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Brotas, a terra da aventura

Celso Luiz Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Cidade do interior de São Paulo proporciona
aos amantes de esportes radicais frio na barriga


Renato Gerbelli
Enviado a Brotas

28/08/2014 | 07:00


Celso Luiz

Na Serra do Itaqueri, a 242 km de São Paulo (viagem de três horas de carro), Brotas é um município voltado para o turismo de aventura. A cidade conta com 74 cachoeiras e é cortada pelo rio Jacaré-Pepira, com suas corredeiras e afluentes. É justamente nas corredeiras do Jacaré-Pepira que acontece a principal atração: o rafting.

Na empresa EcoAção, a atividade custa R$ 108 por pessoa. Apesar do divertimento ser maior na época das chuvas, no verão, com o rio no nível mais baixo, a aventura não deixa a desejar. O trajeto de dez quilômetros tem cerca de uma hora e meia de duração, que intercala as corredeiras com pontos de mais tranquilidade, quando é possível observar macacos e aves, como tucanos. Além disso, ainda há um ponto da atividade em que se pode entrar na água e deixar a corrente empurrar calmamente ao longo do rio.

Para quem procura mais emoção, a empresa também oferece a descida no KR, embarcação mais leve com capacidade para até três pessoas, mais o condutor. No KR, o trajeto é realizado mais rápido e passa por pontos diferentes das corredeiras. Ao final do passeio, a pessoa ainda pode comprar CD com as fotos da descida do rio por R$ 45. Crianças abaixo de 12 anos ou menores de 1,20 metro não podem fazer o rafting.

Outra atividade que faz o turista sentir frio na barriga é o Voo do Vale, tirolesa de 1.300 metros de extensão (800m + 500m) a 110 metros de altura. Na primeira parte da tirolesa, que dura cerca de 45 segundos, a pessoa pode chegar a 70 km/h e apreciar a bela paisagem de Brotas. Na segunda parte, já sem a mesma emoção da primeira, o visitante consegue observar ainda melhor, por 30 segundos, a vista repleta de mata verde. O Voo do Vale no parque Aventurah! custa R$ 84 e pode ser realizado por crianças acima de três anos, desde que tenham mais de 1 metro de altura.

Celso Luiz

QUATRO RODAS
Além das atividades mais radicais, também vale a pena aproveitar os passeios no quadriciclo. A empresa Quadri Company, por exemplo, disponibiliza dois tipos de atividades. No passeio a Cachoeira Cristal, a pessoa pilota o quadriciclo por uma estrada de terra e entra em uma fazenda com terrenos acidentados, pastos, subidas e descidas, mas sem maiores dificuldades para qualquer iniciante.

O piloto ainda faz travessia de rios com o automóvel e, no final, caminha por dez minutos até a cachoeira Cristal, onde se pode entrar no rio. No total, o passeio dura cerca de duas horas e meia e tem preço salgado para o consumidor: R$ 240 com o quadriciclo de 325 cilindradas (até duas pessoas ou 160 kg) e R$ 295 com o de 500 cilindradas (até duas pessoas ou 180 kg). Para dirigir os quadriciclos é preciso de CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

Já na Trilha Entre Rios, a dificuldade é maior. O piloto precisa percorrer trilhas estreitas em meio à mata ciliar, enfrentar travessia de rios, atoleiros e erosões variadas. O destino também é a cachoeira Cristal. O passeio tem duração de duas horas e meia e custa R$ 395 por quadriciclo com uma ou duas pessoas e peso máximo de 140 kg.

 * O jornalista viajou a convite da Aprecesp – Turismo Paulista.



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Brotas, a terra da aventura

Cidade do interior de São Paulo proporciona
aos amantes de esportes radicais frio na barriga

Renato Gerbelli
Enviado a Brotas

28/08/2014 | 07:00


Celso Luiz

Na Serra do Itaqueri, a 242 km de São Paulo (viagem de três horas de carro), Brotas é um município voltado para o turismo de aventura. A cidade conta com 74 cachoeiras e é cortada pelo rio Jacaré-Pepira, com suas corredeiras e afluentes. É justamente nas corredeiras do Jacaré-Pepira que acontece a principal atração: o rafting.

Na empresa EcoAção, a atividade custa R$ 108 por pessoa. Apesar do divertimento ser maior na época das chuvas, no verão, com o rio no nível mais baixo, a aventura não deixa a desejar. O trajeto de dez quilômetros tem cerca de uma hora e meia de duração, que intercala as corredeiras com pontos de mais tranquilidade, quando é possível observar macacos e aves, como tucanos. Além disso, ainda há um ponto da atividade em que se pode entrar na água e deixar a corrente empurrar calmamente ao longo do rio.

Para quem procura mais emoção, a empresa também oferece a descida no KR, embarcação mais leve com capacidade para até três pessoas, mais o condutor. No KR, o trajeto é realizado mais rápido e passa por pontos diferentes das corredeiras. Ao final do passeio, a pessoa ainda pode comprar CD com as fotos da descida do rio por R$ 45. Crianças abaixo de 12 anos ou menores de 1,20 metro não podem fazer o rafting.

Outra atividade que faz o turista sentir frio na barriga é o Voo do Vale, tirolesa de 1.300 metros de extensão (800m + 500m) a 110 metros de altura. Na primeira parte da tirolesa, que dura cerca de 45 segundos, a pessoa pode chegar a 70 km/h e apreciar a bela paisagem de Brotas. Na segunda parte, já sem a mesma emoção da primeira, o visitante consegue observar ainda melhor, por 30 segundos, a vista repleta de mata verde. O Voo do Vale no parque Aventurah! custa R$ 84 e pode ser realizado por crianças acima de três anos, desde que tenham mais de 1 metro de altura.

Celso Luiz

QUATRO RODAS
Além das atividades mais radicais, também vale a pena aproveitar os passeios no quadriciclo. A empresa Quadri Company, por exemplo, disponibiliza dois tipos de atividades. No passeio a Cachoeira Cristal, a pessoa pilota o quadriciclo por uma estrada de terra e entra em uma fazenda com terrenos acidentados, pastos, subidas e descidas, mas sem maiores dificuldades para qualquer iniciante.

O piloto ainda faz travessia de rios com o automóvel e, no final, caminha por dez minutos até a cachoeira Cristal, onde se pode entrar no rio. No total, o passeio dura cerca de duas horas e meia e tem preço salgado para o consumidor: R$ 240 com o quadriciclo de 325 cilindradas (até duas pessoas ou 160 kg) e R$ 295 com o de 500 cilindradas (até duas pessoas ou 180 kg). Para dirigir os quadriciclos é preciso de CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

Já na Trilha Entre Rios, a dificuldade é maior. O piloto precisa percorrer trilhas estreitas em meio à mata ciliar, enfrentar travessia de rios, atoleiros e erosões variadas. O destino também é a cachoeira Cristal. O passeio tem duração de duas horas e meia e custa R$ 395 por quadriciclo com uma ou duas pessoas e peso máximo de 140 kg.

 * O jornalista viajou a convite da Aprecesp – Turismo Paulista.

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