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Reintegração é adiada pela 2ª vez

Ação está prevista para acontecer, no máximo, até o dia 15 de julho


Cadu Proieti
Do Diário do Grande ABC

23/06/2012 | 07:00


A juíza Luciana Biagio Laquimia, da 6ª Vara Cível de Santo André, adiou pela segunda vez a reintegração de posse de 51 edificações no Jardim Santo André. No dia 16, a magistrada havia ordenado que a Polícia Militar desse suporte à desocupação dentro de dez dias. Agora, a previsão é que a ação seja realizada, no máximo, até o dia 15 de julho.

Inicialmente, a reintegração de posse estava marcada para o dia 10 do mês passado. Na ocasião, a falta de informações ocasionou o primeiro adiamento. A promessa era desocupar os imóveis em 15 dias. No entanto, os moradores ainda não foram retirados.

A ação faz parte de projeto da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) e Prefeitura para urbanização do bairro, com investimento de cerca de R$ 400 milhões. A estatal informou que o adiamento não influencia o cronograma das obras. Está prevista a reintegração de 318 edificações no Jardim Santo André até novembro.

Dos 51 imóveis que serão desocupados, 26 são instalações comerciais. A maioria fica localizada em travessa da Rua dos Dominicanos.

Os proprietários dos estabalecimentos afirmam que não receberam notificação sobre a data da reintegração. "Ainda estamos aguardando. A promessa foi de que iriam avisar o dia. Somos realistas e sabemos que vamos ter de sair. Por isso, já tirei grande parte da mercadoria, para ficar mais fácil depois", afirmou Luzinete Francisca da Silva, 54 anos, dona de uma mercearia.

Os comerciantes pedem outro espaço para continuar trabalhando após a reintegração de posse. "Não posso ficar sem meu ganha pão, tenho família para criar. Dependemos disso para viver. Se vão nos tirar daqui, teriam que arrumar outro lugar para continuar as atividades. Vamos ficar nas mãos de Deus", reclamou Luzinete.

Segundo a companhia,não haverá atendimento a estabelecimentos comerciais, somente a moradores. Os proprietários foram informados na reunião de ontem sobre a necessidade de retirar os produtos perecíveis com antecedência.



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Reintegração é adiada pela 2ª vez

Ação está prevista para acontecer, no máximo, até o dia 15 de julho

Cadu Proieti
Do Diário do Grande ABC

23/06/2012 | 07:00


A juíza Luciana Biagio Laquimia, da 6ª Vara Cível de Santo André, adiou pela segunda vez a reintegração de posse de 51 edificações no Jardim Santo André. No dia 16, a magistrada havia ordenado que a Polícia Militar desse suporte à desocupação dentro de dez dias. Agora, a previsão é que a ação seja realizada, no máximo, até o dia 15 de julho.

Inicialmente, a reintegração de posse estava marcada para o dia 10 do mês passado. Na ocasião, a falta de informações ocasionou o primeiro adiamento. A promessa era desocupar os imóveis em 15 dias. No entanto, os moradores ainda não foram retirados.

A ação faz parte de projeto da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) e Prefeitura para urbanização do bairro, com investimento de cerca de R$ 400 milhões. A estatal informou que o adiamento não influencia o cronograma das obras. Está prevista a reintegração de 318 edificações no Jardim Santo André até novembro.

Dos 51 imóveis que serão desocupados, 26 são instalações comerciais. A maioria fica localizada em travessa da Rua dos Dominicanos.

Os proprietários dos estabalecimentos afirmam que não receberam notificação sobre a data da reintegração. "Ainda estamos aguardando. A promessa foi de que iriam avisar o dia. Somos realistas e sabemos que vamos ter de sair. Por isso, já tirei grande parte da mercadoria, para ficar mais fácil depois", afirmou Luzinete Francisca da Silva, 54 anos, dona de uma mercearia.

Os comerciantes pedem outro espaço para continuar trabalhando após a reintegração de posse. "Não posso ficar sem meu ganha pão, tenho família para criar. Dependemos disso para viver. Se vão nos tirar daqui, teriam que arrumar outro lugar para continuar as atividades. Vamos ficar nas mãos de Deus", reclamou Luzinete.

Segundo a companhia,não haverá atendimento a estabelecimentos comerciais, somente a moradores. Os proprietários foram informados na reunião de ontem sobre a necessidade de retirar os produtos perecíveis com antecedência.

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