeitura a pagar a pendência devida.

Na mesma nota, o governo Lauro justificou que “a Universidade Aberta do Brasil passará a funcionar, em espaço já adequado às necessidades, na EM Francisco Daniel Trivinho (no Centro), que oferece estrutura compatível com a demanda de atendimento e localização privilegiada na região central da cidade com fácil acesso”. “A administração reforça que o serviço não será comprometido.” 

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