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Mário Reali diz que trabalhará na Capital ou no Grande ABC


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

18/11/2012 | 07:00


O prefeito de Diadema, Mário Reali (PT), que não conquistou a reeleição, disse que vai atuar em São Paulo ou no Grande ABC. "Não vou trabalhar no Interior de jeito nenhum. Estarei em São Paulo ou no ABC. O ‘x' da questão está neste território", afirmou o petista, sem revelar qual destino lhe apetece.

Formado em Arquitetura e Urbanismo pela USP (Universidade de São Paulo), Reali é arquiteto concursado da prefeitura de São Paulo. Seu padrinho político, o deputado federal José de Filippi Júnior (PT), foi recentemente confirmado como futuro secretário de Saúde no governo de Fernando Haddad (PT) na Capital. Haddad, inclusive, se aproximou de Reali durante a campanha. Fatores que colocam o chefe do Executivo diademense com um pé no Paço paulistano.

O petista ressaltou que sua intenção é continuar militando politicamente em Diadema e que, para isso, teria de trabalhar em setores próximos da cidade. "Tenho recebido convites para trabalhar e vou estudar. Moro em Diadema e quero ter a viabilidade da proximidade. Quero continuar com minha militância no PT em Diadema."

As prefeituras de Santo André e São Bernardo também podem ser destinos de Reali. O prefeito diademense abrigou muitos andreenses após a derrota de Vanderlei Siraque (PT) para Aidan Ravin (PTB) em 2008, e tem fatura a ser cobrada pelo PT de Santo André. Já em São Bernardo, Reali conta com amizade de Luiz Marinho (PT), que se tornou seu principal cabo eleitoral do segundo turno do pleito.

Reali não descartou disputar cadeira na Assembleia em 2014 e novamente o comando do Paço diademense em 2016. "Essas duas eleições são futuros próximos que também vamos discutir no diretório. Não está descartado, só que também não está na pauta", afirmou. O PT municipal sequer fez reunião depois da derrota para Lauro Michels (PV) em outubro.

O futuro do prefeito no diretório de Diadema, porém, não deve ser tranquilo. Muitos petistas colocaram o revés eleitoral em sua conta e garantem que Reali jamais sairá candidato com aval da executiva municipal. Só que o atual chefe do Executivo tem em Filippi um fiel escudeiro e que pode pesar a favor de projetos políticos futuros.

Reali disse ainda não ter preocupações com aposentadoria política. "Como dizem os políticos mais antigos, volto para a planície, vou para o planalto e depois volto para a planície. Não tenho problema nenhum com isso. Meu ego cabe dentro das calças".



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Mário Reali diz que trabalhará na Capital ou no Grande ABC

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

18/11/2012 | 07:00


O prefeito de Diadema, Mário Reali (PT), que não conquistou a reeleição, disse que vai atuar em São Paulo ou no Grande ABC. "Não vou trabalhar no Interior de jeito nenhum. Estarei em São Paulo ou no ABC. O ‘x' da questão está neste território", afirmou o petista, sem revelar qual destino lhe apetece.

Formado em Arquitetura e Urbanismo pela USP (Universidade de São Paulo), Reali é arquiteto concursado da prefeitura de São Paulo. Seu padrinho político, o deputado federal José de Filippi Júnior (PT), foi recentemente confirmado como futuro secretário de Saúde no governo de Fernando Haddad (PT) na Capital. Haddad, inclusive, se aproximou de Reali durante a campanha. Fatores que colocam o chefe do Executivo diademense com um pé no Paço paulistano.

O petista ressaltou que sua intenção é continuar militando politicamente em Diadema e que, para isso, teria de trabalhar em setores próximos da cidade. "Tenho recebido convites para trabalhar e vou estudar. Moro em Diadema e quero ter a viabilidade da proximidade. Quero continuar com minha militância no PT em Diadema."

As prefeituras de Santo André e São Bernardo também podem ser destinos de Reali. O prefeito diademense abrigou muitos andreenses após a derrota de Vanderlei Siraque (PT) para Aidan Ravin (PTB) em 2008, e tem fatura a ser cobrada pelo PT de Santo André. Já em São Bernardo, Reali conta com amizade de Luiz Marinho (PT), que se tornou seu principal cabo eleitoral do segundo turno do pleito.

Reali não descartou disputar cadeira na Assembleia em 2014 e novamente o comando do Paço diademense em 2016. "Essas duas eleições são futuros próximos que também vamos discutir no diretório. Não está descartado, só que também não está na pauta", afirmou. O PT municipal sequer fez reunião depois da derrota para Lauro Michels (PV) em outubro.

O futuro do prefeito no diretório de Diadema, porém, não deve ser tranquilo. Muitos petistas colocaram o revés eleitoral em sua conta e garantem que Reali jamais sairá candidato com aval da executiva municipal. Só que o atual chefe do Executivo tem em Filippi um fiel escudeiro e que pode pesar a favor de projetos políticos futuros.

Reali disse ainda não ter preocupações com aposentadoria política. "Como dizem os políticos mais antigos, volto para a planície, vou para o planalto e depois volto para a planície. Não tenho problema nenhum com isso. Meu ego cabe dentro das calças".

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