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Orlando Morando trabalha para
Diadema ter Fábrica de Cultura

Deputado tucano falará com o governador Geraldo Alckmin;
pedido encabeçará lista de reivindicações para Grande ABC


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

18/11/2012 | 07:00


O deputado estadual Orlando Morando (PSDB) articula junto a Geraldo Alckmin (PSDB) a construção de uma unidade do projeto Fábrica de Cultura, do governo do Estado. O pedido encabeçará a lista de reivindicações para o Grande ABC que o parlamentar apresentará nos próximos dias ao chefe do Palácio dos Bandeirantes.

"Diadema é uma cidade ideal para receber um programa desse porte", avaliou o tucano. "Rio Grande da Serra, Ribeirão (Pires) e São Caetano são cidades menores, mas que têm suas atrações culturais. Santo André e São Bernardo possuem Orçamentos mais robusto, que garantem investimentos dessa magnitude. Seria um equipamento de caráter regional e fomentaria a Cultura no Grande ABC", discorreu.

A proposta de Morando vai ao encontro de várias promessas feitas pelo prefeito eleito de Diadema, Lauro Michels (PV), de incentivo à Cultura. Cogitou, entre outras ações, fomentar a implementação da Virada Cultural no município.

O verde é afilhado político do deputado estadual e durante a campanha disse que queria contar com apoio de Morando para interceder em projetos do governo estadual para a cidade.

Ao todo, são seis unidades de Fábrica de Cultura em funcionamento hoje, todas na Capital: Vila Curuçá, Sapopemba, Itaim Paulista, Jardim São Luís, Parque do Belém e Vila Nova Cachoeirinha. Outros quatro prédios estão em construção nos bairros Cidade Tiradentes (Zona Leste), Brasilândia (Zona Norte), Jaçanã (Zona Norte) e Capão Redondo (Zona Sul). Seria a primeira estrutura erguida fora de São Paulo.

O projeto prevê inclusão social por meio de Cultura e oferece dezenas de atividades. Criado em 2004, o programa conta com convênio do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), que investiu US$ 20 milhões. Em maio de 2010, o contrato foi renovado por mais dois anos - foi desenvolvido para atuar em regiões mais carentes do Estado.

Cada prédio tem, em média, 6.000 metros quadrados e são equipados com diversos equipamentos culturais. A Fábrica de Cultura disponibiliza cursos de música, teatro, circo, dança, multimeios, xadrez e artes plásticas.

A estrutura também possui bibliotecas e há anfiteatro para apresentações culturais dos alunos, com capacidade de 300 pessoas. Cada espaço tem 1.200 vagas disponíveis para inscrição.



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Orlando Morando trabalha para
Diadema ter Fábrica de Cultura

Deputado tucano falará com o governador Geraldo Alckmin;
pedido encabeçará lista de reivindicações para Grande ABC

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

18/11/2012 | 07:00


O deputado estadual Orlando Morando (PSDB) articula junto a Geraldo Alckmin (PSDB) a construção de uma unidade do projeto Fábrica de Cultura, do governo do Estado. O pedido encabeçará a lista de reivindicações para o Grande ABC que o parlamentar apresentará nos próximos dias ao chefe do Palácio dos Bandeirantes.

"Diadema é uma cidade ideal para receber um programa desse porte", avaliou o tucano. "Rio Grande da Serra, Ribeirão (Pires) e São Caetano são cidades menores, mas que têm suas atrações culturais. Santo André e São Bernardo possuem Orçamentos mais robusto, que garantem investimentos dessa magnitude. Seria um equipamento de caráter regional e fomentaria a Cultura no Grande ABC", discorreu.

A proposta de Morando vai ao encontro de várias promessas feitas pelo prefeito eleito de Diadema, Lauro Michels (PV), de incentivo à Cultura. Cogitou, entre outras ações, fomentar a implementação da Virada Cultural no município.

O verde é afilhado político do deputado estadual e durante a campanha disse que queria contar com apoio de Morando para interceder em projetos do governo estadual para a cidade.

Ao todo, são seis unidades de Fábrica de Cultura em funcionamento hoje, todas na Capital: Vila Curuçá, Sapopemba, Itaim Paulista, Jardim São Luís, Parque do Belém e Vila Nova Cachoeirinha. Outros quatro prédios estão em construção nos bairros Cidade Tiradentes (Zona Leste), Brasilândia (Zona Norte), Jaçanã (Zona Norte) e Capão Redondo (Zona Sul). Seria a primeira estrutura erguida fora de São Paulo.

O projeto prevê inclusão social por meio de Cultura e oferece dezenas de atividades. Criado em 2004, o programa conta com convênio do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), que investiu US$ 20 milhões. Em maio de 2010, o contrato foi renovado por mais dois anos - foi desenvolvido para atuar em regiões mais carentes do Estado.

Cada prédio tem, em média, 6.000 metros quadrados e são equipados com diversos equipamentos culturais. A Fábrica de Cultura disponibiliza cursos de música, teatro, circo, dança, multimeios, xadrez e artes plásticas.

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